DIRIGINDO EM SAN FRANCISCO 

Mesmo tendo valor “mundial”, o que aprendemos quando requerendo nossa Carteira Nacional de Habilitação, a famosa CNH, não é suficiente para dirigir sem enfrentar alguns contra tempos nos Estados Unidos. Esta é a terceira publicação que falamos deste tema e com propriedade, já que rodamos mais de 18 mil quilômetros de carro, moto e de barco também!

Já falamos da necessidade da Permissão  Internacional Para Dirigir – EU PRECISO DE CARTEIRA DE HABILITAÇÃO INTERNACIONAL NOS EUA? – . De algumas particularidades do trânsito americano, feito ainda em Miami – DIRIGINDO EM MIAMI. – Que foi o primeiro Estado que dirigimos e lá permanecemos por um mês 
E falamos também sobre como abastecer um carro nos Estados Unidos – ABASTECENDO O CARRO – que terror! Que não é algo fácil, pois cada Estado tem pequenas particulariades e piora muito se a pessoa não dominar a língua inglesa.

Neste vídeo vamos mostrar uma particularidade que nos foi informada pelo nosso amigo e Personal Consierge, Douglas Ribeiro, a fim de que não fossemos penalizados em San Francisco, pois segundo ele tem uma polícia de trânsito muito rigorosa. 

Dada a dica, vamos rodar rumo a Chicago, muito chão pela frente. #eduardo

NAPA VALLEY – A cidade dos vinhos.

Destino obrigatório para quem visita a California e é amante de vinhos, Napa Valley, é o segundo lugar mais visitado por turistas na Califoirnia, perdendo apenas para a Disneylandia.
No nosso caso, o Eduardo é apreciador e sabe muito de vinhos mas apesar de conhecer os famosos vinhos da Califórnia, não sabia de Napa e suas vinícolas. 

Durante nossa estada em San Francisco, minha amiga Thanna ressaltou varias vezes que Napa era uma visita obrigatória. Reservamos um dia de nossa estada para conhecer a bem falada cidade, que fica a menos de 100 KM dali. 

A estrada é muito boa e a paisagem faz com que todo o trajeto seja parte do espetáculo, chegamos e fomos direto para a vinícola mais famosa – Castello di Amorosa – na entrada visualizamos uma plantação linda com vários tipos de uva e ao fundo o magnifico castelo de inspiração toscana do seculo XIII.

Na recepção há diversos tipos de pacote para conhecer a vinícola, como não havíamos almoçado, escolhemos o pacote mais completo disponível na data, ROYAL Cheese & Wine Pairing Tour – uma visitação guiada, com degustação de queijos e vinhos, pagamos $ 70 por pessoa. 

Aguardamos cerca de trinta minutos para começar a visita do nosso grupo, dando inicio ao tour, nos sentamos em uma capela e ouvimos a apresentação inicial do castelo que possui mais de 100 quartos e 8 níveis, acima e abaixo do solo – parece um labirinto.

Passamos pela Grand Barrel Room, uma adega  de barris formada por vários salões e vários corredores no subsolo do castelo, repletos de barris de vinhos, armazenados em baixa temperatura para envelhecer.

A cada sala, era feita um explanação sobre os vinhos vendidos no Castelo, suas caraterísticas e processos de fabricação, logo apos eram servidas tacas para que pudéssemos degustar.

Visitamos ainda as salas de tortura e Armory, ambas inspiradas nos castelos da idade media, na primeira diversas “engenhocas” utilizadas na pratica de tortura, inclusive uma “donzela de ferro” de 300 anos e câmaras de prisão.

Na segunda uma câmara de cavaleiros, com armaduras e armas. Nem preciso dizer que a gente se amarrou nesta parte, né? O Castello tem ainda fosso, ponte levadiça, torres defensivas e um pátio interior.

Enfim, chegamos ao ROOM II PASSITO, uma sala intima, onde todos nos sentamos e desfrutamos de uma seleção de queijos locais escolhidos especificamente para emparelhar com os vinhos de estilo italiano produzidos no castello.

Realmente a visita me surpreendeu. Não aprecio muito vinhos e achei ate que não valeria a pena pagar o pacote completo pra mim, mas valeu e muito. As combinações são maravilhosas e só de lembrar minha boca saliva. Inclusive descobri “minha uva” – Moscato – mais adocicada e com sabor marcante.

