DIRIGINDO EM SAN FRANCISCO 

Mesmo tendo valor “mundial”, o que aprendemos quando requerendo nossa Carteira Nacional de Habilitação, a famosa CNH, não é suficiente para dirigir sem enfrentar alguns contra tempos nos Estados Unidos. Esta é a terceira publicação que falamos deste tema e com propriedade, já que rodamos mais de 18 mil quilômetros de carro, moto e de barco também!

Já falamos da necessidade da Permissão  Internacional Para Dirigir – EU PRECISO DE CARTEIRA DE HABILITAÇÃO INTERNACIONAL NOS EUA? – . De algumas particularidades do trânsito americano, feito ainda em Miami – DIRIGINDO EM MIAMI. – Que foi o primeiro Estado que dirigimos e lá permanecemos por um mês 
E falamos também sobre como abastecer um carro nos Estados Unidos – ABASTECENDO O CARRO – que terror! Que não é algo fácil, pois cada Estado tem pequenas particulariades e piora muito se a pessoa não dominar a língua inglesa.

Neste vídeo vamos mostrar uma particularidade que nos foi informada pelo nosso amigo e Personal Consierge, Douglas Ribeiro, a fim de que não fossemos penalizados em San Francisco, pois segundo ele tem uma polícia de trânsito muito rigorosa. 

Dada a dica, vamos rodar rumo a Chicago, muito chão pela frente. #eduardo

NAPA VALLEY – A cidade dos vinhos.

Destino obrigatório para quem visita a California e é amante de vinhos, Napa Valley, é o segundo lugar mais visitado por turistas na Califoirnia, perdendo apenas para a Disneylandia.
No nosso caso, o Eduardo é apreciador e sabe muito de vinhos mas apesar de conhecer os famosos vinhos da Califórnia, não sabia de Napa e suas vinícolas. 

Durante nossa estada em San Francisco, minha amiga Thanna ressaltou varias vezes que Napa era uma visita obrigatória. Reservamos um dia de nossa estada para conhecer a bem falada cidade, que fica a menos de 100 KM dali. 

A estrada é muito boa e a paisagem faz com que todo o trajeto seja parte do espetáculo, chegamos e fomos direto para a vinícola mais famosa – Castello di Amorosa – na entrada visualizamos uma plantação linda com vários tipos de uva e ao fundo o magnifico castelo de inspiração toscana do seculo XIII.

Na recepção há diversos tipos de pacote para conhecer a vinícola, como não havíamos almoçado, escolhemos o pacote mais completo disponível na data, ROYAL Cheese & Wine Pairing Tour – uma visitação guiada, com degustação de queijos e vinhos, pagamos $ 70 por pessoa. 

Aguardamos cerca de trinta minutos para começar a visita do nosso grupo, dando inicio ao tour, nos sentamos em uma capela e ouvimos a apresentação inicial do castelo que possui mais de 100 quartos e 8 níveis, acima e abaixo do solo – parece um labirinto.

Passamos pela Grand Barrel Room, uma adega  de barris formada por vários salões e vários corredores no subsolo do castelo, repletos de barris de vinhos, armazenados em baixa temperatura para envelhecer.

A cada sala, era feita um explanação sobre os vinhos vendidos no Castelo, suas caraterísticas e processos de fabricação, logo apos eram servidas tacas para que pudéssemos degustar.

Visitamos ainda as salas de tortura e Armory, ambas inspiradas nos castelos da idade media, na primeira diversas “engenhocas” utilizadas na pratica de tortura, inclusive uma “donzela de ferro” de 300 anos e câmaras de prisão.

Na segunda uma câmara de cavaleiros, com armaduras e armas. Nem preciso dizer que a gente se amarrou nesta parte, né? O Castello tem ainda fosso, ponte levadiça, torres defensivas e um pátio interior.

Enfim, chegamos ao ROOM II PASSITO, uma sala intima, onde todos nos sentamos e desfrutamos de uma seleção de queijos locais escolhidos especificamente para emparelhar com os vinhos de estilo italiano produzidos no castello.

Realmente a visita me surpreendeu. Não aprecio muito vinhos e achei ate que não valeria a pena pagar o pacote completo pra mim, mas valeu e muito. As combinações são maravilhosas e só de lembrar minha boca saliva. Inclusive descobri “minha uva” – Moscato – mais adocicada e com sabor marcante.

