CIDADE XII – SANTA MONICA 

Santa Monica é uma cidade litorânea que fica há uma hora de viagem de Los Angeles, fomos para lá no segundo dia que ficamos em L.A.

O primeiro lugar a ser visitado foi o famoso píer de Santa Monica, que é também o ponto final da histórica Rota 66, a mesma que iremos fazer dentro de alguns dias. O pier é muito movimentado, cheio de turistas e artistas de rua, parecia até um circo! Homens gritando, dançando, cantando, desenhando, saltado… tinha de tudo.

Neste pier fica também o marco final da famosa e histórica Rota 66, a qual fizemos um passeio de moto alguns dias após essa foto.

Demos uma volta no pier, tomamos alguma coisa, assistimos a show de acrobacias de alguns artistas de rua, descansamos um pouco, pois o corpo já estava cansado das inúmeras tarefas obrigatórias que um turista tem que realizar e voltamos para L.A.

A praia é limpa e muito bonita e por ser uma sexta feira, ela estava lotada. #eduardo

CIDADE X – TUSAYAN – A cidade do Grand Cannyon

Na verdade pouco temos a falar do Gran Canyon, pois não há foto, vídeo ou texto que consiga expressar o que é o Gran Canyon!

A viagem para Tusyan é tranquila e com belas paisagens. A cidade é pequena e vive exclusivamente em função dos turistas que chegam lá a procura das belezas naturais do Gran Canyon.

Chegamos no parque ecológico por volta das 13 horas e ficamos até as 21 horas mais ou menos, o preço por carro é $ 30,00 e dá direito a sete dias de entrada no local. Você pode também optar por um pacote de 30 dias de entrada, que é vendido também na entrada do parque.

Altitude em metros, marcado no precipício do Gran Canyon.

Existem três grandes estacionamentos e vários prédios e o que mais importa para os turistas é o Centro de Turistas – óbvio! Lá recebemos informações sobre o que visitar no parque e por onde começar.

Como tínhamos a tarde toda, a atendente nos indicou uma caminhada de pouco mais de duas milhas, margeando o abismo formado pelas paredes do Gran Canyon e lá fomos nós!

O parque tem uma estrutura totalmente voltada para os turistas, inclusive com um hotel muito bonito, onde almoçamos as quatro da tarde! – vida de turista é difícil.
Uma das atrações do parque, que é aguardada pela maioria dos visitantes é o por do sol e como os outros, nós também estávamos lá. Se você quiser uma mesa no restaurante do hotel, com vista para o espetáculo, você tem que reservar antes, do contrário não consegue.

Esperando o pôr-do-sol.

O parque se encontra em plena reserva florestal e é habitado por várias espécies animais, inclusive os castores, ficam correndo tranquilamente entre os turistas, que começam a fotografar como malucos quando eles dão o ar de sua graça.

Presenciamos o milagre diário que o sol, em contraste com o Gran Canyon, oferece todos os dias aos visitantes do parque e rumamos para o estacionamento onde estava nosso carro, no caminho cruzamos com um grupo de pessoas, conduzidas por um guia do parque, que estavam iniciando um passeio noturno pelas trilhas. Não acompanhamos eles, mas achamos muito legal.

O parque já estava escuro e ele não é muito bem iluminado, acho que fazer um pouco o clima selvagem do local. Quando fomos para estacionamento não encontramos o carro, pois a paisagem do momento que chegamos – com luz solar e pátio lotado, mudou muito. Agora estávamos apenas com a luz de uma lua no quarto minguante e do flash do celular. O resultado foi que andamos pelos três estacionamentos e depois de uns quarenta minutos encontramos o carro.

O que me consola um pouco é que haviam várias outras pessoas, que como nós, não sabiam onde haviam estacionando seu carro. Faz parte da viagem perder o carro no meio da floresta. SQN!

Encontrado o carro, o outro problema foi sair do parque, que é enorme. Sinal de internet não chega lá, já não haviam tantas pessoas nas ruas e as que nós perguntamos, também não sabiam a direção da saída. Lá se foram mais uns trinta minutos andando de carro na floresta!

