É UMA FARMÁCIA OU UM PARQUE DE DIVERSÃO?!

Algumas pessoas nos indicaram ir ao Walmart e também a farmácia, dizendo que seria novidade na certa. Não entendemos na época, mas depois que conhecemos, ficamos surpresos com a quantidade de coisas e com diversidade de produtos, que na maioria não se encontra em uma farmácia no Brasil.

Este vídeo foi feito em uma loja da rede Wallgreens, que encontramos em quase todas as cidades que fomos, todas no mesmo padrão, grandes e com uma grande variedade de produtos, que para nós brasileiros não deveriam estar lá. Mas existe outra rede chamada CVS que também é do mesmo estilo do Wallgress, ou talvez bem mais diversificado. Para vocês terem uma ideia, nos compramos um pacote de um estande de tiro em Las Vegas nesta rede de farmácias, com direito a tiro de metralhadora, lançamento de granadas e tudo mais!

CIDADE VI – AUSTIN

Austin é a capital do Texas e é conhecida no Estado por ser bem diferente culturalmente das outras cidades, sendo inclusive chamada de “ovelha negra”!
É uma cidade muito bonita, com prédios impressionantes, igrejas lindas, bem organizada e limpa, porém, com poucas atrações turisticas. E o clima aqui é aquele do natural do Texas – sol de rachar! Olha que nós somos de Goiânia, que também é muito quente, mas o sol daqui é dolorido!

Pesquisamos o que havia na cidade e nos apareceu o Capitólio e nada mais intetessante, então décimos visitar o local, resolvermos algumas pendências pessoais e descansar, essa vida de turista cansa!

Paramos o carro em estacionamento público que ficava próximo do correio – post Office – e do Capitólio, fomos ao correio, onde enviamos algunas cositas para o Brasil e seguimos para o Capitólio.

O prédio e imenso e muitíssimo lindo! Ficamos impressionados com a suntuosidade do local, pois é um prédio público, que aliás, estava em funcionamento, os deputados estavam em sessão, vimos de longe quando um porta se abriu para permitir a saída de um senhor de idade e de chapéu, mais texano impossível.

A visita ao local é bem rápida, tiramos algumas fotos e voltamos para onde o carro estava, bem no exato momento em que uma agente de trânsito estava lavrando uma multa, pois havíamos passado do tempo máximo de permanência naquela estacionamento, mas isso é outra história que vamos contar em outra publicação.

Voltamos para o hotel e descansamos, o trecho a ser vencido no próximo dia era longo, rumo a cidade americana que está mais próxima da fronteira com o México e onde texanos lutaram e morreram pela independência de seu estado! Aproveita e faz sua inscrição no Blog, assim, toda nova publicação, você irá receber por e-mail, não perde nada! #eduardo 

CIDADE VIII – PHOENIX

Deixamos o Texas para trás e rumamos para o Arizona, que é o Estado do Gran Canyon, mas como a distância era muito grande, cerca de 1.600 quilômetros, fizemos uma parada em New Mexico para dormir e seguimos para Phoenix. Pernoitamos na histórica Rota 66, onde até fizemos algumas fotos e compramos alguns souvenires, mas não nos estivemos muito nisso, pois iremos fazer uma parada específica para conhecer o Gran Canyon e também faremos um road trip de moto pela Rota 66.

Viemos para Phoenix para entrevistar um CEO da uma renomada fábrica de armas dos EUA, a ArmaLite e para isso fizemos uma mudança no trajeto original de nossa viagem.

No caminha para Phoenix encontramos na estrada um local chamado Knife City – Cidade das facas, e eu amante de facas que sou, fui obrigado a para e conhecer essa cidade maravilhosa!

Infelizmente não permitiram fotos ou vídeos dentro da loja, mas eu comprei um canivete super clássico e do lado de fora ninguém pode me impedir de registrar o momento. 

