DE VOLTA À PHOENIX

Deixamos as luzes de Las Vegas e voltamos para  a capital do estado do Arizona, Phoenix, que uma cidade muito limpa, de trânsito tranquilo, com pessoas acolhedoras. Mas Phoenix nos trouxe uma nova compreensão do que é o calor!

Voltamos para Phoenix para fazer um curso de tiro com fuzil e a pista de treinamento fica em pleno deserto. A cidade por si só já é bem quente, mas o deserto e mais ainda, um novo paradigma do poder destrutivo do sol nos foi apresentado.

Acordamos cedo e fomos para o estande de tiro, onde nos esperava o professor e seu staff. Já as oito da manhã o sol já estava muito quente, as 14 horas o próprio professor decidiu finalizar a aula, pois a temperatura estava 48,3° C. Detalhe, nós estávamos equipados com roupas pesadas, joelheira, cotoveleira, colete, abafador de ruídos e com um fuzil em bandoleira e não estávamos estáticos, mas sim em movimento, sob o sol mais avassalador que já sentimos.

Ao centro nosso amigo Gabriel, presidente da SAC.

Felizmente as armas eram de ótima qualidade – carabinas da ArmaLite – e o professor era de altíssimo gabarito, esses pontos mantiveram nossa moral alta durante o curso, pois o corpo já não sustentava mais. 

O resultado do primeiro dia de curso foi um início de insolação pra mim e os dois destruídos. Fisicamente exaustos, mas muito satisfeitos com o curso.

Para o segundo dia fomos mais preparados, com roupas com proteção UV e começamos o curso as seis horas da manhã, assim conseguimos evitar seus raios por grande parte da manhã, mas por volta das doze horas novamente a temperatura estava acima dos 48° C. Por volta das 15 horas terminamos os treinamento e o professor encerrou o curso, entregando os certificados e fazendo os agradecimentos.

Desta vez, mais bem preparados para o sol do deserto, terminamos o dia mais inteiros do que o anterior, mas a satisfação e o sentimento de realização era maior que do outro dia, pois valeu a pena cada segundo debaixo do sol do deserto do Arizona, a qualidade dos ensinamentos foi altíssima, algo que infelizmente não se encontra nas terras tupiniquins.

Na segunda feira fomos convidados pelo nosso amigo Gabriel Araújo, presidente da SAC – Strategic Armory Corps, para testar as armas que eles fabricam. É a mesma coisa de jogar o sapo na lagoa, adoramos o convite e aceitamos imediatamente!

Novamente voltamos para o mesmo estande de tiro no deserto para testar as armas da SAC, só que dessa vez, como não estávamos fazendo nenhum treinamento tático, pudemos ficar debaixo de uma cobertura, que nos protegeu do sol – que é algo muito bom, mas não do calor, que estava naqueles 48° C, padrão do deserto do Arizona.

No outro dia cedo fomos para as paisagens paradisíacas do Gran Canyon, que fica também no Arizona. Mas essa é outra história!

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CIDADE VIII – PHOENIX

Deixamos o Texas para trás e rumamos para o Arizona, que é o Estado do Gran Canyon, mas como a distância era muito grande, cerca de 1.600 quilômetros, fizemos uma parada em New Mexico para dormir e seguimos para Phoenix. Pernoitamos na histórica Rota 66, onde até fizemos algumas fotos e compramos alguns souvenires, mas não nos estivemos muito nisso, pois iremos fazer uma parada específica para conhecer o Gran Canyon e também faremos um road trip de moto pela Rota 66.

Viemos para Phoenix para entrevistar um CEO da uma renomada fábrica de armas dos EUA, a ArmaLite e para isso fizemos uma mudança no trajeto original de nossa viagem.

No caminha para Phoenix encontramos na estrada um local chamado Knife City – Cidade das facas, e eu amante de facas que sou, fui obrigado a para e conhecer essa cidade maravilhosa!

Infelizmente não permitiram fotos ou vídeos dentro da loja, mas eu comprei um canivete super clássico e do lado de fora ninguém pode me impedir de registrar o momento. 

A viagem até Phoenix é longa, mas as paisagens são lindas e compensadoras. Tivemos a oportunidade de ver a mudança da vegetação enquanto atravessámos os estados, que era pantanosa na Flórida, passando para a desértica no Texas e no começo do Arizona. Neste mesmo Estado a vegetação passou a ser muito densa, com imensos eucaliptos e depois voltou a ser desértica, quando nos aproximamos de nosso destino.

Phoenix é a capital do estado americano do Arizona e é a capital mais populosa dos Estados Unidos. Nossa pesquisa não encontrou muitas atrações turísticas na cidade, assim, fomos cuidar de afazeres diários. A Rhainna foi para a Laundry lavar roupa e eu para o Car Wash, pois o carro estava imundo. Depois a esposa foi fazer as unhas e eu procurei um Barber shop para dar uma desbastada na barba – que não é lá grande coisa – mas não encontrei. Fomos descansar e dormir até quando o corpo aguentasse, pois estávamos muito cansados.

No domingo fomos conhecer o centro da cidade, que é longe de onde estávamos e é pequeno, se compararmos com os Down Town de outras cidades. Fomos à farmácia que mais parece um parque de diversão, encontrei um Barber Shop e depois fomos malhar os corpitchos na LA Fitness – mais pra frente a Rhainna vai falar sobre academias de musculação aqui nos EUA – jantamos e fomos nos preparar para a entrevista do outro dia.

Na manhã seguinte fomos a fábrica de rifles ArmaLite, que é mundialmente renomada, onde fomos muito bem recebidos pelo presidente da hollding e pelo proprietário, que é brasileiro. Eles nos mostraram a fábrica de fuzis e de outros materiais bélicos, fizemos as filmagens e uma entrevista, que foi ótima!

Inclusive fomos convidados a participar de um curso de tiro oferecido por eles, que iria acontecer no próximo fim de semana e claro que nós aceitamos! Assim, vamos para Las Vegas e retornaremos para Phoenix. Vamos rodar!!

Você se lembram que eu falei em uma publicação bem no começo do Blog que haviam duas formas de viajar? Uma mais travada, com reservas de hotel feitas com antecedência e tudo já bem delimitado e outra mais flexível, que iria se construindo de acordo com o aparecimento das contingências? Eu falei lá que numa viagem dessa envergadura, como é a nossa, que muito bem planejada e antecipada não dava certo, baseando em experiências pessoais anteriores. E assim está sendo. Muita coisa imprevista aparece e muita coisa que esperávamos não acontece. Aí meu amigo, tem que se adaptar!

Quem sofre nesse samba de datas e cidades e nosso Personal Concierge – Douglas Ribeiro, que tem que encontrar hotel, marcar e remarcar reservas e tudo mais. Ainda bem que o cara é fera e resolve tudo a tempo.

Tudo resolvido momentaneamente em Phoenix, partimos para o parque de diversão dos Estados Unidos, Las Vegas! Lá já está agendado muita diversão para nós. Agendado, desagendado e agendado de novo – Douglas tá tendo muito trabalho conosco. 

Partiu Vegas! #eduardo