É UMA FARMÁCIA OU UM PARQUE DE DIVERSÃO?!

Algumas pessoas nos indicaram ir ao Walmart e também a farmácia, dizendo que seria novidade na certa. Não entendemos na época, mas depois que conhecemos, ficamos surpresos com a quantidade de coisas e com diversidade de produtos, que na maioria não se encontra em uma farmácia no Brasil.

Este vídeo foi feito em uma loja da rede Wallgreens, que encontramos em quase todas as cidades que fomos, todas no mesmo padrão, grandes e com uma grande variedade de produtos, que para nós brasileiros não deveriam estar lá. Mas existe outra rede chamada CVS que também é do mesmo estilo do Wallgress, ou talvez bem mais diversificado. Para vocês terem uma ideia, nos compramos um pacote de um estande de tiro em Las Vegas nesta rede de farmácias, com direito a tiro de metralhadora, lançamento de granadas e tudo mais!

CIDADE VII – SAN ANTÔNIO 

San Antonio é uma grande cidade, bem organizada, bonita e com várias atrações turísticas. Esta cidade foi palco de uma história de muito orgulho e bravura do povo texano e por sua vez, uma história de luta por liberdade do povo americano.

Fizemos a pesquisa de sempre sobre a cidade, sua história e pontos turísticos e o principal local turístico é um sítio histórico chama do de Alamo e Tower of América.

Nos dirigimos para lá, onde encontramos um centro de informação turística e tivemos informação sobre um passeio de barco pela cidade, sobre o ônibus turístico e sobre um pacote que você comprar para essas três atrações que sai mais em conta.

Como o sol estava muito forte não tivemos coragem de fazer o passeio no segundo piso. Na verdade acho que o passeio de ônibus e dispensável nessa cidade, não há muita coisa interessante. Demos muita sorte que o motorista era muito divertido e tinha um inglês compreensível.

Descemos do ônibus e fomos para o rio, onde faríamos o passeio de barco pela Riverwalk, esse sim é um passeio imperdível, pois passa por locais muito bonitos.

Este rio já causou enchentes trágicas e quase foi acimentado por completo pela prefeitura, mas depois de muitos protestos ele acabou sendo transformado na segunda maior atração turística da cidasde, a Riverwalk. Obras de contenção e represas para lidar com as cheias foram feitas e suas margens foram transformadas em calçadões com jardins, restaurantes e lojas e é neste lindo cenário que o barco passa calmamente.

Aproveitamos a variada praça de alimentação que fica próximo do local onde o barco termina o percurso e almoçamos no Hard Rock Cafe da cidade. Comida boa, cerveja gelada, ar condicionado e boa música, combinação perfeita.

THE ALAMO 

Se você quer entender a bravura e o espírito de liberdade dos texanos, você tem que conhecer este lugar, que a princípio é até simples, com construções históricas rústicas, mas muitíssimo rico de histórias reais e heróicas. 

The Alamo foi a mais famosa das missões espanholas, símbolo do Texas, é relativamente pequena, tem um jardim lindo e fica bem no centro da cidade. Foi onde menos de 200 texanos lutaram contra o exército espanhol, muito mais numeroso, em 1836 pela independência do Texas, numa batalha que durou 13 dias, e na qual todos os defensores do Álamo foram mortos. Eles viraram mártires, claro, e vem daí o grito de guerra “Remember the Alamo” (lembre-se do Álamo) usado em batalhas seguintes pelos texanos.
A lojinha de souvenires e um filme, que explica o que houve naquelas velhas paredes de pedra, devem ser obrigatoriamente vistos. A lojinha é muito legal, compramos vários coisas lá.

De lá fomos de carro para a Tower of América e no caminho percebemos vários pequenos morcegos saindo de baixo de um viaduto, demos a volta para saber se era o que estávamos pensando e acertamos! Paramos o carro e ficamos apressiando a revoada de milhares de morcegos, partindo para seu passeio noturno. Infelizmente tivemos problemas com o vídeo que fizemos e sobrou apenas uma foto para compartilhamos com vocês.

TOWER OF AMERICA

Entrada da torre, que também é muito bonita!

Torre das Américas é uma torre de observação de 229 metros de altura – mil degraus – e fica situada no meio do parque de HemisFair com uma plataforma de observação que é acessível por elevador. Há também uma sala de estar e um restaurante giratório na parte superior da torre que permite vistas panorâmicos da cidade.

O andar de cima da torre possui dois ambientes, um interno – bem tranquilo, e o externo, onde corre um vento super poderoso que faz a visita ser muito mais legal. O vídeo baixo mostra o restaurante giratório e sua vista maravilhosa e o vento poderoso de San Antonio, muito muito legal!

No último dia em San Antonio, já na estrada para Phoenix – Arizona, demos uma parada na Bass Pro, que é uma loja especializada em camping, pesca, caça e armas de fogo muito famosa aqui nos EUA. 

Já havíamos visitado outras lojas desta rede em outros Estados, mas nenhuma era tão grande e com tantos itens quanto esta. Claro que fizemos algumas comprinhas.

Mas na Bass Pro não tem apenas armas de fogo, tem coisas bem legais também. 

Depois das compras seguimos para a próxima cidade, Phoenix, 1800 kilometros de deserto, montanhas, pinheiros e caquitos, Estados Unidos a dentro. Confesso que gostamos muito do Texas, foi onde comemos bem, conhecemos muita coisa que nos interessa, mas acima de tudo gostamos do jeito texano de ser, acho que nos daríamos muito bem aqui, eu e minha cowgirl. Se você leu até aqui é porque achou interessante nosso blá, blá, blá. Então aproveita e se inscreva no Blog, assim, toda nova publicação, você irá receber por e-mail, não vai perder nada!

CIDADE VIII – PHOENIX

Deixamos o Texas para trás e rumamos para o Arizona, que é o Estado do Gran Canyon, mas como a distância era muito grande, cerca de 1.600 quilômetros, fizemos uma parada em New Mexico para dormir e seguimos para Phoenix. Pernoitamos na histórica Rota 66, onde até fizemos algumas fotos e compramos alguns souvenires, mas não nos estivemos muito nisso, pois iremos fazer uma parada específica para conhecer o Gran Canyon e também faremos um road trip de moto pela Rota 66.