Gostei tanto, que literalmente tive meu primeiro pileque de vinho, algo que até então não imaginava que fosse acontecer, já que nunca passei de uma taca.

O Tour acaba na loja do Castello, que vende os vinhos produzidos no local, queijos da região, chocolates e todo tipo de acessórios. Como sempre, desejamos muita coisa, mas nos contentamos em adquirir uma rolha e um bico para garrafa de vinho, os dois muito legais. Enfim, o passeio é maravilhoso, o clima etílico-romântico envolve. Com certeza, parte marcante da nossa viagem.

Já na volta, o Eduardo quis passar na floresta petreficada, não sabíamos bem do que se tratava, mas o nome nas placas chamaram nossa atenção.

Pagamos $20 cada para poder ter acesso a floresta, trata-se de uma trilha por uma floresta que ficou toda petrificada – arvores, troncos, chão – por lava de vulcão. Foi valido como experiencia e para conhecer um pouco mais da historia e origem daquilo, mas não é lá essas coisas. Gastamos mais ou menos uma hora para fazer ida e volta, foi bom pra sarar dos vinhos antes de pegar a estrada de volta para San Francisco. #rhainna

 

 

CIDADE XIV – SAN FRANCISCO 

Chegamos em San Francisco por volta das 17:00, acomodamos as bagagens no hotel e fomos para o Píer 29, que é um point muito movimentado da cidade. Ele estava próximo de nosso hotel. O Douglas Ribeiro, nosso Personal Concierge acertou mais uma vez!

Andamos pelo local, entramos num museu muito estranho que eu não entendi muito bem o propósito dele, mas pra turista tudo é festa e tudo dá pra fazer foto.

ficamos enrolando por ali, pois tínhamos um jantar com um casal de amigos da Rhainna, que são de Goiânia, mas que estão morando em San Francisco.

Enquanto esperávamos o tempo passar, fizemos o que o tal do turista mais faz, bater perna. Muita coisa legal estava acontecendo no Píer 29 e fizemos algumas fotos.

Na hora marcada, como bons militares que somos, pontualmente seguimos para o nosso jantar, que aconteceu num restaurante muito legal chamado Rainforest – “um lugar selvagem para comprar e comer” – como o próprio slogan deles diz. E lá conheci a Ivana e o Christiano, casal super simpático que agora vivem nas terras americanas. A Ivana e a Rhainna estudaram juntas no ensino médio, a conversa foi longe!

Para entender essa cara que a Rhainna fez, tem que ver o vídeo que mostra o interior do restaurante, que é super temático, além de ter uma ótima comida.

No outro dia fomos cedo para o ponto zero do Big Bus – empresa de passeios turísticos, onde compramos um pacote com passeio diurno e noturno e também com o passeio de barco que nos levaria bem próximo da famosa ponte Golden Gate. O ponto zero do Big Bus é também no Pier 29, próximo do Rainforest, lugar onde jantamos na noite anterior.

O passeio de ônibus durou cerca de tres horas – uma hora a mais do que o anunciado, porém, ele nos levou aos locais turísticos de San Francisco e nossas expectativas foram atendidas, a cidade é linda, limpa, com o trânsito agradável e pessoas cordiais, ao menos as que tivemos contato.

Estacionamos o carro num estacionamento público em frente o Píer 29 e a máquina só permitia no máximo duas horas de permanência. Para nós seria o tempo necessário, já que era o mesmo tempo do passeio pela cidade. Mas não sei porque, o passeio durou três horas e estacionamento aqui é algo sério, se você bobear leva uma multa ou guincham seu carro. Conheci várias pessoas, em vários estados que tiveram o carro guinchado. Se isso acontecer você terá que pagar cerca de R$ 250, além do transtorno de ter que buscar o carro no pátio do órgão de trânsito.