Gostei tanto, que literalmente tive meu primeiro pileque de vinho, algo que até então não imaginava que fosse acontecer, já que nunca passei de uma taca.

O Tour acaba na loja do Castello, que vende os vinhos produzidos no local, queijos da região, chocolates e todo tipo de acessórios. Como sempre, desejamos muita coisa, mas nos contentamos em adquirir uma rolha e um bico para garrafa de vinho, os dois muito legais. Enfim, o passeio é maravilhoso, o clima etílico-romântico envolve. Com certeza, parte marcante da nossa viagem.

Já na volta, o Eduardo quis passar na floresta petreficada, não sabíamos bem do que se tratava, mas o nome nas placas chamaram nossa atenção.

Pagamos $20 cada para poder ter acesso a floresta, trata-se de uma trilha por uma floresta que ficou toda petrificada – arvores, troncos, chão – por lava de vulcão. Foi valido como experiencia e para conhecer um pouco mais da historia e origem daquilo, mas não é lá essas coisas. Gastamos mais ou menos uma hora para fazer ida e volta, foi bom pra sarar dos vinhos antes de pegar a estrada de volta para San Francisco. #rhainna

 

 

PAGO OU NÃO PAGO A GORJETA NOS EUA?!

Bem amigos – jargão chato esse! -, é algo pessoal, cada um sabe o que faz, mas quando falo isso, veja que digo “sabe o que faz”, isto é, a pessoa entende o valor cultural e financeiro da gorjeta para um trabalhador aqui nos Estados Unidos e decide não pagar. Ok! Decisão pessoal.

Mas não pagar por não entender é bem diferente. Aqui tudo e valorado pela hora de serviço do trabalhador, que varia de estado para estado, mas gira em torno de 12 dólares e muitas profissões já contam com o valor que irão ganhar em gorjetas, então, quando você não paga a gorjeta, quem perde é o trabalhador. 

Nos Estados Unidos a “tip” é algo cultural e natural, uma maneira de valorizar o profissional e claro, uma forma de fazer com que os funcionários, garçons, etc tenham tanto ou mais cuidado em bem servir e tratar os clientes que seus empregadores. No final, os dois lados ganham.

E é por causa do valor da hora trabalhada aqui, que não podemos ficar fazendo conversão de Dólar para Real quando compramos algo nos EUA. Veja por exemplo um garçom em Miami, ganhando o valor normal, consegue morar bem, mas não em lugares bem localizados, e em seis meses comprar um Camaro 2016 à vista. Quanto tempo um garçom terá que trabalhar para comprar um Camaro aí no Brasil?

O valor do trabalho humano aqui é muito maior e os bens industrializados bem menor que no Brasil. Por isso que a qualidade de vida de um trabalhador aqui é muito melhor que de vários outros países. Aqui uma faxineira tem um carro bom e mora numa casa digna e consegue prover educação para seus filhos, mas tem que trabalhar!

O vídeo a frente explica bem sobre a gorjeta aqui nos Estados Unidos. 

SIX FLAG – Diversão garantida!

Six Flag é uma rede de parques de  diversão especializada em montanhas russas, mais de vinte no parque onde fomos. E o mais famoso e o que é considerado como o melhor de todos, é justamente o que fica na Califórnia, numa cidade próxima de Los Angeles, cerca de quarenta minutos de viagem, chamada Valencia.

Claro que não poderíamos perder essa oportunidade, já que adoramos esse tipo de brinquedos radiais e que estávamos tão próximos. Aliás, todos os parques que estavam perto de nós e que tinham montanhas russas nos fomos. Só neste parque foram muitas e se somadas aos dos outros parques, dá pra montar um blog só de montanhas russas.

Demos sorte, pois mesmo sendo sábado o parque não estava cheio e as filas estavam pequenas, de forma que pudemos andar duas vezes em várias montanhas, uma vez nas cadeiras da frente e outra no meio ou nas últimas cadeiras.

Como de costume nesta época do ano na Califórnia, o calor estava de rachar! Em certo momento deu vontade de parar numa sombra e esperar uns trinta minutos, até o sol diminuir um pouco, mas não havia tempo, uma missão muito importante deveria ser cumprida, explorar o Six Flag o máximo possível. 

Para combater o calor, compramos um refil infinito de bebidas para aquele dia, mas se você quiser pode comprar um refil para o ano todo. Tem também um passaporte que dá direito de usufruir do parque o ano todo. Perfeito para quem mora por aqui.