A viagem até Phoenix é longa, mas as paisagens são lindas e compensadoras. Tivemos a oportunidade de ver a mudança da vegetação enquanto atravessámos os estados, que era pantanosa na Flórida, passando para a desértica no Texas e no começo do Arizona. Neste mesmo Estado a vegetação passou a ser muito densa, com imensos eucaliptos e depois voltou a ser desértica, quando nos aproximamos de nosso destino.

Phoenix é a capital do estado americano do Arizona e é a capital mais populosa dos Estados Unidos. Nossa pesquisa não encontrou muitas atrações turísticas na cidade, assim, fomos cuidar de afazeres diários. A Rhainna foi para a Laundry lavar roupa e eu para o Car Wash, pois o carro estava imundo. Depois a esposa foi fazer as unhas e eu procurei um Barber shop para dar uma desbastada na barba – que não é lá grande coisa – mas não encontrei. Fomos descansar e dormir até quando o corpo aguentasse, pois estávamos muito cansados.

No domingo fomos conhecer o centro da cidade, que é longe de onde estávamos e é pequeno, se compararmos com os Down Town de outras cidades. Fomos à farmácia que mais parece um parque de diversão, encontrei um Barber Shop e depois fomos malhar os corpitchos na LA Fitness – mais pra frente a Rhainna vai falar sobre academias de musculação aqui nos EUA – jantamos e fomos nos preparar para a entrevista do outro dia.

Na manhã seguinte fomos a fábrica de rifles ArmaLite, que é mundialmente renomada, onde fomos muito bem recebidos pelo presidente da hollding e pelo proprietário, que é brasileiro. Eles nos mostraram a fábrica de fuzis e de outros materiais bélicos, fizemos as filmagens e uma entrevista, que foi ótima!

Inclusive fomos convidados a participar de um curso de tiro oferecido por eles, que iria acontecer no próximo fim de semana e claro que nós aceitamos! Assim, vamos para Las Vegas e retornaremos para Phoenix. Vamos rodar!!

Você se lembram que eu falei em uma publicação bem no começo do Blog que haviam duas formas de viajar? Uma mais travada, com reservas de hotel feitas com antecedência e tudo já bem delimitado e outra mais flexível, que iria se construindo de acordo com o aparecimento das contingências? Eu falei lá que numa viagem dessa envergadura, como é a nossa, que muito bem planejada e antecipada não dava certo, baseando em experiências pessoais anteriores. E assim está sendo. Muita coisa imprevista aparece e muita coisa que esperávamos não acontece. Aí meu amigo, tem que se adaptar!

Quem sofre nesse samba de datas e cidades e nosso Personal Concierge – Douglas Ribeiro, que tem que encontrar hotel, marcar e remarcar reservas e tudo mais. Ainda bem que o cara é fera e resolve tudo a tempo.

Tudo resolvido momentaneamente em Phoenix, partimos para o parque de diversão dos Estados Unidos, Las Vegas! Lá já está agendado muita diversão para nós. Agendado, desagendado e agendado de novo – Douglas tá tendo muito trabalho conosco. 

Partiu Vegas! #eduardo 

PARTINDO PARA O ROAD TRIP – de encontro ao inesperado!

Hoje começamos a segunda fase de nossa viagem, vamos viajar de carro por mais de 25 estados americanos. Tentamos levar o mínimo possível de bagagem, pois estamos prevendo que na verdade, vamos voltar com mais peso do que quando saímos. Nos disseram que em Nova York tem mil coisas interessantes em Chinataw para comprar.

O primeiro lugar que paramos foi numa pequena cidade chamada Naples, onde estava programado para irmos á praia, conhecer o local e então seguir para Tampa, onde iríamos conhecer e andar na maior montanha russa do mundo, mas tudo mudou!

Minha esposa costuma repetir a frase que sempre uso quando conversarmos sobre viagens longas: “viajar é ir de encontro ao inesperado!”, e foi exatamente o que ocorreu conosco. O dia amanheceu chuvoso e na estrada piorou bastante. Já que o tempo não estava ajudando para irmos á praia, decidimos procurar outra atração da cidade. O Google nos mostrou o museu do carro antigo e fomos para lá, onde descobrimos que ele estava fechado para reformas até setembro.

