A PARTIDA E A CHEGADA 

Saímos de casa com as três imensas horas de antecedência que a empresa pede e fomos para o super moderno e imenso – SQN – Aeroporto Internacional de Goiânia, que de Internacional só tem o nome, já que de lá não sai nenhum vôo para fora do país. Fizemos o check in normalmente, para isso basta levar seu passaporte com visto e obedecer as instruções sobre bagagem despachada – aquela que não vai conosco – e principalmente as bagagens de mão. As regras são as mesmas para todas as empresas aéreas, visto que são regulamentadas e fiscalizadas pela ANAC.

Infelizmente os atrasos começaram logo no primeiro vôo para São Paulo, que mesmo sendo um vôo doméstico, teve problemas. Depois que todos já estavam à bordo, com a aeronave já taxiando, o avião teve que voltar por causa de problemas técnicos. Quando o comandante anunciou que por medidas de segurança teríamos que voltar, teve muita gente arregalando os olhos. Após um atraso de mais de uma hora o avião alçou vôo, junto com as orações silenciosas e sorrateiras dos mais aterrorizados por medo de avião. #eduardo 

Chegamos ao Aeroporto de Guarulhos, onde fizemos conexão para Houston, e só não perdemos o vôo, em virtude do atraso do primeiro, porque este também estava com uma hora de atraso. De qualquer forma nossa chegada foi uma correria, quem conhece o Aeroporto de Guarulhos sabe como é grande. Qualquer deslocamento leva bastante tempo, tivemos que correr boa parte do trajeto acompanhando o funcionário da empresa, pra nós não houve problemas quanto a isso, porque temos preparo físico, mas uma pessoa sem preparo ou idosa teria tido muita dificuldade. Ter pouca bagagem de mão facilita bastante nessas horas, pois além de ser menos peso para carregar, evita a perda durante a correria toda.

Depois de todos os atrasos possíveis, embarcamos para a terra do Tio Sam. Como já eram mais de 22 horas e só chegaríamos em Houston pela manhã, foram servidos jantar (que eu não gostei), sobremesa e café da manhã à bordo.  A empresa ainda forneceu uma manta e um travesseiro para passar a noite. O único inconveniente é a falta de espaço na classe econômica, o que nos fez querer a primeira classe na viagem de volta – quem não quer, né? 😁. O espaço para dormir confortavelmente faz toda diferença. A temperatura fica por volta dos 16°C, então se você acha frio é bom levar algo para se agasalhar. #rhainna 

Durante o vôo, os comissários de bordo entregam aos estrangeiros que irão entrar nos Estados Unidos uma ficha onde você deverá declarar algumas informações – leve uma caneta na bolsa. Dentre outras coisas que eles perguntam, o Tio Sam quer saber quanto dinheiro em espécie você está levando, seja em moeda do seu país ou em dólar.

O assunto envolvendo valores a serem levados para dentro do país, possui alguns detalhes menores que devem ser obedecidos, para saber mais sobre ele clique aqui. #eduardo 

Como já era de se esperar, ao chegar em Houston perdemos a conexão para Miami. Fora o atraso dos voos anteriores, tínhamos que pegar a bagagem despachada, passar pela alfândega, despachar novamente e ainda fazer mais um longo trajeto até o local de embarque. Por este motivo, nossa chegada à Miami que estava prevista para o final da manhã, só aconteceu no início da noite, o que nos chateou um pouco, porque estávamos planejando participar das comemorações de 4th de Julho – Independence Day. 

Como Houston foi a primeira cidade americana a desembarcarmos, passamos pela temida imigração e depois pela alfândega neste aeroporto. Na imigração solicitaram e verificaram nossos passaporte e nos questionaram se viemos a trabalho ou a passeio, onde iríamos ficar e qual a data de retorno para o Brasil. Essa entrevista é um pouco tensa, já que o visto de turismo não é garantia de entrada no país. Mesmo com o visto em mãos, se eles não gostarem da sua cara, não autorizam sua entrada.

Na alfândega entramos em uma fila bem demorada, onde os guardas checaram nossas bagagens, abriram as malas de mão onde colocamos apenas remédios e não pediram para ver as receitas médicas, mesmo havendo remédios injetáveis entre os itens. É prudente sempre trazer as receitas médicas referentes aos remédios trazidos nas bagagens. 