Por causa disso já estávamos agoniados no passeio, receosos de ter o carro guinchado e por chegar atrasado no almoço marcado. Se a Rhainna não chegar na hora marcada fica agoniada! Já fomos os primeiros a chegar em festas várias vezes! A justificativa dela era a melhor: “pelo menos chegamos na hora!”, dizendo com o peito arfante e tom de orgulho.
Enfim… terminamos o passeio e o carro ainda estava lá e sem multa. Menos um problema!🤞

Finalizado o passeio diurno, fomos de carro para uma cidade próxima de San Francisco, San Mateus, onde iríamos almoçar com um casal de amigos da Rhainna. A promessa era comida goiana caseira, com direito a churrasco e arroz com costela, cardápio perfeito para quem já estava cansado das comidas doces e cheia de queijo dos americanos.

Após uma hora de viagem já estávamos almoçando e rindo das histórias passadas da Rhainna e sua amiga Thanna, que estudaram juntas no segundo grau. Ela vive em San Mateus com seu filho e seu marido, Anderson, que é brasileiro também.

Comida perfeita, papo muito bom, mas tínhamos que voltar para o Pier 29 para o passeio de barco e depois o passeio noturno do Big Bus, que são  muito bons e recomendamos a todos, pois é a chance de ver algumas paisagens já visitadas durante o dia, imersas na escuridão com destaques feitos pela iluminação artificial. Novamente a ponte Golden Gate se mostrou linda, de todos os ângulos e ainda mais iluminada, além de vários outros locais muito bonitos.

Ao fundo a famosa Ilha de Alcatraz, onde já funcionou um presídio de segurança máxima.

Depois do passeio noturno, marcamos com nossos amigos Thanna e Anderson para dar uma volta na cidade. Fomos a um terraço muito animado, com muita gente bonita, mas ficamos pouco lá, pois estávamos com fome e a cozinha já estava fechada. Aliás, este foi um grande problema que tivemos aqui nos EUA, as cozinhas que se fecham cedo!

Em alguns estados nos literalmente passamos fome, as cozinhas de vários bares e restaurantes se fecham as 22 horas e alguns as 21. Até mesmo em New York, conhecida como a cidade que nunca dorme, as cozinhas fecham cedo. O bar continua a funcionar, mas sem cozinha, sem comida, sem tira gosto. Aí eu choro!

Saímos do terraço, passamos numa pizzaria, que estava encerrando seus serviços às 22 horas, comemos uma pizza e fomos procurar um bar. Após as 22 horas você encontra muito fast food, que aqui nos Estados Unidos é muito pior que no Brasil. Mc Donald’s, que é bem feito e com instalações limpas e bem cuidadas aí no Brasil, aqui são terríveis! Muito ruim a comida e as lojas são sujas e várias outras franquias que aí no Brasil eu gosto, aqui são muito ruins, como por exemplo o Burg King, aqui não recomendo, aí no Brasil eu adoro.

Bay Bridge e sua iluminação noturna. Esta é outra ponte famosa de San Francisco.

Depois de muito rodar paramos num bar que de cara estava tocando funk, aqueles do Rio de Janeiro, já na entrada torci o focinho, não gosto deste estilo musical, se é que funk pode ser chamado assim. O bar estava cheio, de brasileiros inclusive. A música melhorou, a cerveja fez efeito, tudo é festa!

Não ficamos muito tempo lá, pois logo cedo iríamos para outra cidade que fica também próxima de San Francisco, Napa, que é famosa por suas vinícolas, Aliás, o vinho californiano é famoso mundialmente pela sua qualidade, eu que sou um apreciador de vinhos não poderia perder essa oportunidade. Inclusive a visita a Napa foi tão boa que mereceu uma publicação exclusiva. É só clicar aqui para conferir – Napa Valley.

Depois de degustar os vinhos e queijos do Castelo de Amorosa em Napa, a Rhainna aproveitou para dar um trato no cabelo com sua amiga Thanna e aproveitamos para serrar a bóia de novo na casa dela. Comida boa não se nega!

Cedo, um pouco cansados, deixamos San Francisco com uma ótima impressão, mas antes passamos em uma das várias atrações turísticas da cidade, que já foi cenário para vários filmes e séries, a Lombard Street, “considerada a rua mais torta do mundo e é um dos pontos de maior visitação em San Francisco na Califórnia. A rua é grande, mas apenas um trecho de sua rota ficou famoso pelo seu formato íngreme e em zigue-zague. A parte conhecida está localizada perto do George Sterling Memorial e faz a alegria dos turistas que tiram diversas fotografias de seu formato bastante inusitado e se aventuram a descer ou subir o trecho que ao longo possui belos canteiros com flores e folhagens.” – Dicas de Las Vegas e Califórnia. 