Viemos para Phoenix para entrevistar um CEO da uma renomada fábrica de armas dos EUA, a ArmaLite e para isso fizemos uma mudança no trajeto original de nossa viagem.

No caminha para Phoenix encontramos na estrada um local chamado Knife City – Cidade das facas, e eu amante de facas que sou, fui obrigado a para e conhecer essa cidade maravilhosa!

Infelizmente não permitiram fotos ou vídeos dentro da loja, mas eu comprei um canivete super clássico e do lado de fora ninguém pode me impedir de registrar o momento. 

A viagem até Phoenix é longa, mas as paisagens são lindas e compensadoras. Tivemos a oportunidade de ver a mudança da vegetação enquanto atravessámos os estados, que era pantanosa na Flórida, passando para a desértica no Texas e no começo do Arizona. Neste mesmo Estado a vegetação passou a ser muito densa, com imensos eucaliptos e depois voltou a ser desértica, quando nos aproximamos de nosso destino.

Phoenix é a capital do estado americano do Arizona e é a capital mais populosa dos Estados Unidos. Nossa pesquisa não encontrou muitas atrações turísticas na cidade, assim, fomos cuidar de afazeres diários. A Rhainna foi para a Laundry lavar roupa e eu para o Car Wash, pois o carro estava imundo. Depois a esposa foi fazer as unhas e eu procurei um Barber shop para dar uma desbastada na barba – que não é lá grande coisa – mas não encontrei. Fomos descansar e dormir até quando o corpo aguentasse, pois estávamos muito cansados.

No domingo fomos conhecer o centro da cidade, que é longe de onde estávamos e é pequeno, se compararmos com os Down Town de outras cidades. Fomos à farmácia que mais parece um parque de diversão, encontrei um Barber Shop e depois fomos malhar os corpitchos na LA Fitness – mais pra frente a Rhainna vai falar sobre academias de musculação aqui nos EUA – jantamos e fomos nos preparar para a entrevista do outro dia.

Na manhã seguinte fomos a fábrica de rifles ArmaLite, que é mundialmente renomada, onde fomos muito bem recebidos pelo presidente da hollding e pelo proprietário, que é brasileiro. Eles nos mostraram a fábrica de fuzis e de outros materiais bélicos, fizemos as filmagens e uma entrevista, que foi ótima!

Inclusive fomos convidados a participar de um curso de tiro oferecido por eles, que iria acontecer no próximo fim de semana e claro que nós aceitamos! Assim, vamos para Las Vegas e retornaremos para Phoenix. Vamos rodar!!

Você se lembram que eu falei em uma publicação bem no começo do Blog que haviam duas formas de viajar? Uma mais travada, com reservas de hotel feitas com antecedência e tudo já bem delimitado e outra mais flexível, que iria se construindo de acordo com o aparecimento das contingências? Eu falei lá que numa viagem dessa envergadura, como é a nossa, que muito bem planejada e antecipada não dava certo, baseando em experiências pessoais anteriores. E assim está sendo. Muita coisa imprevista aparece e muita coisa que esperávamos não acontece. Aí meu amigo, tem que se adaptar!

Quem sofre nesse samba de datas e cidades e nosso Personal Concierge – Douglas Ribeiro, que tem que encontrar hotel, marcar e remarcar reservas e tudo mais. Ainda bem que o cara é fera e resolve tudo a tempo.

Tudo resolvido momentaneamente em Phoenix, partimos para o parque de diversão dos Estados Unidos, Las Vegas! Lá já está agendado muita diversão para nós. Agendado, desagendado e agendado de novo – Douglas tá tendo muito trabalho conosco. 

Partiu Vegas! #eduardo 

CIDADE V – HOUSTON 

“HOUSTON, WE’VE HAD A PROBLEM HERE”. É com essa frase icônica que começo a falar de Houston – Texas, onde se encontra a NASA, que é que o mais avançado centro de estudos aeroespacial do mundo.

Esta frase foi dita pelo comandante da nave espacial Apollo XIII, ao centro de comando da NASA na terra e ela seria o passo inicial de uma saga épica e desesperadora para trazer a salvo para a terra, toda equipe, já que eles estavam a deriva na órbita do planeta terra.

Houston foi a primeira cidade do Texas que paramos e na primeira noite saímos para comer algo e encontramos um bar chamado Dave & Buster’s, local muito bem decorado e anexo a ele um enorme centro de diversões eletrônicas com uma variedade muito grande de jogos. 

Eles fazem um combo de jogos com comida que sai mais em conta e no final você pode trocar os tickets* conseguidos, por prêmios da lojinha deles.

* Os tickets são bônus que você ganha em alguns jogos. Isso é algo muito comum aqui nos Estados Unidos. Eles são realmente pequenos tickets que saem da máquina, formando uma enorme fita, ou, como foi no local onde fomos, eles são depositados automaticamente como créditos no cartão que tivemos que comprar, já que os games só aceitam créditos que você coloca nos cartões.

Na segunda noite fomos a um tradicional bar texano, que iremos falar logo a frente.

NASA

Escolhemos esta cidade justamente pelo pesseio na NASA e suas atrações. Na verdade o local é um museu aberto a visitações, que tem acesso a algumas instalações da NASA, o nome do Space Center Houston, que é administrado por uma fundação, que com a ajuda do famoso designer Bob Rogers e da Disney, projetam e construíram o Centro Espacial Johnson.

O ingresso comprado não dá acesso a todas as atrações do local, algumas é preciso pagar separadamente para participar, mas vale muito a pena ir ao local. Naves espaciais reais que foram usadas nas missões estelares, filmes e aventura 4D e muita história legal sobre essa super profissão, astronauta!

Além de todas as atrações do prédio principal, ainda tem um passeio aos prédios da NASA, onde temos acesso ao centro de treinamento dos astronautas e também a foguetes gigantescos que foram lançados aos espaço. 