Em outra procura no Oráculo – leia-se Google, ele nos mostrou bem perto de onde estávamos o Museu Militar de Naples, e nos, bons militares que somos, corremos para o local e confesso que ficamos surpresos. 

O museu fica dentro do prédio do aeroporto municipal de Naples, e são apenas duas salas de tamanho mediano, mas que contém muitos e muitos anos de história, honra e patriotismo ufanico.

Para simplificar a história vamos postar o vídeo que fizemos para nosso canal no YouTube – 1911 ARMAS DE FOGO, já que fala por si mesmo. 

Enquanto estávamos conhecendo o museu, nosso amigo e Personal Concierge nos ligou avisando que havia previsão de tempestade em Tampa e por causa disso não poderíamos andar na tão desejada montanha russa. Assim, decidimos seguir direto para Orlando e lá começarmos a conhecer a cidade, pois as atrações turísticas lá são inúmeras. Mas…

No caminho para Orlando a Mercedes Benz E 350 que estávamos, começou a fazer um barulho muito estranho, então ligamos para o Douglas explicando o caso e ele nos orientou seguir para a concessionária da Mercedes mais próxima, mas não deu tempo!

Como nos tínhamos feito um seguro de assistência veicular da AAA – Triplo A como chamam por aqui, passamos a localização para o Douglas e ele enviou o guincho, que nos levou para a Concessionária da Mercedes, onde pegamos um Uber e fomos para Orlando, pois o hotel já estava reservado.

Três dias após, recebemos o outro carro no hotel onde estávamos. A única notícia que tive da Mercedez é que uma peça havia se soltado e cortado uma mangueira, que fez o óleo vazar e por causa disso o motor fundiu. #eduardo 

INDO ÀS COMPRAS EM MIAMI!

Vir a Miami e não ir às compras é como ir à Roma e não ver o Papa e com a ajuda do nosso amigo e Personal Concierge, Douglas Ribeiro, tudo ficou mais fácil e barato. A cidade possui uma infinidade de outlets, mas ele nos indicou os melhores lugares da cidade:

SAWGRASS MALL – é um grande complexo de lojas de várias marcas adoradas e desejadas pelos brasileiros mais consumistas. O local é tão grande que em um dia inteiro, só conseguimos conhecer metade das lojas, a outra metade ficou para a próxima vez que formos lá. Você já sai de lá com vontade de voltar.

Chegamos ao local por volta das 10 horas da manhã e saímos as 22 horas da noite, cansados, mas satisfeitos com a qualidade dos produtos comprados e com a economia feita, já que alguns produtos aqui, como as roupas da Polo Wear, estavam por um preço inacreditável, por exemplo uma calça jeans, que absurdamente, custa aí no Brasil R$ 900,00 Reais, aqui estava sendo vendida por $ 75 Dólares, ou seja, cerca de R$ 240,00. E vários outros produtos e marcas estavam com ótimos preços. #eduardo

Acho que nós nos empolgados um pouquinho com tanta oferta de produtos de boas marcas e compramos tanto que não foi fácil colocar tudo no Camaro. Nós compramos quatro malas grandes e aproveitamos para guardar as compras nelas. Porém, fizemos isso no final das compras. O ideal é comprar as malas no início das compras, ou já trazer uma para ir colocando tudo que comprar e ficar até o final carregando-as consigo.

Soubemos apenas depois que cometemos um erro quando fomos levando as compras para o carro e retornávamos para o shopping. Não recomendamos isso. Corremos o risco de ter o carro arrombado e nossos pertences furtados. Fato que ocorre com frequência com os turistas por aqui, como nos relataram. #rhainna

WALMART – Sei que pode a princípio parecer estranho, numa viagem internacional visitar um supermercado, mas nossa viagem é um pouco atípica pela sua duração – três meses, e pelo seu objetivo, que vai além do de um turista comum, queremos conhecer os principais pontos turísticos da cidade e também tentar entender um pouco da cultura americana, já que vamos percorrer mais de vinte estados americanos.