Então lá vão duas dicas, caso você queira ficar no parque para ver o pôr-do-sol: a) leve um mapa, pois não há sinal de internet, ou já deixe o caminho de volta para o hotel baixado no aplicativo do celular  (Google Maps ou Wase); b) coloque seu carro em um lugar de fácil acesso e memorize o local, isso pode de poupar muito tempo e pernada.

Mas como sempre costumamos dizer: Viajar é ir de encontro ao inesperado! Valeu a pena cada segundo gasto no Gran Canyon, se você tiver a oportunidade de conferir pessoalmente esse espetáculo da natureza, não perca a chance, vá!

Partiu Los Angeles!

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DE VOLTA À PHOENIX

Deixamos as luzes de Las Vegas e voltamos para  a capital do estado do Arizona, Phoenix, que uma cidade muito limpa, de trânsito tranquilo, com pessoas acolhedoras. Mas Phoenix nos trouxe uma nova compreensão do que é o calor!

Voltamos para Phoenix para fazer um curso de tiro com fuzil e a pista de treinamento fica em pleno deserto. A cidade por si só já é bem quente, mas o deserto e mais ainda, um novo paradigma do poder destrutivo do sol nos foi apresentado.

Acordamos cedo e fomos para o estande de tiro, onde nos esperava o professor e seu staff. Já as oito da manhã o sol já estava muito quente, as 14 horas o próprio professor decidiu finalizar a aula, pois a temperatura estava 48,3° C. Detalhe, nós estávamos equipados com roupas pesadas, joelheira, cotoveleira, colete, abafador de ruídos e com um fuzil em bandoleira e não estávamos estáticos, mas sim em movimento, sob o sol mais avassalador que já sentimos.

Ao centro nosso amigo Gabriel, presidente da SAC.

Felizmente as armas eram de ótima qualidade – carabinas da ArmaLite – e o professor era de altíssimo gabarito, esses pontos mantiveram nossa moral alta durante o curso, pois o corpo já não sustentava mais. 

O resultado do primeiro dia de curso foi um início de insolação pra mim e os dois destruídos. Fisicamente exaustos, mas muito satisfeitos com o curso.

Para o segundo dia fomos mais preparados, com roupas com proteção UV e começamos o curso as seis horas da manhã, assim conseguimos evitar seus raios por grande parte da manhã, mas por volta das doze horas novamente a temperatura estava acima dos 48° C. Por volta das 15 horas terminamos os treinamento e o professor encerrou o curso, entregando os certificados e fazendo os agradecimentos.

Desta vez, mais bem preparados para o sol do deserto, terminamos o dia mais inteiros do que o anterior, mas a satisfação e o sentimento de realização era maior que do outro dia, pois valeu a pena cada segundo debaixo do sol do deserto do Arizona, a qualidade dos ensinamentos foi altíssima, algo que infelizmente não se encontra nas terras tupiniquins.

Na segunda feira fomos convidados pelo nosso amigo Gabriel Araújo, presidente da SAC – Strategic Armory Corps, para testar as armas que eles fabricam. É a mesma coisa de jogar o sapo na lagoa, adoramos o convite e aceitamos imediatamente!

Novamente voltamos para o mesmo estande de tiro no deserto para testar as armas da SAC, só que dessa vez, como não estávamos fazendo nenhum treinamento tático, pudemos ficar debaixo de uma cobertura, que nos protegeu do sol – que é algo muito bom, mas não do calor, que estava naqueles 48° C, padrão do deserto do Arizona.

No outro dia cedo fomos para as paisagens paradisíacas do Gran Canyon, que fica também no Arizona. Mas essa é outra história!