Realizamos um sonho, conhecer a NASA e de quebra vários outros também, do tipo conhecer um bar texano e participar da diversão que tem lá. O Texas é muito muito bom de conhecer!


BAR TEXANO!

Na segunda noite decidimos procurar um autêntico bar texano e havia um bem próximo de nosso hotel, inclusive fomos a pé, o nome dele já diz muita coisa, Wild West – Oeste Selvagem.

É muito legal ver o original estilo texano em ação. Mocinhas de bota, ponytail e de short curto. Homens de chapéu, fivela, bota e cara marenta, todos juntos fazendo performance ou dançando a dois á moda texana, girando no salão organizadamente, tal qual um baile de valsa.

E nós caímos na dança também. Primeiro eu a Rhainna, formando par e depois só ela, junto com todos, fazemos uma coreografia, que ela pegou de imediato. Meu amor é fera!

GUN SHOW

Soubemos que um Gun Show iria acontecer na cidade e claro, corremos para o local. Gun Show já é muito legal, imagina um Gun Show no Texas!

Não nos decepcionamos com o Gun Show, muitas armas sensacionais, acessórios super variados. Tinha até um Knife Show – apresentação de facas – numa sala anexa, onde a minha esposa comprou nada mais nada menos que uma espada!

Infelizmente eles não permitiram que fizéssemos vídeos ou fotos. A Rhainna que já vi que é mais “caruda” do que eu, pediu a um expositor para que ele permitisse algumas fotos. Eles reclamou e fez cara feia mas permitiu. Ela tirou quatro fotos apenas de algumas lindas pistolas modelo 1911.

Após o Gun Show pegamos a estrada e fomos para Austim, capital do Texas, mas dessa cidade falaremos na próxima publicação. Aproveita e faz sua inscrição no Blog, assim, toda nova publicação, você irá receber por e-mail, não perde nada! #eduardo 

CIDADE IV – NEW ORLEANS 

Desde adolescente ouço e gosto muito de blues e jazz e a história destes ritmos musicais norte americanos, se confundem com a de New Orleans, então, realizei um grande sonho meu ao conhecer esta cidade.

New Orleans é uma cidade do estado da Louisiana que é cortada pelo rio Mississipi, que é outro emblema fortíssimo na história americana. De clima quente e úmido, com ruas movimentadas de pessoas que falam alto e de turistas do mundo todo. Uma coisa que percebemos nos quatro dias que ficamos em NOLA – como é chamada a cidade carinhosamente pelos nativos – é que não encontramos nenhum brasileiro. Aliás, eu nunca conheci ninguém no Brasil que tenha vindo para cá. Creio que Nola não é muito conhecida pelos turistas brasileiros.

Casamento de um militar e seus convidados, passando na Royal Street.

Aqui também encontramos um ônibus turístico, daqueles de dois andares com e teto aberto. Compramos os ingressos e fomos conhecer a cidade, foi legal, mas um pouco prejudicado pela chuva, que foi embora da mesmo forma que veio, bem rápido.

Estávamos acostumados com a limpeza e a organização da Flórida, já que passamos um mês lá, e estranhamos um pouco a cidade, com suas ruas sujas e esburacadas. O trânsito um tanto quanto tumultuado e a impressão que tivemos é que a cidade toda estava em festa. Jazz e blues sendo cantado em várias esquinas por artistas de rua. Pedintes, desabrigados, embriagados, estrangeiros e nativos, todos envolvidos numa grande multidão.

Duas ruas em especial devem ser destacadas, a Bourbom Street – que fica no French Quarter – e a Frenchmen Street, são nelas que a multidão descrita dá suas pernadas entre bares e cabarés de portas abertas e música à pico.

BOURBOM STREET

Ficamos em um hotel muito bem localizado na Royal Street, dentro do French Quarter – Quarteirão Francês -, que foi reservado pelo no nosso amigo da Royal Premier, Douglas Ribeiro. Essa rua é paralela a Bourbom Street, que é lotada de turistas a noite toda, que vão em busca de jazz, blues, bebida e diversão. E realmente a quantidade de bares com música ao vivo é muito grande e a variedade de ritmos também.

Na primeira noite ficamos em um bar onde estava tocando uma banda muito boa e lá ficamos até tarde. Nessa parte da rua a prefeitura está fazendo obras de revitalização e a palavra que se encaixa melhor para descrever esse trecho e “uma zona!”.

Na terceira noite descobrimos quase que por engano que a rua continua mais umas quatro quadras para frente e nesse pedaço não está acontecendo obras. Nessa parte sim pudemos sentir toda energia da Bourbom Street. Muita gente nas ruas, artistas fazendo show, apresentações, tocando e cantando. Inúmeros idiomas diferentes, gente bonita, gente estranha, todos os gostos e gêneros.

Você não precisa pagar nada para ouvir os artistas que estão tocando nos bares, basta entrar. Nem mesmo pedir uma bebida. Fizemos um tour geral nessa rua. Entrávamos, pedíamos uma bebida, ouvíamos umas cinco canções e partimos para outro bar. Fomos em todos os bares que nos chamaram a atenção e bebemos de tudo! Até mesmo Jim Bean eu encontrei aqui – na verdade aqui é comum encontra-la, no Brasil que é difícil encontrar.

FRECHMEN STREET

Esta rua é parecida com a Bourbom Street, mas o público que a frequenta é um pouco mais velho, a bagunça é um pouco menos que naquela. Fora isso, são muito parecidas. Usamos a mesma técnica da vez que fomos na Bourbom St, bebelância errante, assim ouvimos várias bandas e cantores diferentes, além de podermos andar por toda rua e entrar em quase todos os bares.

ANTIQUARIUS

New Orleans é uma cidade antiga, com muita história em sua bagagem. Isso resultou em inúmeros e impressionantes antiquários pela cidade. As peças que estão a venda lá, são dignas de estarem nos melhores museus do mundo. Infelizmente são bem caras, mas vale o preço. Recomendamos uma visita aos antiquários, vale a pena.