Partiu Chicago!

#eduardo

PAGO OU NÃO PAGO A GORJETA NOS EUA?!

Bem amigos – jargão chato esse! -, é algo pessoal, cada um sabe o que faz, mas quando falo isso, veja que digo “sabe o que faz”, isto é, a pessoa entende o valor cultural e financeiro da gorjeta para um trabalhador aqui nos Estados Unidos e decide não pagar. Ok! Decisão pessoal.

Mas não pagar por não entender é bem diferente. Aqui tudo e valorado pela hora de serviço do trabalhador, que varia de estado para estado, mas gira em torno de 12 dólares e muitas profissões já contam com o valor que irão ganhar em gorjetas, então, quando você não paga a gorjeta, quem perde é o trabalhador. 

Nos Estados Unidos a “tip” é algo cultural e natural, uma maneira de valorizar o profissional e claro, uma forma de fazer com que os funcionários, garçons, etc tenham tanto ou mais cuidado em bem servir e tratar os clientes que seus empregadores. No final, os dois lados ganham.

E é por causa do valor da hora trabalhada aqui, que não podemos ficar fazendo conversão de Dólar para Real quando compramos algo nos EUA. Veja por exemplo um garçom em Miami, ganhando o valor normal, consegue morar bem, mas não em lugares bem localizados, e em seis meses comprar um Camaro 2016 à vista. Quanto tempo um garçom terá que trabalhar para comprar um Camaro aí no Brasil?

O valor do trabalho humano aqui é muito maior e os bens industrializados bem menor que no Brasil. Por isso que a qualidade de vida de um trabalhador aqui é muito melhor que de vários outros países. Aqui uma faxineira tem um carro bom e mora numa casa digna e consegue prover educação para seus filhos, mas tem que trabalhar!

O vídeo a frente explica bem sobre a gorjeta aqui nos Estados Unidos. 

SIX FLAG – Diversão garantida!

Six Flag é uma rede de parques de  diversão especializada em montanhas russas, mais de vinte no parque onde fomos. E o mais famoso e o que é considerado como o melhor de todos, é justamente o que fica na Califórnia, numa cidade próxima de Los Angeles, cerca de quarenta minutos de viagem, chamada Valencia.

Claro que não poderíamos perder essa oportunidade, já que adoramos esse tipo de brinquedos radiais e que estávamos tão próximos. Aliás, todos os parques que estavam perto de nós e que tinham montanhas russas nos fomos. Só neste parque foram muitas e se somadas aos dos outros parques, dá pra montar um blog só de montanhas russas.

Demos sorte, pois mesmo sendo sábado o parque não estava cheio e as filas estavam pequenas, de forma que pudemos andar duas vezes em várias montanhas, uma vez nas cadeiras da frente e outra no meio ou nas últimas cadeiras.

Como de costume nesta época do ano na Califórnia, o calor estava de rachar! Em certo momento deu vontade de parar numa sombra e esperar uns trinta minutos, até o sol diminuir um pouco, mas não havia tempo, uma missão muito importante deveria ser cumprida, explorar o Six Flag o máximo possível. 

Para combater o calor, compramos um refil infinito de bebidas para aquele dia, mas se você quiser pode comprar um refil para o ano todo. Tem também um passaporte que dá direito de usufruir do parque o ano todo. Perfeito para quem mora por aqui.

Para aqueles que nunca se sentaram na primeira fileira, indico que façam, pois a pressão é muito maior e a visão é muito privilegiada, mas você não for muito fã de montanhas russas não vá na frente. Nas montanhas russas mais fortes a força da gravidade na primeira cadeira é muito maior que nos outros assentos. Não me pergunte por que, mas foi o que eu e minha esposa sentimos e com muita clareza.

O Six Flag é associado a Warner Bros Studios, assim, suas montanhas russas são temáticas e usam varios super heróis como tema para suas atrações. Haviam no parque montanhas russas muito legais e era mais legal ainda quando você sabia que aquele brinquedo era do Batman, ou do Super Homem por exemplo.