O Walmart é uma espécie de ícone comercial do país, e quando você entra nele entende o quão grande e cheio de variedades ele é, assim como a econômica americana.

Para não perder muita coisa naquela selva de fileiras, colocamos em prática nosso tirocínio policial e começamos a explorar o labirinto, fazendo fatiamento e progressão. O local estava repleto de pessoas e presumo que os únicos turistas que estavam lá, eram só nos dois mesmo. #eduardo

Mais uma vez ficamos empolgados com tanta variedade e saímos de lá com outra grande quantidade de compras.

Havíamos ouvido tanto sobre a variedade do Walmart, que mesmo sendo muito superior a qualquer hipermercado brasileiro, ficamos meio decepcionados na primeira visita. Acho que havíamos criado muita expectativa. #rhainna 

Mais uma vez a ajuda de um local foi de grande valia. Um amigo brasileiro, residente na cidade, nos indicou outro supermercado da rede, onde fomos na semana seguinte e lá sim nossas expectativas foram atendidas, inclusive haviam armas, munições e artigos de cutelaria à venda nas prateleiras. Isso é o que nos toca😉. Portanto, é bom se informar sobre as lojas da mesma rede que atendem seus interesses antes de simplesmente seguir o Google maps ou waze, que vão apenas te direcionar para o mais próximo do seu local.

Em nossa saga de compras, no terceiro dia fomos para o centro da cidade, que é muito bom para compras, mas segundo informações do nosso amigo Douglas, não é muito legal para ficar dando bobeira. Mas aproveito para dizer que a cidade toda é extremamente segura, limpa, ordeira e organizada. #eduardo

DOWNTOWN (centro da cidade) -compramos tênis, óculos, relógios e perfumes, já que nosso Personal Concierge tem os contatos certos que nos deram ótimos descontos nessas compras, chegando à 45% do valor de cada produto que, em regra, já é muito mais barato que o cobrado no Brasil. No total, foram quase $ 1.000,00 de descontos, o que passa de R$ 3.000,00. Isso graças às parcerias do Douglas e da Royal Premier com os comerciantes. Além disso, nestes locais, os preços são ainda melhores que nos próprios outlets. Inclusive, para nossa decepção encontramos alguns produtos nas lojas de Downtown pela metade do valor que pagamos no Sawgrass😒.

BASSPRO – Este lugar é o paraíso para quem gosta de pescaria, ou para aqueles que como nós, são amantes das armas de fogo. Da primeira vez, fomos na loja do Dolphin Mall e ficamos impressionados. Mas ficamos sabendo de outra BassPro muito em Dania Beach e ficamos ainda mais deslumbrados, pois ela é maior e tem ainda mais variedade que na primeira. Fizemos compras enormes nas duas lojas e mesmo assim não compramos muito do que queríamos por não podermos levar para o Brasil😭😭. Tudo material controlado.

Além de uma variedade de produtos bélicos inexistente no Brasil, os preços são tão menores que nos faz ter depressão. Armas de todos os modelos e marcas, munições, equipamentos táticos, insumos bélicos e até máquina de recarga de municões. Esta é a loja dos sonhos dos atiradores brasileiros e imagino que agradaria demais os pescadores também. Na unidade de Dania Beach, ainda tem um restaurante super estiloso e com um vista maravilhosa de um lago que cerca a loja.

AVENTURA MALL – este é o maior shopping convencional da Florida, fomos lá sem nos programar. Estava a procura de um produto para pele, muito recomendado, e ao pesquisar na internet dizia que eu o encontraria em uma loja naquele shopping, mas não o encontrei!