Para aqueles que nunca se sentaram na primeira fileira, indico que façam, pois a pressão é muito maior e a visão é muito privilegiada, mas você não for muito fã de montanhas russas não vá na frente. Nas montanhas russas mais fortes a força da gravidade na primeira cadeira é muito maior que nos outros assentos. Não me pergunte por que, mas foi o que eu e minha esposa sentimos e com muita clareza.

O Six Flag é associado a Warner Bros Studios, assim, suas montanhas russas são temáticas e usam varios super heróis como tema para suas atrações. Haviam no parque montanhas russas muito legais e era mais legal ainda quando você sabia que aquele brinquedo era do Batman, ou do Super Homem por exemplo.

O primeiro brinquedo que nós fomos, foi o desafio do Lex Luthor, que não é uma montanha russa, mas sim um elevador que sobe e desce. Para não estragar a surpresa daqueles que por ventura irão nesta atração do Six Flag da Califórnia, vou dizer apenas que é muito legal e muito alta a plataforma. Fomos duas vezes nesta atração.

De lá fomos para uma montanha russa chamada Colossus, que é uma montanha russa híbrida (metade de ferro, metade de madeira. Ela é grande e muito boa e grande, fomos duas vezes nessa e uma delas na frente.

A próxima emoção radical que enfrentamos foi uma montanha russa chamada scream, que também é uma boa atração, mas é comum, sem nenhuma novidade. Neste brinquedo há à disposição dos visitantes, cofres para guardar seus pertences, mas não os use, pois são pagos e desnecessários. Você coloca seus pertences no chão mesmo, perto da cadeira que você está, como todo mundo faz.

Esta montanha russa abaixo,  The Riddler’s Revenge, para mim foi a mais legal, pois nunca tinha visto uma como essa, onde os participantes vão em pé. Isso mesmo, em pé! É uma posição super confortável, pois você se apoia sobre as pernas, diferente das outras montanhas russas em que os aventureiros vão sentados. Essa está entre a cinco melhores de toda viagem.

A próxima montanha russa de nossa saga foi a Goliath, que é uma das mais tensas do parque, pois ela é muito alta e tem quedas negativas, o que faz desse brinquedo, diversão de gente grande. Pode ir nela que é certeza de muita aventura. Fomos duas vezes e uma delas na primeira fileira. 

Outra atração super legal é a “Batalha por Metrópoles”, onde você passa por uma experiência interativa, ajudando a Liga da Justiça a salvar Metrópoles dos super vilões. Você combate os inimigos com uma pistola que soma seus postos, enquanto o carrinho faz manobras radicais entre cenários e super telas 4D. Muito bom o brinquedo!

E durante a fila – que não estava grande, você passa por um briefing, onde o Super Homem e o Cyborg explicam a nossa missão, já que somos os “voluntários” na batalha do bem contra o mal em Metrópoles.

Seguimos para a montanha russa do Batman e ela faz jus ao herói que empresta o nome a ela, pois é muito boa, com muita pressão gravitacional, curta e rápida, daquelas que não dá tempo nem de processar o que aconteceu. Fomos duas vezes neste brinquedo também.

Como este parque é especializado em montanhas russas, eles conseguem criar brinquedos bem diferentes. É caso da montanha russa que leva o nome do Lanterna Verde. Ela é tão diferente que você não entende pra onde o assento está virando e é um pouco bruta também, com movimentos bruscos. Gostamos dela, mas não quisemos passe de novo, só uma vez já foi suficiente!

Como estávamos com muito tempo fomos em duas montanhas russas com água, a Tidal Wave, onde pegamos uma fila enorme, para um brinquedo sem graça e o Jet Stream, que é perfeito para crianças.

O parque é muito grande, é bom ter uma mapa para organizar a sequência das atrações. Digo isso, pois demoramos para chegar na montanha russa do Ninja, que fica numa colina um pouco distante destas que acabei de descrever. Esta atração é boa para “começar os trabalhos” no barco, pois é bem tranquila.

Como perdemos tempo na fila do Tidal Wave, a coisa virou. Agora estávamos sem tempo para fazer todas e as montanhas do parque, a solução foi apertar o passo: “Run Forest. Run!”. E andamos rápido para a Tatsu, que é uma das melhores do parque, pois os visitantes vão deitados com a barriga para baixo, dando a impressão de estarem voando. Essa é a mesma posição da Manta, que é uma montanha russa do Sea World, em Orlando. Fomos só uma vez, mas fomos na primeira fileira.