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CIDADE IX – LAS VEGAS 

​”WHAT HAPPENS IN VEGAS STAYS IN VEGAS.” – O que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas. Esta icônica frase descreve bem o espírito de Las Vegas, a “cidade do pecado”. Tema de músicas, filmes e sonho de visita de muitos. Aqui você pode comer, dançar, beber e farrear a vontade. Aqui você pode agir e ser aquele que você não pode ser em casa!
​Primeiramente, só um panorama: tudo em Vegas acontece na Strip, ou Las Vegas Boulevard, que é a rua onde os grandes hotéis e as principais atrações da cidade estão situados. #eduardo

Nosso Personal Concierge nos fez reserva em um famoso hotel da cidade, o Stratosfere Hotel, um hotel-cassino com a maior torre de observação dos EUA e cheia de atrações radicais para os turistas e está situado na movimentada Las Vegas Boulevard que destaquei.

Chegamos na segunda feira a noite, demos uma caminhada pelo início da avenida, compramos algumas lembranças e voltamos para o hotel, demos uma olhada no cassino, fizemos um lanche rápido e fomos para o quarto descansar, afinal foram mais de cinco horas de viagem.

Na terça-feira, acordamos e fomos direto para a Las Vegas Strip, estacionamos no parking do Caesars. Primeiro, entramos no Forum Shops, que é um shopping enorme com toda a decoração inspirada em Roma, assim como o próprio Ceasars Palace. Lá tem bastante coisa boa para ver, comprar e, obviamente, comer. Almoçamos em um restaurante italiano que tem porções gigantescas por um preço bem acessível, os pratos estavam ótimos mas o melhor era sem dúvidas o ambiente, meio penumbra, simulando o entardecer em Roma.

O Eduardo que já esteve lá disse que é exatamente daquele jeito. Há ainda um show com as estátuas que se movem, inspirado na história da cidade submersa de Atlantis – nessa área, tem também um aquário e lojas com obras de arte incríveis.  Dali, fomos conhecer o Ceasars em si, que é um hotel também enorme e que fica empatado com o Bellagio no posto de mais imponente da cidade.

Saímos de lá e fomos para o Venetian, inspirado, como diz o nome na cidade de Veneza. O hotel é gigantesco, tem uma réplica do Grand Canal da cidade italiana em que você pode andar de gôndola, a Torre do Campanário e a Praça San Marco onde assistimos uma apresentação músico teatral muito legal – encanta especialmente quem deseja visitar a cidade de Veneza, como a gente.

No caminho, há hotéis como o Treasure Island, que tem uma decoração bem legal na porta com navios piratas e uma lojinha cheia de caveiras lindas – compramos várias pra nossa coleção, o Mirage que fica ao lado e o Casino Royale, que é mais old school.

Voltamos para o nosso hotel e fomos explorá-lo, demos uma volta por suas lojas, subimos na torre para ver a cidade – uma vista deslumbrante – e compramos o passaporte para os brinquedos da torre que incluem um carrinho que desce até a ponta de uma rampa tendo apenas  o ponto mais alto de vegas como precipício a sua frente, um elevador que sobe em alta velocidade até a ponta da torre e desce também muito rápido e um brinquedo de rodar pendurado na torre.

Após as diversões super radicais da maior torre de observação dos Estados Unidos, descemos para o cassino e meu esposo foi se aventurar no jogo, apostou 5 dólares e ganhou 38 cents, não quis mais brincar 🤣🤣🤣.

Na quarta feira, estacionamos em frente ao hotel Luxor e fomos almoçar no Buffet do hotel, que remete ao Egito e tem formato de pirâmide. Também é muito bonito e gostamos muito do almoço. Fomos caminhando até a área do Bellagio, onde ficam o Harrah’s, o Flamingo e o Bailly’s, que não são nada demais, e o Paris, que representa muito bem a cidade de Paris, com direito a Torre Eiffel – na qual você pode jantar, no restaurante, ou subir para ver a cidade, é só pagar – e Arco do Triunfo. #rhainna

No caminho encontramos uma loja do Avengers com várias coisas legais dos super heróis do grupo. Roupas, souvenires e até bonecos realistas, inclusive no tamanho, a venda. Quem gosta de Avengers e for em Las Vegas, não pode deixar de ir ao lugar.