MUSEU NACIONAL DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Em New Orleans se encontra o Museu Nacional da Segunda Guerra Mundial, compreendido por complexo de vários prédios com filmes 4D, peças de artilharia, armas, uniformes, souvenires e vários outros itens originais de várias partes do mundo referentes a segunda guerra mundial e sobre a participação dosEstados Unidos na WWII, que não foi voluntária. Os EUA se viram obrigados a entrar neste conflito bélico global depois que o Japão atacou as bases militares de Pearl Harbor.

Nós temos muito interesse em assuntos militares, em história de guerra e não poderíamos perder a oportunidade de conhecer o lugar e mais um pouco da história.  Uma das principais atrações é o filme 4D “Além dos Limites” apresentado pelo ator Tom Hanks. Na saída, claro, uma loja comercializa souvenirs – camisetas, bonés, chaveiros, canecas e outros.

Impressionam os aviões de combate pendurados no teto do grande átrio do Louisiana Memorial Pavilion. No chão, tanques e outros veículo militares, além de um canhão alemão. Dá pra subir até o terceiro andar onde há um deck de observação para visualização mais detalhada das aeronaves suspensas.

Em todos os salões, há veteranos que organizam as visitações, as atrações, dão informações e claro, adoram contar suas histórias para quem tem interesse. Eles fazem este trabalho voluntáriamente. 

Temos o hábito de pesquisar sobre as cidades que estamos ou que vamos. E assim também fizemos aqui nesta maravilhosa e tumultuada cidade.

 Então, depois de devidamente explorada a cidade de New Orleans, na Luisiana, partimos para nosso próximo stop, que será em Houston – Texas.

Não apenas pelo desejo antigo, mas principalmente pelo que encontramos na cidade, New Orleans será um dos locais que irei guardar na memória e no coração. Essa festa toda que vimos e participamos não daria certo em outro lugar! #eduardo 

OS PARQUES TEMÁTICOS DE ORLANDO

UNIVERSAL STUDIOS
Nosso personal concierge, comprou os passaportes que dão direito a ir aos dois parques da Universal Studios no mesmo dia, o pacote é mais em conta. Ao chegar decidimos começar pelo Islands of Adventures e depois ir para o Universal Studios.

Logo no primeiro brinquedo, notamos que seria muito complicado fazer os dois parques em um único dia. São muitas atrações, brinquedos, e todos com muita fila. Fomos informados que poderíamos comprar um bilhete “fura fila”, com ele você pega filas menores e consegue poupar muito tempo.

Todavia o valor é bem alto. Outra opção seria pagar uma diferença e desmembrar os ingressos. Faríamos um parque neste primeiro dia e o outro no dia seguinte. Optamos por este e foi excelente, tivemos tempo de conhecer os dois parques inteiros,  de brincar em todos os brinquedos e ainda repetir os que mais gostamos. Nossa dica é reservar um dia para cada parque. É suficiente para aproveitar bem.

ISLAND OF ADVENTURE

Faz parte dos Parques da Universal e é super bem recomendado. Foi o primeiro parque que visitamos, ficamos o dia todo e conseguimos aproveitar bem as atrações. 
O parque é dividido em vários temas, vou começar pelo mais procurado, inclusive, só conseguimos fazer este a noite, quando os visitantes começaram a ir embora. Durante o dia toda vez que passávamos por ele tinha uma fila imensa.

THE WIZARDING WORLD OF HARRY POTTER – HOGSMEADE
Esta área do parque, caracteriza o vilarejo Hogsmeade, dos livros e filmes do Harry Potter. É fascinante, cenário muito realista. Você se sente transportado para outro local. São cinco atrações mas vou mencionar as duas que fizemos e são excelentes:

– Harry Potter and the Forbidden Journey: a viagem pela história do Harry Potter é impressionante mesmo que você não goste ou conheça a história, como eu 🙃. Vale a pena pelo conjunto de efeitos especiais.  Enquanto você está na fila você faz o Castle Tour – eles se preocuparam com esta parte nos dois parques da Universal, as filas não ficam amontoadas nas ruas, dentro das atrações eles montam “labirintos” onde as filas passam e enquanto aguardamos a nossa vez vamos entrando no clima da atração, recebendo informações e observando os cenários cuidadosamente pensados para cada tema – ao final está o Simulador, uma aventura 4D que te leva a voar na companhia de Harry Potter.

– Dragon Challenge: São duas montanhas russas com percursos entrelaçados. Se tiver a chance e curtir atrações radicais, vale ir nas duas! Nós, sem dúvidas, elegemos as montanhas russas como brinquedo mais curtido em todos os parques. Fizemos e repetimos 2 vezes cada uma🎢🎢🎢.

Visitamos todas as lojinhas desta área e pra quem é fã da história, há possibilidade de comprar itens muito legais que não acredito que sejam facilmente encontrados fora do parque. Também fazem uns shows por lá mas não parecia ter muita graça, então não assistimos.

JURASSIC PARK

Baseado nos clássicos do cinema, também tem um cenário muito legal, e alem da atração que fizemos há outras destinadas às crianças.
– Jurassic Park River Adventure: essa é muito legal, mas só recomendo nos dias de calor porque molha bastante. Como fomos em pleno verão foi um bônus para refrescar. Além de molhar, ela também é uma retratação muito bem feita do filme Jurassic Park. Indico.
Nesta área tem alguns dinossauros onde dá pra tirar fotos legais.

SKULL ISLAND: REIGN OF KONG

– Skull Island: Reign of Kong: este simulador é super bem feito e pra mim é  imperdível. A parte de espera também já faz parte da atração, cheia de efeitos especiais. Neste foi até mais marcante que o próprio simulador rsrs.

MARVEL SUPER HERO ISLAND

Aí os Nerds de plantão piram. Nós adoramos esta área do parque, nas lojinhas queríamos tudo. Nos divertimos até nas ruas analisando os personagens espalhados sobre as lojas.
Os personagens costumam aparecer e é possível fazer uns cliques ao lado deles.

– The Amazing Adventures of Spider-Man: esse simulador do Homem Aranha é impressionante. Os efeitos especiais são tão bons, que tem hora que você perde um pouco a noção e se pergunta se está em um filme ou se aquilo é de verdade. Falei pro marido: estes simuladores são excelentes pra gente saber a sensação que os personagens vivem. Um dos meus preferidos do parque. 