Determinam retirar os sapatos, esvaziar os bolsos, retirar cintos, objetos metálicos e eletrônicos e passamos por um scanner e sustenta aciona o detector e que evitem também acessórios que também tenha que ser retirado. São momentos críticos em que muitos pertences podem ser esquecidos ou perdidos. Vimos alguns americanos viajando com roupas que pareciam pijamas, durante a passagem pela alfândega percebemos o quanto isso facilitou a vida deles. #rhainna

Pequenos detalhes do dia a dia: os banheiros aqui são como na Europa, não possuem cestos de lixo, o papel higiênico e lançado direto no vaso sanitário, o que no Brasil é diferente. As tomadas aqui também são de um padrão diferente do usado na terra Brasilis, mas no próprio aeroporto você consegue comprar um kit de adaptação ou mesmo um carregador de celular com o padrão daqui, mas já alerto que no aeroporto é mais caro, se você puder comprar em outro lugar é melhor. #eduardo 

Chegamos ao Aeroporto de Miami e ao contrário do Aeroporto de Houston, não havia Wi-Fi liberado. Precisávamos de internet para contactar nosso personal concierge. Após várias tentativas, fomos informados que ao chegar de um vôo naquele aeroporto, teríamos direito a 30 minutos de acesso gratuito, porém, ninguém soube nos informar como fazer. Também não havia estabelecimento onde poderíamos utilizar a rede, nem mesmo pagando. Partimos para o uso dos telefones públicos, lemos as informações e utilizei minhas moedas para pagar, porém, apesar de colocar as moedas, o telefone continuava acusando a necessidade do pagamento e eu muito impaciente que sou, coloquei todas as moedas que tinha. Resultado: Não consegui fazer a ligação e o telefone não devolveu minhas moedas. Só depois soube que deve-se colocar uma única moeda do valor da ligação, não várias até completar o valor 😬. Fomos mais uma vez em busca de informações para tentar fazer uma ligação ou mesmo outro lugar que poderíamos usar a internet, nesta hora uma funcionária latina, muito gentilnente e de forma voluntária  nos fez o favor de emprestarnos o celular, só assim pudemos encontramos nosso concierge, que já estava no aeroporto nos procurando e fomos para o hotel.

Welcome to Miami Beach.

Como já havia contado em um post anterior, fechei a hospedagem da primeira semana em Miami pela companhia de viagens CVC, junto com a compra das passagens aéreas e o seguro. Como ainda não havia contratado os serviços de consultoria para a viagem, tinha apenas a intenção de ter um lugar definido inicialmente, para ficar ao chegarmos e só então decidirnos com tempo para onde iríamos depois. 

Fomos para o Lexington Hotel, em Miami Beach. Quando chegamos lá o hotel estava as escuras, sem energia elétrica, sem sistema para fazermos nosso check in e sem elevador para subir para o quarto, imagina carregar um monte de malas quatro andares acima!

Como queríamos no mínimo ver a queima dos fogos de artifício, estávamos com pressa e deixamos as malas na recepção. Precisava também trocar de roupa, pois o calor de Miami já estava mostrando sua cara, para isso tive que usar um sanitário do saguão do hotel para trocar de roupa e rapidamente saímos para a praia a tempo de ver as comemorações ao Independence Day.

Nosso personal concierge,  levantou informações sobre o hotel e disse que haviam recorrentes reclamações de falta de energia e ainda relatos de um inseto conhecido popularmente por aqui como bedbugs, que além de picar as pessoas, causando fortes reações alérgicas, ainda se escondem nas roupas e viram um tipo de praga difícil de eliminar. Isso foi o suficiente para não querermos mais voltar para o lugar e como já haviamos fechado com o concierge o apartamento onde ficaríamos depois da estada neste hotel, ele adiantou a data e fomos direto pra lá. Quando voltamos para buscar nossas malas, cerca de cinco horas depois, o hotel ainda estava sem elevadores e sem sistema de funcionamento, ou seja, a melhor decisão foi sair de lá. Não sabemos se vamos ou não receber o dinheiro de volta. Vamos informar o fato a empresa e ver no que dá.

Vista do Condomínio Maison Grande em Miami Beach.

Eu sou extremamente detalhista para escolher hospedagem, desta vez confiei na CVC e me decepcionei muito. Não recomendo este hotel e nem esta empresa, já que é obrigação dela saber que tipo de hospedagem ela está oferecendo para seus clientes. Mais uma vez, se você pretende vir aos EUA, indico o Douglas Ribeiro – personal concierge da Royal Premier – clique aqui para acessar o Instagram. Ele sim tem compromisso com as indicações que faz, além de dar assistência para todos assuntos relacionados a viagem e sempre com preços justos. #rhainna 

Um comentário em “A PARTIDA E A CHEGADA 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s