Era domingo a tarde e havia uma feirinha de guloseimas bem legal lá dentro do shopping. Tinha comidinhas fit e gordices. Eu aproveitei pra degustar quase tudo, só porque #soudessas rsrs…

Neste shopping tem várias lojas de grifes legais mas nada de out lets. Embora nos Estados Unidos, os preços normalmente são muito baratos, se comparados ao que pagamos no Brasil. Tem até  um showroom de automóveis da Tesla, um espetáculo a parte para os amantes de carros.

No segundo piso, tem uma loja chamada Godiva Chocolatier… super recomendo a visita! Um sorvete estupendo e o melhor chocolate com morangos que já comi. Até meu maridinho, que não é fã de doces, gostou muito. 

Sei que está parecendo que eu só penso em comer, mas realmente só comi no Aventura Mall. Inclusive havia muito mais para ser visto mas nós não estávamos inspirados para bater pernas, nem para fazer compras.

Provavelmente voltaremos lá em nossa segunda estada em Miami, e mais uma vez pra comer rsrs… no shopping tem um restaurante chamado cheesecake factory, que é um local obrigatório para turistas. Não conseguimos ir da primeira vez mas certamente ainda iremos.

LINCOLN ROAD MALL – muito mencionado pelas celebridades, é descrito pelos locais como um shopping e me surpreendi quando percebi que se trata de um centro comercial, ou um shopping a céu aberto. Pode ser comparada a Rua Oscar Freire, em São Paulo, que além de lojas badaladas, conta com atrações gastronômicas e atrai turistas à passeio. Durante o dia é ótimo para quem quer fazer compras e a noite ir à um bar ou restaurante legal. Opções não faltam, e o visual impressiona, mas adianto que algumas tem os preços mais salgadinhos.

Pra mim a melhor parte por lá, foram as lojas de maquiagem e produtos de beleza. Comprei produtos reconhecidos pelas maquiadoras brasileiras à preços inacreditáveis. Super recomendo. São tantas lojas legais que fica difícil listar.

BRICKELL CITY CENTRE – recém inaugurado, faz parte do complexo de hoteis East Miami, bem grande, cheio de lojas legais e conta com algumas grifes brasileiras que ainda não tinham lojas em Miami como a Carmen Steffens e Jorge Bischoff, este shopping é um espetáculo porém nada barato e deixa a desejar pela falta de ar condicionado em seus corredores. Miami é uma cidade moooito quente, e praticamente se vive sob ar condicionado. Pessoas como eu, um tanto encaloradas, ficam incomodadas. Mesmo não sendo outlet e tendo apenas lojas de grifes mais caras, para nós brasileiros, compensa por serem valores muito inferiores aos cobrados no Brasil pelas mesmas marcas. Por exemplo, a loja da Victória’s Secret, super compensa comprar lingerie, hidratantes, perfume e até roupas fit… enfim, recomendo conhecerem e tirarem suas conclusões.

WALLGREENS – assim como o Walmart, é no mínimo estranho colocar uma drogaria em nossa relação dos locais de compras. Mas esta rede é muito diferenciada, começando pelos remédios que você pode escolher livremente nas prateleiras, você encontra cosméticos, vestuário, material de papelaria, de limpeza,eletrônicos e até comida e bebida no local😨😨. 

Você vai à farmácia comprar um medicamento e compra tudo que precisa. Além da versatilidade, é possível encontrar a loja com facilidade. Há muitas espalhadas por toda a cidade e no país todo. Perdi as contas de quantas visitas fizemos a elas😁. #rhainna

A PARTIDA E A CHEGADA 

Saímos de casa com as três imensas horas de antecedência que a empresa pede e fomos para o super moderno e imenso – SQN – Aeroporto Internacional de Goiânia, que de Internacional só tem o nome, já que de lá não sai nenhum vôo para fora do país. Fizemos o check in normalmente, para isso basta levar seu passaporte com visto e obedecer as instruções sobre bagagem despachada – aquela que não vai conosco – e principalmente as bagagens de mão. As regras são as mesmas para todas as empresas aéreas, visto que são regulamentadas e fiscalizadas pela ANAC.