– The Incredible Hulk Coaster: essa é também uma das melhores montanhas russas de Orlando, super rápida, mas dá mais medo olhar de fora do que propriamente ir. Meu bem gostou mais desta que eu. Ela é bem forte mas rápida demais. Quando achei que tava começando, já estava acabando. Preferi as lá do Harry Potter, mais longas, quando vc começa a se recuperar a loucura começa de novo… 🙃🙃

Doctor Doom’s Fearfall: é um elevador que sobe bem rápido. Acho bem mais ou menos. Pra mim foi quase decepcionante, porque ele não tem uma queda total. Você sobe rápido e desce até a metade e depois desce o resto devagar… Eu acho que devia ser o oposto. Como diz meu esposo, nosso limite de adrenalina é meio acima da média rsrs mesmo assim fizemos 3 vezes 🤣.

THE LOST CONTINENT

A primeira área que visitamos no parque… 
👎👎👎👎👎
– Poseidon’s Fury: é um show meio sem pé nem cabeça. Você entra em diversas salas e um ator fica interagindo com projeções e esguichos de água. O espaço é muito legal mas na minha opinião, é uma atração mal executada. Não recomendo.
Observação: o Eduardo tá aqui revoltado comigo. Ele disse que gostou muito desta atração kkk Então eu des-não-recomendo e recomendo ir e tirar suas conclusões😉.

UNIVERSAL STUDIOS

Quem curte cinema não pode deixar este parque fora do roteiro. Embora tenha atracoes infantis, é mais voltado para adultos. Ele parece uma grande cidade, ou varias grandes cidades já que como no Island of Adventure, também é dividido em áreas e a maioria recebe nome de grandes cidades americanas, suas ruas recebem nome e cenário semelhantes às cidades que remetem. Aqui também quase não se vê filas espalhadas, os locais das atrações são planejados para que as filas sejam dentro das estruturas temáticas. 
Neste parque também há uma área dedicada à Harry Potter mas nao fomos por ser algo mais juvenil. 

SAN FRANCISCO 

Não tem nenhuma atração mas dá tirar umas fotos na réplica de São Francisco e seguir o passeio, em 2018 vão inaugurar uma atração de velozes e furiosos que já está em construção. Eu adoro, desejei que já estivesse fincionando.

NEW YORK

– Revenge of the Mummy: ela acaba muito rápido, é relativamente leve e não tem loopings. A graça está mais no cenário criado do que qualquer coisa.
– Race Through New York Starring Jimmy Fallon: atração de simulador com Jimmy Fallon, famoso apresentador de TV americano. Acredito que seja realmente voltado para quem é daqui… a gente nem sabe quem é o cara kkk. Não fomos.

PRODUCTION CENTRAL

– Hollywood Rip Ride Rockit: bem legal, não está entre as melhores mas tem sua emoção. O diferencial aqui é que você anda na montanha russa com a música que você escolhe na tela que fica em frente a sua cadeira. Você é filmado durante a atração e pode ver (e evidentemente comprar) o filme na saída. A fila é enorme e ao contrário da maioria não tem nada legal pra ver no caminho, só um vídeo de instruções para escolha da musica que ficam repetindo.

– Transformers The Ride-3D: é um simulador 3D no mesmo estilo do simulador do Homem Aranha (do Islands of Adventure), super concorrido. Conseguimos ir apenas no final do dia, mas é muito bom e compensou a espera. Muito realista e emocionante.

– Despicable Me Minion Mayhem: é a atração do filme Meu Malvado Favorito, um simulador com os personagens do filme que todo mundo ama – Minions😍😍. Eu queria muito ter ido mas a fila era a maior de todas, não consegui 😔.

– Shrek 4-D: um filme em 4-D com o Shrek, mas nada demais. Defino em uma palavra: Engraçadinho!

HOLLYWOOD

Essa área é bem caracterizada, mas chama a atenção pelo cenário não pelas atrações em si.
– Terminator 2: 3-D
– Horror Make Up Show
Não fomos.

WOODY WOODPECKER KIDZONE

– E.T. Adventure: minha atração favorita deste parque 😍😍😍. Me fez querer assistir novamente o filme… sentir aquela nostalgia, relembrar a história e a vontade de chorar com o filme. O simulador é super legal, a gente vai levar o E.T. na bicicleta para o planeta dele. Eu amei!!!

Nesta área tem mais algumas atrações voltadas para crianças.

SPRINGFIELD

– The Simpsons Ride: é um simulador muito bem feito só que sacode bastante. O estômago dá uma revirada.

WORLD EXPO

– Men in Black Alien Attack: outra que virou minha queridinha, é um simulador e uma competição. Cada pessoa tem uma arma e tem que atirar nos aliens. No final aparece sua pontuação. Achei muito divertido.

– Fear Factor: difícil até de explicar, mas é um show com uma espécie de gincana outra atração mais voltada para americanos. 

Durante o dia também é possivel assistir algumas apresentações musicais e paradas pelas ruas do parque.

MAGIC KINGDOM 

Este é o principal parque de Orlando, apesar se não estar localizado propriamente lá, mas sim em seus arredores. Um outro equivoco recorrente é  ser chamado de Disney World, na realidade ele é apenas um dos parques do complexo da Disney, baseado na Disneyland, que fica na Califórnia. Ele é o famoso parque onde fica o castelo da Cinderela, aquele que ilustra várias propagandas da Disney e por isso é confundido com toda ela.

Na minha opinião é o melhor parque para levar crianças, especialmente as meninas. 
O Magic Kingdom é um parque grande, com muitas atrações que misturam shows e brinquedos, além das performances como as paradas, que acontecem durante todo o dia, as apresentações no castelo e o show de fogos Happily Ever After. Planeje bem o seu dia, eu me baseie nos parques da Universal e fiz um pré roteiro que segui utilizando o Time Guide, encontrado na entrada do parque.
Nós estávamos um pouco cansados e decidimos chegar um pouco mais tarde, vale lembrar que se gasta um tempo considerável depois que se chega ao complexo da Disney até o Magic Kingdom, é bem distante, precisamos pegar o trem e fazer uma baldeação. Perdemos o show de abertura mas pudemos aproveitar as demais atrações.