O primeiro brinquedo que nós fomos, foi o desafio do Lex Luthor, que não é uma montanha russa, mas sim um elevador que sobe e desce. Para não estragar a surpresa daqueles que por ventura irão nesta atração do Six Flag da Califórnia, vou dizer apenas que é muito legal e muito alta a plataforma. Fomos duas vezes nesta atração.

De lá fomos para uma montanha russa chamada Colossus, que é uma montanha russa híbrida (metade de ferro, metade de madeira. Ela é grande e muito boa e grande, fomos duas vezes nessa e uma delas na frente.

A próxima emoção radical que enfrentamos foi uma montanha russa chamada scream, que também é uma boa atração, mas é comum, sem nenhuma novidade. Neste brinquedo há à disposição dos visitantes, cofres para guardar seus pertences, mas não os use, pois são pagos e desnecessários. Você coloca seus pertences no chão mesmo, perto da cadeira que você está, como todo mundo faz.

Esta montanha russa abaixo,  The Riddler’s Revenge, para mim foi a mais legal, pois nunca tinha visto uma como essa, onde os participantes vão em pé. Isso mesmo, em pé! É uma posição super confortável, pois você se apoia sobre as pernas, diferente das outras montanhas russas em que os aventureiros vão sentados. Essa está entre a cinco melhores de toda viagem.

A próxima montanha russa de nossa saga foi a Goliath, que é uma das mais tensas do parque, pois ela é muito alta e tem quedas negativas, o que faz desse brinquedo, diversão de gente grande. Pode ir nela que é certeza de muita aventura. Fomos duas vezes e uma delas na primeira fileira. 

Outra atração super legal é a “Batalha por Metrópoles”, onde você passa por uma experiência interativa, ajudando a Liga da Justiça a salvar Metrópoles dos super vilões. Você combate os inimigos com uma pistola que soma seus postos, enquanto o carrinho faz manobras radicais entre cenários e super telas 4D. Muito bom o brinquedo!

E durante a fila – que não estava grande, você passa por um briefing, onde o Super Homem e o Cyborg explicam a nossa missão, já que somos os “voluntários” na batalha do bem contra o mal em Metrópoles.

Seguimos para a montanha russa do Batman e ela faz jus ao herói que empresta o nome a ela, pois é muito boa, com muita pressão gravitacional, curta e rápida, daquelas que não dá tempo nem de processar o que aconteceu. Fomos duas vezes neste brinquedo também.

Como este parque é especializado em montanhas russas, eles conseguem criar brinquedos bem diferentes. É caso da montanha russa que leva o nome do Lanterna Verde. Ela é tão diferente que você não entende pra onde o assento está virando e é um pouco bruta também, com movimentos bruscos. Gostamos dela, mas não quisemos passe de novo, só uma vez já foi suficiente!

Como estávamos com muito tempo fomos em duas montanhas russas com água, a Tidal Wave, onde pegamos uma fila enorme, para um brinquedo sem graça e o Jet Stream, que é perfeito para crianças.

O parque é muito grande, é bom ter uma mapa para organizar a sequência das atrações. Digo isso, pois demoramos para chegar na montanha russa do Ninja, que fica numa colina um pouco distante destas que acabei de descrever. Esta atração é boa para “começar os trabalhos” no barco, pois é bem tranquila.

Como perdemos tempo na fila do Tidal Wave, a coisa virou. Agora estávamos sem tempo para fazer todas e as montanhas do parque, a solução foi apertar o passo: “Run Forest. Run!”. E andamos rápido para a Tatsu, que é uma das melhores do parque, pois os visitantes vão deitados com a barriga para baixo, dando a impressão de estarem voando. Essa é a mesma posição da Manta, que é uma montanha russa do Sea World, em Orlando. Fomos só uma vez, mas fomos na primeira fileira.

Ainda apertando o passo fomos para “Super Man – Escape from Kripton”. A entrada da atração é feita com o objetivo de envolver os visitantes no enredo da história, que leva os participantes a participarem de uma fuga de Kripton, que é o planeta natal do Super Homem e está em colapso, preste a implodir. Novamente, para não estragar a surpresa, que os organizadores do parque tentaram manter, não vou falar sobre o que acontece, apenas que é muito bom e que é digna de ter o nome do homem de aço.