Infelizmente os atrasos começaram logo no primeiro vôo para São Paulo, que mesmo sendo um vôo doméstico, teve problemas. Depois que todos já estavam à bordo, com a aeronave já taxiando, o avião teve que voltar por causa de problemas técnicos. Quando o comandante anunciou que por medidas de segurança teríamos que voltar, teve muita gente arregalando os olhos. Após um atraso de mais de uma hora o avião alçou vôo, junto com as orações silenciosas e sorrateiras dos mais aterrorizados por medo de avião. #eduardo 

Chegamos ao Aeroporto de Guarulhos, onde fizemos conexão para Houston, e só não perdemos o vôo, em virtude do atraso do primeiro, porque este também estava com uma hora de atraso. De qualquer forma nossa chegada foi uma correria, quem conhece o Aeroporto de Guarulhos sabe como é grande. Qualquer deslocamento leva bastante tempo, tivemos que correr boa parte do trajeto acompanhando o funcionário da empresa, pra nós não houve problemas quanto a isso, porque temos preparo físico, mas uma pessoa sem preparo ou idosa teria tido muita dificuldade. Ter pouca bagagem de mão facilita bastante nessas horas, pois além de ser menos peso para carregar, evita a perda durante a correria toda.

Depois de todos os atrasos possíveis, embarcamos para a terra do Tio Sam. Como já eram mais de 22 horas e só chegaríamos em Houston pela manhã, foram servidos jantar (que eu não gostei), sobremesa e café da manhã à bordo.  A empresa ainda forneceu uma manta e um travesseiro para passar a noite. O único inconveniente é a falta de espaço na classe econômica, o que nos fez querer a primeira classe na viagem de volta – quem não quer, né? 😁. O espaço para dormir confortavelmente faz toda diferença. A temperatura fica por volta dos 16°C, então se você acha frio é bom levar algo para se agasalhar. #rhainna 

Durante o vôo, os comissários de bordo entregam aos estrangeiros que irão entrar nos Estados Unidos uma ficha onde você deverá declarar algumas informações – leve uma caneta na bolsa. Dentre outras coisas que eles perguntam, o Tio Sam quer saber quanto dinheiro em espécie você está levando, seja em moeda do seu país ou em dólar.

O assunto envolvendo valores a serem levados para dentro do país, possui alguns detalhes menores que devem ser obedecidos, para saber mais sobre ele clique aqui. #eduardo 

Como já era de se esperar, ao chegar em Houston perdemos a conexão para Miami. Fora o atraso dos voos anteriores, tínhamos que pegar a bagagem despachada, passar pela alfândega, despachar novamente e ainda fazer mais um longo trajeto até o local de embarque. Por este motivo, nossa chegada à Miami que estava prevista para o final da manhã, só aconteceu no início da noite, o que nos chateou um pouco, porque estávamos planejando participar das comemorações de 4th de Julho – Independence Day. 

Como Houston foi a primeira cidade americana a desembarcarmos, passamos pela temida imigração e depois pela alfândega neste aeroporto. Na imigração solicitaram e verificaram nossos passaporte e nos questionaram se viemos a trabalho ou a passeio, onde iríamos ficar e qual a data de retorno para o Brasil. Essa entrevista é um pouco tensa, já que o visto de turismo não é garantia de entrada no país. Mesmo com o visto em mãos, se eles não gostarem da sua cara, não autorizam sua entrada.

Na alfândega entramos em uma fila bem demorada, onde os guardas checaram nossas bagagens, abriram as malas de mão onde colocamos apenas remédios e não pediram para ver as receitas médicas, mesmo havendo remédios injetáveis entre os itens. É prudente sempre trazer as receitas médicas referentes aos remédios trazidos nas bagagens. 