Ainda apertando o passo fomos para “Super Man – Escape from Kripton”. A entrada da atração é feita com o objetivo de envolver os visitantes no enredo da história, que leva os participantes a participarem de uma fuga de Kripton, que é o planeta natal do Super Homem e está em colapso, preste a implodir. Novamente, para não estragar a surpresa, que os organizadores do parque tentaram manter, não vou falar sobre o que acontece, apenas que é muito bom e que é digna de ter o nome do homem de aço.

Chegamos no parque as dez da manhã, horário que o parque abre, saímos da atração do Super Man faltando dez minutos para as dez da noite, isto é, faltando dez minutos para o fechamento do parque, não tivemos outra alternativa senão correr, pois ainda haviam mais duas montanhas russas a serem desbravadas, então corremos!

Fomos para uma montanha russa que já estava fechada, os sacanas fecharam antes das 22:00 horas, mas lá a funcionária do parque nos informou que ainda havia uma atração funcionando, a Viper e para lá nos corremos, literalmente! Ela era um tanto quanto longe, mas conseguimos chegar a tempo.

Essa montanha russa, a Viper, é um tanto quanto bruta, mas literalmente bruta, pois ela tem curvas muito fortes, a ponto de fazer a cabeça se chocar com força contra a proteção do assento. Quando levamos a segunda pancada forte o brinquedo já perdeu a graça. Fomos na primeira fila e poderiamos ir mais uma vez, mas já tinha sido o suficiente.

E depois de 12 horas de muito sol na cabeça, muitos loops e curvas radicais, banho de água e de um sprint final, feito para alcançarmos o último brinquedo, o resultado foi duas pessoas completamente satisfeitas e uma distensão na coxa.

#partiu próxima cidade!

CIDADE XIII – SANTA BARBARA – Pós tempestade!

Partimos de Los Angeles com destino a San Francisco, mas no caminho paramos em Santa Bárbara, tudo ainda dentro da Califórnia, que é uma cidade litorânea muito famosa por lá e nela peregriamos por uma noite.

Infelizmente pegamos um engarrafamento monstruoso na estrada e uma viagem que deveria ser de duas horas se estendeu por mais duas, mas quando chegamos a cidade vimos o motivo do engarrafamento.

Fomos direto para o hotel e pelo caminho encontramos várias árvores no chão, arrancadas pelas raízes, ruas inundadas e telhados arrancados. No hotel soubemos que havia passado uma tempestade pela cidade, fato único naquele local, já que nunca havia passado uma tempestade com tais proporções em Santa Barbara.

Fomos para o pier da cidade, que é onde se concentram as pessoas e encontramos tudo de pernas para o ar, com pessoas assustadas, correndo para abraçar familiares que trabalham no mar, achando que a tempestade havia pego eles.

O cenário não era bom, mesmo assim pudemos ver que era uma cidade bonita e bem cuidada. Infelizmente nossos planos de passar um dia no litoral da California foi frustrando, pois a praia estava tomada por algas e águas vivas, a solução foi procurar outra coisa pra fazer.

Andamos pelo local e vimos várias pessoas tentando consertar o que a tempestade havia destruído. Telhados despedaçados, árvores sobre carros, ruas alagadas e turistas com olhos esbugalhados foi o que encontramos em nossa caminhada pelo litoral.

Ainda perto da praia descobrimos uma empresa que loca triciclos elétricos por hora, eles os chamam de scooter por aqui. Locamos um e fomos passear um pouco mais longe.

Encontramos manga de vez para comer, pronto, estava feito o passeio. Paisagem bonita – meio bagunçada por causa da tempestade, comida boa – adoro manga de vez com sal e limão e uma motoquinha para passearmos. Perfeito!


Ficamos por ali até o sol nos proporcionar luz, voltamos para o hotel para descansarmos e pela manhã seguimos viagem para a terra da famosa ponte Golden Gate.

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CIDADE XII – SANTA MONICA 

Santa Monica é uma cidade litorânea que fica há uma hora de viagem de Los Angeles, fomos para lá no segundo dia que ficamos em L.A.