Uma exposição interativa também está disponível para os fãs e só pagar e curtir. Mas há também uma que é de graça que é super legal – eu fui na de graça! Nela você participa de um treinamento com a roupa robótica do homem de ferro. Muito legal o vídeo game!

Fomos enfim conhecer o famoso Hotel-cassino Bellagio. Acredito que ele seja o hotel mais famoso de Las Vegas, afinal foi palco do filme Onze homens e um segredo. O local é incrível, é o cassino mais chique de todos que visitamos.

Em frente ao Belagio há um lago muito bonito, onde acontece de hora em hora o famoso Ballet das Águas. É um espectáculo magnifico, que durante a noite é ainda mais belo, graças as mais de quatro mil luzes que iluminam os esguichos d’agua que dançam ao som de diversas músicas, inclusive Frank Sinatra, que é ídolo muito celebrado aqui em Vegas.

Depois destes dois dias de pernada em Vegas – a caminhada entre os hotéis, cassinos, shoppings e ruas é imensa, as pernas já estavam gastas e meu marido disse que nós estávamos “andando igual a dois camelos!” kkk. Acho que ele se inspirou no calor desértico de Vegas, para criar esta frase, afinal é verão e a impressão é que cidade estava em chamas.

Voltamos para o hotel e fomos jantar no restaurante da torre, onde é preciso fazer reservas prévias. Este restaurante já foi eleito “the best of the world” – o melhor do mundo – por uma comissão gastronômica dos EUA.

A vista das mesas mostra a cidade, que está a mais de 350 metros abaixo. Com certeza a vista é linda e assim como a Torre de San Antonio, as mesas ficam girando, o que proporciona aos clientes uma vista completa da cidade, sem precisar sair do local. A vista inspira contemplações, pois é linda, mas eu não diria que a comida é a melhor do mundo! rsrs… A comida é boa, cara, mas nada de especial.

Saímos de lá e fomos para nosso tão esperado vôo de helicóptero pela cidade. Eu nunca tinha voado e amei, achei uma pena não ser mais longo. A vista é incrível e por ser noite acho que foi ainda melhor pelo efeito das luzes dos cassinos e prédios, que possuem uma iluminação que proporciona um show Inesquecivel!

As atrações e diversões de Las Vegas são muitíssimas e também muito variadas. Como amamos armas de fogo, na quinta feira, fomos ao Battlefield, um stand indoor que disponibiliza várias armas que são difíceis de se encontrar para atirar até mesmo nos EUA.

Pegamos um pacote muito bom, foi caro mas compensou. Compramos bastante coisas na lojinha, a gente não resiste🙈, tudo muito a nossa cara…

Eles ainda tem um acervo de carros, helicópteros e armas da segunda guerra em exposição que valem varios cliques.

Saímos de lá já bem tarde, não havíamos tomado café da manhã nem almoçado. Fomos ao Bellagio fazer nossas reservas para o espetáculo do Cirque du Soleil e aproveitamos para jantar no Buffet e dar uma passadinha pelo jardim do Hotel, aqui também tivemos nossas expectativas frustradas em relação a comida, que é muito bonita visualmente, mas não agradou muito o nosso paladar.

Fomos para o hotel nos arrumar e retornamos para o espetáculo “O”, que é um show indescritível!!! Existem vários shows do Cirque du Soleil na cidade, mas este espetáculo “O”, é considerado o melhor de todos.

Não é permitido filmar ou fotografar o espetáculo – só o encerramento que pode filmar. o que na verdade é bom para não perder nada da apresentação. O palco é incrível, as acrobacias são feitas, em grande parte na água, e a visão é ótima de onde nós ficamos. É preciso escolher o local onde vai se sentar na compra dos ingressos, pagamos um pouco mais caro mas valeu muito a pena. Saímos de lá extasiados 😍.

Aproveitamos que estávamos no Belagio e fomos assistir novamente ao Balé das Águas, desta vez a noite, e foi ainda mais bonito, gracas as luzes que falamos anteriormente.