Chegamos no parque as dez da manhã, horário que o parque abre, saímos da atração do Super Man faltando dez minutos para as dez da noite, isto é, faltando dez minutos para o fechamento do parque, não tivemos outra alternativa senão correr, pois ainda haviam mais duas montanhas russas a serem desbravadas, então corremos!

Fomos para uma montanha russa que já estava fechada, os sacanas fecharam antes das 22:00 horas, mas lá a funcionária do parque nos informou que ainda havia uma atração funcionando, a Viper e para lá nos corremos, literalmente! Ela era um tanto quanto longe, mas conseguimos chegar a tempo.

Essa montanha russa, a Viper, é um tanto quanto bruta, mas literalmente bruta, pois ela tem curvas muito fortes, a ponto de fazer a cabeça se chocar com força contra a proteção do assento. Quando levamos a segunda pancada forte o brinquedo já perdeu a graça. Fomos na primeira fila e poderiamos ir mais uma vez, mas já tinha sido o suficiente.

E depois de 12 horas de muito sol na cabeça, muitos loops e curvas radicais, banho de água e de um sprint final, feito para alcançarmos o último brinquedo, o resultado foi duas pessoas completamente satisfeitas e uma distensão na coxa.

#partiu próxima cidade!

CIDADE XIII – SANTA BARBARA – Pós tempestade!

Partimos de Los Angeles com destino a San Francisco, mas no caminho paramos em Santa Bárbara, tudo ainda dentro da Califórnia, que é uma cidade litorânea muito famosa por lá e nela peregriamos por uma noite.

Infelizmente pegamos um engarrafamento monstruoso na estrada e uma viagem que deveria ser de duas horas se estendeu por mais duas, mas quando chegamos a cidade vimos o motivo do engarrafamento.

Fomos direto para o hotel e pelo caminho encontramos várias árvores no chão, arrancadas pelas raízes, ruas inundadas e telhados arrancados. No hotel soubemos que havia passado uma tempestade pela cidade, fato único naquele local, já que nunca havia passado uma tempestade com tais proporções em Santa Barbara.

Fomos para o pier da cidade, que é onde se concentram as pessoas e encontramos tudo de pernas para o ar, com pessoas assustadas, correndo para abraçar familiares que trabalham no mar, achando que a tempestade havia pego eles.

O cenário não era bom, mesmo assim pudemos ver que era uma cidade bonita e bem cuidada. Infelizmente nossos planos de passar um dia no litoral da California foi frustrando, pois a praia estava tomada por algas e águas vivas, a solução foi procurar outra coisa pra fazer.

Andamos pelo local e vimos várias pessoas tentando consertar o que a tempestade havia destruído. Telhados despedaçados, árvores sobre carros, ruas alagadas e turistas com olhos esbugalhados foi o que encontramos em nossa caminhada pelo litoral.

Ainda perto da praia descobrimos uma empresa que loca triciclos elétricos por hora, eles os chamam de scooter por aqui. Locamos um e fomos passear um pouco mais longe.

Encontramos manga de vez para comer, pronto, estava feito o passeio. Paisagem bonita – meio bagunçada por causa da tempestade, comida boa – adoro manga de vez com sal e limão e uma motoquinha para passearmos. Perfeito!


Ficamos por ali até o sol nos proporcionar luz, voltamos para o hotel para descansarmos e pela manhã seguimos viagem para a terra da famosa ponte Golden Gate.

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CIDADE XI – LOS ANGELES 

Deixamos as maravilhas do Gran Canyon ainda extasiados com tantas belezas e com aquela imensidão que nenhuma câmera no mundo ou nenhum filme conseguem reproduzir e fomos para a California.

Depois de sete horas de viagem por uma estrada movimentada, entramos em Los Angeles, que é a segunda maior população dos EUA – perdendo apenas para New York – e já sentimos o trânsito pesado da cidade, onde as pessoas businam muito e te empurram se você tentar andar dentro do limite de velocidade.