O primeiro lugar a ser visitado foi o famoso píer de Santa Monica, que é também o ponto final da histórica Rota 66, a mesma que iremos fazer dentro de alguns dias. O pier é muito movimentado, cheio de turistas e artistas de rua, parecia até um circo! Homens gritando, dançando, cantando, desenhando, saltado… tinha de tudo.

Neste pier fica também o marco final da famosa e histórica Rota 66, a qual fizemos um passeio de moto alguns dias após essa foto.

Demos uma volta no pier, tomamos alguma coisa, assistimos a show de acrobacias de alguns artistas de rua, descansamos um pouco, pois o corpo já estava cansado das inúmeras tarefas obrigatórias que um turista tem que realizar e voltamos para L.A.

A praia é limpa e muito bonita e por ser uma sexta feira, ela estava lotada. #eduardo

CIDADE X – TUSAYAN – A cidade do Grand Cannyon

Na verdade pouco temos a falar do Gran Canyon, pois não há foto, vídeo ou texto que consiga expressar o que é o Gran Canyon!

A viagem para Tusyan é tranquila e com belas paisagens. A cidade é pequena e vive exclusivamente em função dos turistas que chegam lá a procura das belezas naturais do Gran Canyon.

Chegamos no parque ecológico por volta das 13 horas e ficamos até as 21 horas mais ou menos, o preço por carro é $ 30,00 e dá direito a sete dias de entrada no local. Você pode também optar por um pacote de 30 dias de entrada, que é vendido também na entrada do parque.

Altitude em metros, marcado no precipício do Gran Canyon.

Existem três grandes estacionamentos e vários prédios e o que mais importa para os turistas é o Centro de Turistas – óbvio! Lá recebemos informações sobre o que visitar no parque e por onde começar.

Como tínhamos a tarde toda, a atendente nos indicou uma caminhada de pouco mais de duas milhas, margeando o abismo formado pelas paredes do Gran Canyon e lá fomos nós!

O parque tem uma estrutura totalmente voltada para os turistas, inclusive com um hotel muito bonito, onde almoçamos as quatro da tarde! – vida de turista é difícil.
Uma das atrações do parque, que é aguardada pela maioria dos visitantes é o por do sol e como os outros, nós também estávamos lá. Se você quiser uma mesa no restaurante do hotel, com vista para o espetáculo, você tem que reservar antes, do contrário não consegue.

Esperando o pôr-do-sol.

O parque se encontra em plena reserva florestal e é habitado por várias espécies animais, inclusive os castores, ficam correndo tranquilamente entre os turistas, que começam a fotografar como malucos quando eles dão o ar de sua graça.

Presenciamos o milagre diário que o sol, em contraste com o Gran Canyon, oferece todos os dias aos visitantes do parque e rumamos para o estacionamento onde estava nosso carro, no caminho cruzamos com um grupo de pessoas, conduzidas por um guia do parque, que estavam iniciando um passeio noturno pelas trilhas. Não acompanhamos eles, mas achamos muito legal.

O parque já estava escuro e ele não é muito bem iluminado, acho que fazer um pouco o clima selvagem do local. Quando fomos para estacionamento não encontramos o carro, pois a paisagem do momento que chegamos – com luz solar e pátio lotado, mudou muito. Agora estávamos apenas com a luz de uma lua no quarto minguante e do flash do celular. O resultado foi que andamos pelos três estacionamentos e depois de uns quarenta minutos encontramos o carro.

O que me consola um pouco é que haviam várias outras pessoas, que como nós, não sabiam onde haviam estacionando seu carro. Faz parte da viagem perder o carro no meio da floresta. SQN!

Encontrado o carro, o outro problema foi sair do parque, que é enorme. Sinal de internet não chega lá, já não haviam tantas pessoas nas ruas e as que nós perguntamos, também não sabiam a direção da saída. Lá se foram mais uns trinta minutos andando de carro na floresta!

Então lá vão duas dicas, caso você queira ficar no parque para ver o pôr-do-sol: a) leve um mapa, pois não há sinal de internet, ou já deixe o caminho de volta para o hotel baixado no aplicativo do celular  (Google Maps ou Wase); b) coloque seu carro em um lugar de fácil acesso e memorize o local, isso pode de poupar muito tempo e pernada.

Mas como sempre costumamos dizer: Viajar é ir de encontro ao inesperado! Valeu a pena cada segundo gasto no Gran Canyon, se você tiver a oportunidade de conferir pessoalmente esse espetáculo da natureza, não perca a chance, vá!

Partiu Los Angeles!

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