Como o Eduardo bem pontuou, foram muitas coisas surpreendentes em um único dia. Voltamos para o hotel com a missão Las Vegas cumprida, cansados mas super satisfeitos. Ainda tivemos pique pra tomar uma cervejinha no cassino do hotel pra fechar a noite. #rhainna

Pois é amigos, andamos como camelos em Las Vegas. Só andei desse tanto trabalhando na PM! Terminei o primeiro dia de andanças com as pernas anestesistas, mas conseguimos entrar e passear pelos principais cassinos e shoppings temáticos da cidade.

Las Vegas é uma cidade de diversão e festa e é muito mais bela durante a noite, que esconde suas ruas sujas e seu exército de moradores de rua. Com certeza é um lugar onde se pode fazer coisas malucas, como se casar bêbado em uma das várias salas de cerimônia que vimos pela cidade. Ou se esbaldar nas festas e cassinos, mas pessoalmente acho que para morar, Las Vegas não é tão acolhedora.

Deixamos a cidade dos prazeres, onde tudo que acontece lá, fica lá e voltamos para a calorosa cidade de Phoenix, no Arizona, literalmente calorosa! #eduardo

ABASTECENDO O CARRO – que terror!

Certas coisas que são corriqueiras para nós brasileiros em nossa terra natal, aqui nos EUA podem ser muito difíceis nas primeiras vezes. Dentre outras coisas, abastecer é uma delas, pois aqui não há a comodidade de um frentista, como acontece no Brasil.


Existem várias formas de se pagar o abastecimento de um carro, fizemos um vídeo falando um pouco sobre o tema, mas já adianto que ele não exauri o tema. Uma das coisas que o vídeo não fala é que você deve sempre lembrar de que lado está o tanque de combustível. Parece algo tolo, mas isso pode te poupar muita manobra de carro e tempo.

Outra coisa muitíssimo importante é não colocar Diesel em vez de Gasolina. Em algumas bombas o bico da bomba sequer entra no buraco do tanque de combustível, justamente para evitar esse erro fatal, mas não sei dizer se todas as bombas de combustível daqui tem esse “mecanismo de segurança”.

Mas a dificuldade é só no começo. A necessidade faz o sapo pular!

É UMA FARMÁCIA OU UM PARQUE DE DIVERSÃO?!

Algumas pessoas nos indicaram ir ao Walmart e também a farmácia, dizendo que seria novidade na certa. Não entendemos na época, mas depois que conhecemos, ficamos surpresos com a quantidade de coisas e com diversidade de produtos, que na maioria não se encontra em uma farmácia no Brasil.

Este vídeo foi feito em uma loja da rede Wallgreens, que encontramos em quase todas as cidades que fomos, todas no mesmo padrão, grandes e com uma grande variedade de produtos, que para nós brasileiros não deveriam estar lá. Mas existe outra rede chamada CVS que também é do mesmo estilo do Wallgress, ou talvez bem mais diversificado. Para vocês terem uma ideia, nos compramos um pacote de um estande de tiro em Las Vegas nesta rede de farmácias, com direito a tiro de metralhadora, lançamento de granadas e tudo mais!

CIDADE VII – SAN ANTÔNIO 

San Antonio é uma grande cidade, bem organizada, bonita e com várias atrações turísticas. Esta cidade foi palco de uma história de muito orgulho e bravura do povo texano e por sua vez, uma história de luta por liberdade do povo americano.

Fizemos a pesquisa de sempre sobre a cidade, sua história e pontos turísticos e o principal local turístico é um sítio histórico chama do de Alamo e Tower of América.

Nos dirigimos para lá, onde encontramos um centro de informação turística e tivemos informação sobre um passeio de barco pela cidade, sobre o ônibus turístico e sobre um pacote que você comprar para essas três atrações que sai mais em conta.

Como o sol estava muito forte não tivemos coragem de fazer o passeio no segundo piso. Na verdade acho que o passeio de ônibus e dispensável nessa cidade, não há muita coisa interessante. Demos muita sorte que o motorista era muito divertido e tinha um inglês compreensível.