– Mickey’s Royal Friendship Faire:  acontece algumas vezes no dia, é um show que acontece em frente ao castelo, com a presença de personagens queridos: Mickey e sua turma, princesa Tiana, Rapunzel, Anna, Elsa e Olaf, entre outros. Fique de olho no Time Guide para não perder o espetáculo. Nós demos sorte e exatamente quando estávamos na praça do castelo fizeram um. Adoramos!!!

TOMORROWLAND

É a região futurista do parque, fizemos apenas dois brinquedos porque achamos os outros meio sem graça ou muito infantis.

– Buzz Lightyear’s Space Ranger Spin: atração em que cada pessoa tem uma arminha e tem que atingir os alvos ao longo do caminho. No final, cada um vê sua pontuação. A gente curte uns tirinhos neh…🙂
– Space Mountain  : montanha russa no escuro, eu gostei bastante embora chacoalhe muito e não seja das mais emocionantes. A fila era imensa.

FANTASYLAND

Essa é a região mais “Disney” do Magic Kingdom, o que significa que
as atrações são mais voltadas para as crianças. Passeamos pelo local mas não fizemos nenhum brinquedo.

ADVENTURELAND

Uma região bem curtinha do Magic Kingdom mas com boas atrações. As lojas da Adventureland vendem quinquilharias como chapéus de safari, cobras de plástico, roupas de dança do ventre e espadas de plástico. Mas a gente adorouuu… compramos um monte de coisas, principalmente relacionadas a caveiras que eu amo. A vontade era levar um monte de coisas totalmente inúteis mas bem legais.

– Pirates of Caribbean: tudo nessa atração é legal, da fila a saída. Ela inteira te faz se sentir em um cenário completamente diferente do resto do parque. A gente curte o filme e gostou da atração. 
– Swiss Family Treehouse: é uma trilha que passa por uma casa na árvore bem grande. E só! Mas é legal porque acredito qur muita gente já quis fazer uma casa na árvore, né?!?

FRONTIERLAND

A Frontierland é a região “velho oeste” do Magic Kingdom como todas, super bem caracterizada. Aqui também passam as paradas e vimos uma enquanto estávamos por lá.
– Big Thunder Mountain: montanha russa bem leve mas legal.
– Splash Mountain: montanha russa na água que molha bastante, principalmente se você estiver na primeira ou na segunda fileira do barquinho. A gente curtiu essa coisa de refrescar um pouco do calor de verão.

LIBERTY SQUARE

A menor região do Magic Kingdom.
– Haunted Mansion: minha atração favorita do parque, é um “trem fantasma”, mas é engraçado, não sentimos medo, mas ouvimos uns gritos bem aterrorizados por lá rsrs. 
– The Muppets Present… Great Moments in American History: apesar de todo meu planejamento, deixei esta atração passar batido. Ficava entre as atrações infantis, mas eu adorava Muppets Babies e morro de saudades😓.

GRAN FINALE

– Happily Ever After: é show de fogos noturno do Magic Kingdom, na minha opinião, vale o preço do ingresso por si só e é imperdível! Impossível não se encantar e muito bem produzido.

SEA WORLD

Além de todos os shows impressionantes com animais marinhos,  na minha opinião as montanhas russas do parque são as melhores de Orlando. Colocaram as outras todas no chinelo. A gente gostou tanto que perdi as contas de quantas vezes fomos em cada uma. 
Aqui também acho indispensável fazer um planejamento e ter uma tabela de horários, levei até uma caneta para me organizar melhor. Neste parque os ingressos “fura-fila” são bem mais em conta e além de dar direito a passar na frente das filas nos brinquedos ainda tem lugares reservados nas apresentações. Nós compramos e eu acho que valeu muito a pena.

– One Ocean (Shamu Stadium): é um show imperdível e impressionante. São várias baleias🐋 que fazem acrobacias em um tanque gigantesco, brincam com os treinadores.  Se estiver com calor, pode sentar nas fileiras mais próximas do tanque para levar um banho d’agua.
Eu amei😍😍.

– Wild Artic: Um simulador muito legal de uma expedição no Ártico, no final você entra num hall com animais polares, como pinguins e até um urso polar branco gigantesco. Tanto nesta atração como na Empire of the Penguin o clima é bem confortável para os bichinhos🐧🐼, ou seja, moooito frio❄.

A gente achou que ia entortar porque do lado de fora estava um calor escaldante e lá dentro um frio congelante…
– Antarctica: Empire of the Penguin: a atração mostra como é a vida dos pinguins no polo sul, o começo da atração tem um filme bem explicativo, em seguida você tivemos que escolher o nível de intensidade da atração: leve (mild) ou radical (wild), adivinhem qual escolhemos🙃?!? Dai a gente entra em um carrinho que fica fora de trilhos em uma aventura pela Antarctica. Apesar de escolhermos a radical acho que era bem leve. Kkkkk

– Shark Encounter: Um aquário com vista embaixo d’agua onde pudemos observar os tubarões🦈.

– Shamu Underwater Viewing: Assim como no aquário dos tubarões, dá pra ver as baleias brancas 🐳 por baixo da água. Mas elas são mais encantadoras que assustadoras, ao contrário dos tubarões.

– Clyde and Seamore’s Sea Lion High: o show tem lontras, morsas e os leões marinhos, esse show acontece em um cenário de escola e é super bem feito. Os animais dão um show🔝. Foi o primeiro que assistimos…

– Kraken Unleashed: Essa montanha russa é bem forte. A temática dela é baseada no monstro do mar chamado Kraken, tem bastante velocidade, altura e looping. Você usa um óculos especial que te faz sentir debaixo do oceano.
Fizemos ela várias vezes e na última fomos na primeira fileira e sem os óculos, também vale a pena. São sensações bem diferentes com o óculos e sem mas as duas são ótimas!
– Journey to Atlantis: Essa é a Splash Mountain do Sea World que não molha tanto quanto as da Disney e da Universal.
Gostamos.