Como haviamos mudado as datas por causa do curso de tiro que fizemos em Phoenix, perdemos a reserva que tínhamos e nosso Personal Concierge só conseguiu hospedagem em um hotel “meia boca”, que descobrimos depois que fica ao lado de um karaoke, que é na verdade uma fachada para um prostíbulo. Pensa numa vizinhança de altíssima procedência! Mesmo sendo um hotel mais modesto, ele ainda ficou muito bem posicionado no quesito cama e conseguiu ficar no Top Three no quesito chuveiro. Aliás, os hotéis do Brasil tem muito a aprender sobre camas macias e chuveiros quentes com os do EUA!

Devidamente instalados, a Rhainna já havia feito as pesquisas sobre a cidade e o primeiro lugar a ser visitado em Los Angeles foram os estúdios da Warner Bros, que é o local onde várias séries e filmes de sucesso mundial são filmadas. Para nós amantes da sétima (cinema) e da nona arte (história em quadrinhos), esse passeio prometia muito, já que foi a Warner Bros que produziu clássicos filmes vomo Super Homem, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde, séries como Dexter, Gothan, filmes como 300 de Sparta e vários outros.

No centro de atendimento ao visitante você compra um ingresso que te leva em pequenos carros, através dos vários prédios dos Studios Warner Bros, onde você consegue ver onde foram filmados vários sucessos do cinema, mas algumas atrações, caso você queira participar, devem ser pagas á parte.

Como de costume nessa região dos Estados Unidos, o sol estava de lascar e o passeio seguia, conduzido por um guia que mal conseguia respirar, de tanto que falava prápido. O inglês dele era terrível!

Não é permitido fazer vídeos, apenas fotos e se você quiser, pode fazer uma foto com uma estatueta verdadeira do Oscar.

Ou ainda pilotar a super moto do Batman pelas ruas de Gothan City. É só pagar um pouco a mais que a experiência é entregue a você num pendrive em vídeo e foto. É muito engraçado o vídeo.

O vídeo é muito legal!

Confesso que esperava mais do passeio, mas creio que não foi uma falha deles e sim excesso de expectativa da minha parte. #eduardo 

Chegou então o momento de irmos conhecer o que imagino ser a parte mais famosa de Los Angeles, Hollywood!

Fomos para um shopping chamado Hollywood & Highlands. É um complexo de lojas e restaurantes que fica ali mesmo na Hollywood Boulevard, do ladinho do Teatro Chinês, aproveitamos para almoçarmos no Hard Rock. Gostamos muito de lá e sempre procuramos por ele nos outros estados. É neste complexo que acontece o “Red Carpet” do Oscar e lá também tem um lugarzinho no final do shopping onde dá pra ver o letreiro “HOLLYWOOD”. Até tentamos tirar uma foto, mas estava muito distante.

Bem lá no fundo está escrito HOLLYWOOD. Você viu?

O Eduardo estava ansioso pra ver o famoso letreiro, parecia criança perguntando toda hora onde a gente ia pra ver rsrs. Acho que ficou decepcionado pois, como fica longe, dá pra ver, mas não é uma vista tão maravilhosa rsrsrs… nas fotos mal aparece kkk… também aproveitamos o clima quente da Califórnia pra tomar um sorvete recomendado por amigos do Brasil, o Cold Stone, não deixou a desejar, uma delícia e bem diferente.

Saímos de lá já na CALÇADA DA FAMA, onde ficam as estrelas dos artistas moldadas no passeio. Percorremos apenas duas das várias quadras, é legal conhecer mas nada que nos fizesse ficar muito empolgados, assim como o CHINESE THEATRE, ali mesmo em Hollywood  Boulevard, onde ficam as mãos e sapatos de atrizes. 

O interessante é que essa tradição começou com uma atriz que pisou acidentalmente no cimento fresco. Além de mãos e sapatos tem sempre uma frase de efeito ou coisas curiosas pelo local e só. #rhainna

Partirmos para o Museu de Hollywood, que também é visita imperdível para os cinéfilos, ele fica bem perto de onde estávamos, dá pra ir á pé. 

Muitos objetos, carros, roupas originais de artistas e filmes estão no acervo do museu, além de muita história e curiosidades sobre artistas do passado, como Marilyn Monroe.

No museu, que tem quatro andares, existe um porão dedicado aos filmes de terror com alguns ambientes surpreendentes, como os do filme Silêncio dos Inocentes – que é um nossos preferidos.