Determinam retirar os sapatos, esvaziar os bolsos, retirar cintos, objetos metálicos e eletrônicos e passamos por um scanner e sustenta aciona o detector e que evitem também acessórios que também tenha que ser retirado. São momentos críticos em que muitos pertences podem ser esquecidos ou perdidos. Vimos alguns americanos viajando com roupas que pareciam pijamas, durante a passagem pela alfândega percebemos o quanto isso facilitou a vida deles. #rhainna

Pequenos detalhes do dia a dia: os banheiros aqui são como na Europa, não possuem cestos de lixo, o papel higiênico e lançado direto no vaso sanitário, o que no Brasil é diferente. As tomadas aqui também são de um padrão diferente do usado na terra Brasilis, mas no próprio aeroporto você consegue comprar um kit de adaptação ou mesmo um carregador de celular com o padrão daqui, mas já alerto que no aeroporto é mais caro, se você puder comprar em outro lugar é melhor. #eduardo 

Chegamos ao Aeroporto de Miami e ao contrário do Aeroporto de Houston, não havia Wi-Fi liberado. Precisávamos de internet para contactar nosso personal concierge. Após várias tentativas, fomos informados que ao chegar de um vôo naquele aeroporto, teríamos direito a 30 minutos de acesso gratuito, porém, ninguém soube nos informar como fazer. Também não havia estabelecimento onde poderíamos utilizar a rede, nem mesmo pagando. Partimos para o uso dos telefones públicos, lemos as informações e utilizei minhas moedas para pagar, porém, apesar de colocar as moedas, o telefone continuava acusando a necessidade do pagamento e eu muito impaciente que sou, coloquei todas as moedas que tinha. Resultado: Não consegui fazer a ligação e o telefone não devolveu minhas moedas. Só depois soube que deve-se colocar uma única moeda do valor da ligação, não várias até completar o valor 😬. Fomos mais uma vez em busca de informações para tentar fazer uma ligação ou mesmo outro lugar que poderíamos usar a internet, nesta hora uma funcionária latina, muito gentilnente e de forma voluntária  nos fez o favor de emprestarnos o celular, só assim pudemos encontramos nosso concierge, que já estava no aeroporto nos procurando e fomos para o hotel.

Welcome to Miami Beach.

Como já havia contado em um post anterior, fechei a hospedagem da primeira semana em Miami pela companhia de viagens CVC, junto com a compra das passagens aéreas e o seguro. Como ainda não havia contratado os serviços de consultoria para a viagem, tinha apenas a intenção de ter um lugar definido inicialmente, para ficar ao chegarmos e só então decidirnos com tempo para onde iríamos depois. 

Fomos para o Lexington Hotel, em Miami Beach. Quando chegamos lá o hotel estava as escuras, sem energia elétrica, sem sistema para fazermos nosso check in e sem elevador para subir para o quarto, imagina carregar um monte de malas quatro andares acima!

Como queríamos no mínimo ver a queima dos fogos de artifício, estávamos com pressa e deixamos as malas na recepção. Precisava também trocar de roupa, pois o calor de Miami já estava mostrando sua cara, para isso tive que usar um sanitário do saguão do hotel para trocar de roupa e rapidamente saímos para a praia a tempo de ver as comemorações ao Independence Day.

Nosso personal concierge,  levantou informações sobre o hotel e disse que haviam recorrentes reclamações de falta de energia e ainda relatos de um inseto conhecido popularmente por aqui como bedbugs, que além de picar as pessoas, causando fortes reações alérgicas, ainda se escondem nas roupas e viram um tipo de praga difícil de eliminar. Isso foi o suficiente para não querermos mais voltar para o lugar e como já haviamos fechado com o concierge o apartamento onde ficaríamos depois da estada neste hotel, ele adiantou a data e fomos direto pra lá. Quando voltamos para buscar nossas malas, cerca de cinco horas depois, o hotel ainda estava sem elevadores e sem sistema de funcionamento, ou seja, a melhor decisão foi sair de lá. Não sabemos se vamos ou não receber o dinheiro de volta. Vamos informar o fato a empresa e ver no que dá.