– Dolphin Days (Dolphin Theater):🐬🐬 O show com golfinhos que são incrivelmente sincronizados e velozes, os treinadores interagem com eles e até umas araras participam do show e nos impressionou por também serem super sincronizadas. É lindo!!!

– Manta: Pra mim essa é a melhor das montanhas russas de Orlando e a melhor que já fui na vida. A Manta imita uma “raia marinha”, a gente fica de barriga pra baixo no carrinho e até  dá um pouquinho de medo no começo, mas só no começo. Curti muito o passeio panorâmico pelo Sea World. É diferente de todas as outras montanhas russas, realmente faz sentir a sensação de estar voando.

– Mako: É “apenas” a montanha russa mais rápida, alta e longa de Orlando. Imperdível para todo mundo que gosta de adrenalina.
Ela tem nove pontos de gravidade zeroooo, a gente fica preso só pelas pernas e por isso você sente o corpo se soltar da cadeira nestes pontos… uma loucura maravilhosa!

– Pacific Point Preserve: aqui pudemos admirar as focas se exibindo enquanto tomam um solzinho e curtem uma preguicinha.

– Dolphin Cove: é  um tanque cheio de bebês golfinhos, assistimos a tratadora mostrando os primeiros “truques” aprendidos.

– Pets Ahoy!: um show com animais mais domésticos e adestrados. O show é muito bem feito, com cachorros, gatos, ratinhos, pássaros, gambá e até um porco… amei😍.

– Sky Tower: é uma torre que sobe a 400 pés de altura e tem uma vista panoramica de Orlando. Nós ficamos empolgados na Kraken e saímos quando já estava quase na hora do show de fogos que o parque faz no encerramento, como faltava esta atração fomos e foi ótimo.  Assistimos tudo lá de cima, com uma vista super privilegiada. Fechamos o parque e a semana com chave de ouro. #rhainna

Esta foi a visão que tivemos do show de encerramento no Sea World. Infelizmente o vídeo não consegue transmitir toda beleza do momento, mas nós asseguramos que é lindo, vale a pena esperar por ele.

Partiu Atlanta!

#rhainna 

O PLANEJAMENTO DA VIAGEM

A princípio isso pode até parecer mania de militar, mas numa viagem para outro país durante três meses, com certeza não é! O planejamento te dá a oportunidade de estipular uma rota, cidades a serem visitadas, locais mais interessantes em cada cidade, passeios que são importantes ou os que não são e principalmente uma previsão de gastos.

Começamos a planejar por conta própria, através de pesquisas no Google e com a ajuda de alguns amigos que haviam viajado para os States antes. Mas as vezes as orientações não eram muito proveitosas, pois não serviam para viagens longas ou não se encaixavam ao estilo de viagem que estávamos pensando. Assim, vamos falar do nosso planejamento, que pode ou não ser útil para você.

A única coisa que eu sabia era que queria ficar nos EUA por três meses, que queria viajar pelo país de carro, de moto, que queria fazer cursos de tiro, cursos policiais, atualizar o inglês fazendo um curso de trinta dias e que queria gastar cerca de 40 mil reais para isso tudo. Descobri depois que estava querendo coisa demais para pouco dinheiro, ainda mais com a imensa diferença cambial entre o Real e o Dólar, que hoje está R$ 3,48.

Road trip Eduardo & Rhainna

Deixei essa parte do planejamento para o departamento financeiro e jurídico do relacionamento, ou seja, minha esposa. Ela leu e pesquisou na internet por vários dias, mas estava um pouco difícil de planejar uma viagem de três meses num país que não sabíamos muita coisa, ou quase nada. Infelizmente a internet nos dá noções do que se encontrará nos Estados Unidos, mais que isso não se consegue. 

Nesta hora o destino agiu. Minha sogra, que é policial – todo mundo parece ser policial nessa história – comentou com uma delegada – viu? Mais um! – que a sua filha iria passar três meses nos EUA, quando ela respondeu que conhecia um brasileiro, que vive há muitos anos lá e que trabalha como personal concierge, uma pessoa especializada em assessorar turista, ele cuida da logística da viagem como roteiro, hospedagem, aluguel de carro, agendamento de passeios, atrações, cursos etc. Ele ajuda a planejar sua viagem, de acordo com seus desejos, o que é muito bom, pois além de conhecer o país, tem contatos e experiência em criar roteiros personalizados. O resultado é economia e locais a conhecer que não descobririamos sozinhos. #eduardo

CAMARO 2016

Quando minha mãe me passou o contato do Douglas Ribeiro, fiquei meio resistente porque tenho mania de “se quiser bem feito, faça você mesmo!”🤐, mas mesmo assim, liguei pra ele. Logo no primeiro contato fiquei convencida que o trabalho dele seria indispensável se quiséssemos otimizar nossa viagem, fazendo tudo que passou pela nossa cabeça e ainda economizar.

PORSHE 911

Depois que fiz uma prévia das nossas intenções e do desejo de fazer um Road trip pelos EUA, o Douglas sugeriu que fizéssemos a viagem de Motorhome. Neste ponto fiquei louca, eufórica e mal podia esperar meu marido chegar para contar a idéia.  Quando soube ele também curtiu muito, porque nós somos desses, aventureiros😎.

O Motorhome é uma “casa” motorizada. Em geral possui cama, cozinha e banheiro. Caso alugue um motorhome, você o utiliza tanto para transporte como para dormir. Nos EUA é muito comum e tem campings próprios para poder estacionar, passar a noite e fazer a manutenção necessária. Na minha opinião é uma experiência e tanto, mas apesar de toda empolgação que nos causou, tivemos que deixar para uma outra oportunidade (ainda vamos fazer) porque limitaria um pouco das atividades que queremos fazer. Essa possibilidade de transporte é boa para dois casais, pois é mais econômico. 