Se você não viu esse filme, não perca tempo e confira esse clássico do cinema. O que poucas pessoas sabem é que existem três filmes sobre essa história e todos são ótimos! #eduardo

Como a vista do letreiro do shopping não agradou, saímos de lá para ir ver de perto o tão falado letreiro de Hollywood, imagino que como nós, muitas das pessoas que viajam a Los Angeles desejam tirar fotos do famoso letreiro.

Esta foto foi feita junto com a capa, só que sem corte.

Em nosso imaginário, achávamos que encontrar o tal letreiro seria fácil. Bem, na verdade não é tão simples, depois de muita pesquisa achei um endereço e jogamos no GPS, não dá pra chegar tão próximo quanto gostaríamos, mas é o máximo possível. O letreiro fica num terreno particular, onde é proibida a entrada. Assim como nós, haviam vários outros turistas se movimentando pelo local em busca de um bom ângulo para a foto. Nós não fomos muito bem sucedidos, nossa foto ficou muito aquém das nossas expectativas. 😓

De lá fomos para o OBSERVATÓRIO GRIFFITH, local onde estivemos no dia anterior quando chegamos à Los Angeles em nossa primeira busca ao letreiro, porém, já estava fechado e não dava pra ver nada já que não há iluminação no letreiro.

Pois bem, desta vez fomos para ver o pôr do sol lá de cima. Ao nos aproximarmos, surpreendemo-nos com a grande movimentação no local, foi muito difícil conseguir estacionar o carro e quando conseguimos o sol já estava dando seus últimos suspiros no horizinte, antes de desaparecer totalmente, mas conseguimos salvar alguns cliques😎.

Pôr-do-sol no Observatório.

Aproveitamos que já estávamos por lá e com vaga no estacionamento garantida e fomos conhecer o observatório propriamente, que é um dos melhores dos EUA.

Valeu muito a pena o passeio pelo local, tanto que desistimos de ir assistir ao apresentação da sinfônica de Los Angeles para explorar melhor o prédio, que é muito bonito e cheio de coisas interessantes. Fomos também ao planetário para ver uma apresentação muito legal sobre o Big Bang, uma experiência que vale a pena fazer, adoramos o local. Na minha opinião, apesar de meio desconhecida é a melhor atração de Los Angeles. Ficamos lá até fechar e saímos a contra gosto. Um destalhe: a entrada para o observatório é gratuita, mas a apresentação e o estacionamento é pago. #rhainna

A cidade tem muita coisa para se conhecer, assim é preciso eleger algumas que são de interesse e correr atrás delas. Por exemplo, gostamos muito dos filmes da franquia Veloses e Furiosos, nada mais justo que visitar a casa de Dominic Toretto, o “Bad Ass” do filme. Nós gostamos muito, mas se você não for muito fã dos filmes, não vá! É bem longe e não há nada preparado para turistas lá, apenas a casa que foi usada nas gravações.

De lá fomos para outro local famoso da cidade que, ao chegarmos lá, descobrimos que não tem nada demais, Beverly Hills.

Na verdade, apenas uma avenida, a Rodeo Drive, que é o Grand Point e já foi palco para as gravações de muitos filmes, como Uma Bela Mulher. Você pode encontra lá várias lojas de super grifes mundiais e ótimos restaurantes. Aproveitamos para almoçar num ótimo restaurante italiano, aliás é a culinária ibérica que está nos salvando, pois já enjoamos da comida típica daqui, que várias vezes é apenas fast food.

No final, ou no cameço da avenida, há uma praça com uma fonte e sobre ela o nome Bervely Hills, onde vários turistas vão para fazer fotos, nada extraordinário. Como bons turistas que somos, fizemos a nossa também. 

Los Angeles é uma megalópole cosmopolita, de trânsito terrível, pessoas amistosas e ruas mal cuidadas. Como local para conhecer nos EUA, se houverem outras possibilidades além desta cidade, como por exemplo New York, San Francisco, New Orleans e Até San Antonio, no Texas eu escolheria as segundas opções, questão de gosto.

Outra atração turística que fica próximo de Los Angeles e que nos interessa muito é um parque de diversões chamado Six Flag, que é um parque só de montanhas russas. Claro que fomos nele, mas essa é outra aventura!

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