Vista do Condomínio Maison Grande em Miami Beach.

Eu sou extremamente detalhista para escolher hospedagem, desta vez confiei na CVC e me decepcionei muito. Não recomendo este hotel e nem esta empresa, já que é obrigação dela saber que tipo de hospedagem ela está oferecendo para seus clientes. Mais uma vez, se você pretende vir aos EUA, indico o Douglas Ribeiro – personal concierge da Royal Premier – clique aqui para acessar o Instagram. Ele sim tem compromisso com as indicações que faz, além de dar assistência para todos assuntos relacionados a viagem e sempre com preços justos. #rhainna 

NO COMEÇO 

No começo era só uma ideia que eu tinha há muito tempo, desde quando estudei inglês, há muitos anos. Mas a correria diária atrapalhou a realização de uma imersão na língua e esse desejo se perdeu.

As coisas mudaram com a chegada da pessoa certa, minha esposa. Juntamos a fome com a vontade de comer, pois ela como eu adora viajar e conhecer coisas novas e também não tem medo das contingências que podem aparecer numa vigem desse porte, do tipo três meses em outro país.

Fizemos algumas viagens de moto, nada além de 1000 quilômetros, fizemos nossa viagem onde ficamos noivos e a da lua de mel e então decidimos começar os preparativos para a tão esperada viagem aos states!

O ponto a ser acertado eram as férias. Pelo fato de sermos servidores públicos, poderíamos usar nossas Licenças Especiais (L.E.) para realizar a viagem. Mas o que seria uma L.E.? É uma licença remunerada que os servidores públicos podem gozar a cada cinco anos, que lhes dá direito de se retirar de suas obrigações laborais por três meses. Eu já tinha algumas L.E. acumuladas e minha esposa também tinha uma para gozar. Tinhamos também ferias atrasadas, que iriamos usar após a viagem de três meses, para recolocar as coisas no lugar quando voltássemos.

Resolvemos as pendências e com as devidas autorizações de férias e licenças, passamos para outros passos, como roteiro, gastos, passagens, hospedagens e tudo mais. Tinhamos uma algo inicial que era desejo de ambos, realizar uma viagem de estudo, trabalho e de turismo. 

Estudo pois faríamos cursos de inglês, cursos policiais e de tiro, já que sou professor e tenho em Goiânia uma renomada escola de tiro e minha esposa sempre me ajuda nessa tarefa. De trabalho pois os EUA é o pais mais bélico do mundo e iriamos aproveitar essa oportunidade para tentar fechar parcerias e de turismo pois iriamos rodar aquele imenso país de ponta a ponta, literalmente, conhecendo novos lugares, novos sabores e recantos desconhecidos. #eduardo

90 DIAS NOS STATES

Um dia decidimos viajar, fomos para Buenos Aires – Argentina, em janeiro de 2016. Nem sabia minha esposa que lá ela seria encurralada e que a pediria em casamento. A armadilha se deu a luz de velas em um restaurante no Puerto Madero, num cenário cinematográfico previamente arquitetado, romantismo puro… desencalhei!

Depois veio a lua de mel em Natal – RN, junho de 2016, lugar lindo, paradisíaco, recomendamos a todos! Vento maravilhoso, praias limpas, águas quentes e na baixa estação, pode-se encontrar preços muito justos.

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Praia da Ponta Negra, Natal – RN
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Puerto Madero, Buenos Aires – AR.

Tomamos gosto pela coisa e achamos que era pouco, assim, pensamos em algo mais ousado, do tipo “A VIAGEM DE NOSSAS VIDAS”. Daí surgiu a ideia de irmos para os Estados Unidos e por lá ficar, andar, passear, estudar e trabalhar por três meses.

Ainda estamos no Brasil, mas as aventuras serão imensas e diversas. Se você quiser dicas, desde os preparativos iniciais, contatos, desejos, caminhos, rotas, passeios imperdíveis, venha conosco nessa viagem maravilhosa!

Viajar é encontrar o inesperado!