Partimos então para a distribuição do tempo de nossa viagem entre os destinos, decidimos ficar os primeiro trinta dias em Miami, onde faremos alguns cursos e negócios, de quebra ainda vou realizar a vontade de morar na praia, mesmo que apenas por um mês. Mais uma vez o Douglas superou nossas expectativas e nos alocou em um apartamento de frente para a praia em Miami Beach 🏝. 

Os outros dois meses foram destinados para o Road Trip. No começo a idéia era fazer coast to coast, indo da Flórida à California passando pelos Estados do Sul dos EUA, retornar pelo mesmo caminho e depois ir à Nova York de avião. Depois de muito pensar, consultei nosso  personal concierge sobre a possibilidade de retornar passando pela parte Central e Leste do país, analisando que o tempo e custos seriam semelhantes e poderíamos conhecer muito mais lugares. Recebi o Ok dele, que então foi montando o roteiro e fazendo algumas “emendas” para atender nossos desejos, que não são poucos 😁.
Também estudei bastante ofertas de aluguel de casas e quartos em diversos estados americanos pelo aplicativo AIRBNB. Mas, mais uma vez, o Douglas foi indispensável para avaliar e concluir que o melhor, analisando custo-beneficio, será ficar em hotéis. Então ele iniciou a relação dos locais onde ficaremos em cada cidade.

MERCEDES C 350

Outra parte que nos causou euforia foi a escolha dos carros para alugar. As opções são infinitas e realmente é muito difícil escolher. O Douglas cuida muito bem desta parte, pois a Royal Premier, disponibiliza máquinas fantásticas para aluguel. Escolhemos três carros. Para ostentar, durante os 30 dias em Miami, uma Porshe 911 e um camaro 2016. Para o Road trip uma Mercedes C 350  à diesel. 🤗🤗
O aluguel de carros nos EUA é o mais barato do mundo e o combustível com valor muito menor que no Brasil. O que é excelente pra nós, que devemos rodar cerca de 20.000 quilômetros até o fim da viagem, passando por mais de 23 estados.

Tudo acertado, tudo lindo, até o momento que o Douglas nos passou o orçamento total da viagem…🙈🙊

Mesmo tento otimizado muito em todo planejamento, a idéia inicial de gastarmos cerca de R$ 40.000,00 não dava nem para a metade kkkk. O Douglas fez uma prévia mínima para fazermos a viagem com segurança de R$ 80.000,00😨😨. Então, estamos fazendo uma previsão de R$ 100.000,00. #rhainna

A antecedência do planejamento também é algo a ser considerado, reservas de carros, hotéis ou até mesmo a compra de ingressos para passeios, se forem deixados para a última hora, podem ficar muito mais carros.

Finalmente faço uma sugestão que é na verdade algo muito particular. Planejar um roteiro muito rígido e segui-lo, ou fazer algo mais flexível, que pode se amoldar a alguns imprevistos que possam surgir – que será mais caro. Digo sugerir, pois já passei por uma situação parecida em outra viagem para Machu Picchu, no Peru, que fizemos de moto. Fizemos um planejamento com cidades apontadas, datas que deveríamos parar, quantos dias ali, quantos dias aqui, mas nada deu certo. Paramos onde não queríamos, não paramos em ótimas cidades como Copacabana, moto quebrou, companheiro teve que voltar, outro sumiu e foi embora, enfim, foi uma bagunça. Se tivéssemos estipulado um planejamento com reserva de hotéis por exemplo, tudo teria sido pior e somariasse também alguns prejuízos financeiros. 

Sou obrigado a salientar que existem diferenças bem grandes entre o interior da Bolívia ou do Peru e as capitais dos Estados Unidos. A possibilidade do infortúnio é muito maior andando pelas estradas sem lei da América do Sul. Para exemplificar apenas uma situação, a gasolina da moto acabou na selva amazônica, não por falta de planejamento, mas simplesmente pois não haviam postos de combustível. #eduardo 

Como os detalhes fazem toda a diferença, para organizar a viagem encomendei o planner personalizado e pra completar os álbuns para as fotografias. Fiquei apaixonada no trabalho feito pela Lecute. #rhainna 

NO COMEÇO 

No começo era só uma ideia que eu tinha há muito tempo, desde quando estudei inglês, há muitos anos. Mas a correria diária atrapalhou a realização de uma imersão na língua e esse desejo se perdeu.

As coisas mudaram com a chegada da pessoa certa, minha esposa. Juntamos a fome com a vontade de comer, pois ela como eu adora viajar e conhecer coisas novas e também não tem medo das contingências que podem aparecer numa vigem desse porte, do tipo três meses em outro país.

Fizemos algumas viagens de moto, nada além de 1000 quilômetros, fizemos nossa viagem onde ficamos noivos e a da lua de mel e então decidimos começar os preparativos para a tão esperada viagem aos states!

O ponto a ser acertado eram as férias. Pelo fato de sermos servidores públicos, poderíamos usar nossas Licenças Especiais (L.E.) para realizar a viagem. Mas o que seria uma L.E.? É uma licença remunerada que os servidores públicos podem gozar a cada cinco anos, que lhes dá direito de se retirar de suas obrigações laborais por três meses. Eu já tinha algumas L.E. acumuladas e minha esposa também tinha uma para gozar. Tinhamos também ferias atrasadas, que iriamos usar após a viagem de três meses, para recolocar as coisas no lugar quando voltássemos.

Resolvemos as pendências e com as devidas autorizações de férias e licenças, passamos para outros passos, como roteiro, gastos, passagens, hospedagens e tudo mais. Tinhamos uma algo inicial que era desejo de ambos, realizar uma viagem de estudo, trabalho e de turismo. 

Estudo pois faríamos cursos de inglês, cursos policiais e de tiro, já que sou professor e tenho em Goiânia uma renomada escola de tiro e minha esposa sempre me ajuda nessa tarefa. De trabalho pois os EUA é o pais mais bélico do mundo e iriamos aproveitar essa oportunidade para tentar fechar parcerias e de turismo pois iriamos rodar aquele imenso país de ponta a ponta, literalmente, conhecendo novos lugares, novos sabores e recantos desconhecidos. #eduardo