Descemos do ônibus e fomos para o rio, onde faríamos o passeio de barco pela Riverwalk, esse sim é um passeio imperdível, pois passa por locais muito bonitos.

Este rio já causou enchentes trágicas e quase foi acimentado por completo pela prefeitura, mas depois de muitos protestos ele acabou sendo transformado na segunda maior atração turística da cidasde, a Riverwalk. Obras de contenção e represas para lidar com as cheias foram feitas e suas margens foram transformadas em calçadões com jardins, restaurantes e lojas e é neste lindo cenário que o barco passa calmamente.

Aproveitamos a variada praça de alimentação que fica próximo do local onde o barco termina o percurso e almoçamos no Hard Rock Cafe da cidade. Comida boa, cerveja gelada, ar condicionado e boa música, combinação perfeita.

THE ALAMO 

Se você quer entender a bravura e o espírito de liberdade dos texanos, você tem que conhecer este lugar, que a princípio é até simples, com construções históricas rústicas, mas muitíssimo rico de histórias reais e heróicas. 

The Alamo foi a mais famosa das missões espanholas, símbolo do Texas, é relativamente pequena, tem um jardim lindo e fica bem no centro da cidade. Foi onde menos de 200 texanos lutaram contra o exército espanhol, muito mais numeroso, em 1836 pela independência do Texas, numa batalha que durou 13 dias, e na qual todos os defensores do Álamo foram mortos. Eles viraram mártires, claro, e vem daí o grito de guerra “Remember the Alamo” (lembre-se do Álamo) usado em batalhas seguintes pelos texanos.
A lojinha de souvenires e um filme, que explica o que houve naquelas velhas paredes de pedra, devem ser obrigatoriamente vistos. A lojinha é muito legal, compramos vários coisas lá.

De lá fomos de carro para a Tower of América e no caminho percebemos vários pequenos morcegos saindo de baixo de um viaduto, demos a volta para saber se era o que estávamos pensando e acertamos! Paramos o carro e ficamos apressiando a revoada de milhares de morcegos, partindo para seu passeio noturno. Infelizmente tivemos problemas com o vídeo que fizemos e sobrou apenas uma foto para compartilhamos com vocês.

TOWER OF AMERICA

Entrada da torre, que também é muito bonita!

Torre das Américas é uma torre de observação de 229 metros de altura – mil degraus – e fica situada no meio do parque de HemisFair com uma plataforma de observação que é acessível por elevador. Há também uma sala de estar e um restaurante giratório na parte superior da torre que permite vistas panorâmicos da cidade.

O andar de cima da torre possui dois ambientes, um interno – bem tranquilo, e o externo, onde corre um vento super poderoso que faz a visita ser muito mais legal. O vídeo baixo mostra o restaurante giratório e sua vista maravilhosa e o vento poderoso de San Antonio, muito muito legal!

No último dia em San Antonio, já na estrada para Phoenix – Arizona, demos uma parada na Bass Pro, que é uma loja especializada em camping, pesca, caça e armas de fogo muito famosa aqui nos EUA. 

Já havíamos visitado outras lojas desta rede em outros Estados, mas nenhuma era tão grande e com tantos itens quanto esta. Claro que fizemos algumas comprinhas.

Mas na Bass Pro não tem apenas armas de fogo, tem coisas bem legais também. 

Depois das compras seguimos para a próxima cidade, Phoenix, 1800 kilometros de deserto, montanhas, pinheiros e caquitos, Estados Unidos a dentro. Confesso que gostamos muito do Texas, foi onde comemos bem, conhecemos muita coisa que nos interessa, mas acima de tudo gostamos do jeito texano de ser, acho que nos daríamos muito bem aqui, eu e minha cowgirl. Se você leu até aqui é porque achou interessante nosso blá, blá, blá. Então aproveita e se inscreva no Blog, assim, toda nova publicação, você irá receber por e-mail, não vai perder nada!