DIRIGINDO EM SAN FRANCISCO 

Mesmo tendo valor “mundial”, o que aprendemos quando requerendo nossa Carteira Nacional de Habilitação, a famosa CNH, não é suficiente para dirigir sem enfrentar alguns contra tempos nos Estados Unidos. Esta é a terceira publicação que falamos deste tema e com propriedade, já que rodamos mais de 18 mil quilômetros de carro, moto e de barco também!

Já falamos da necessidade da Permissão  Internacional Para Dirigir – EU PRECISO DE CARTEIRA DE HABILITAÇÃO INTERNACIONAL NOS EUA? – . De algumas particularidades do trânsito americano, feito ainda em Miami – DIRIGINDO EM MIAMI. – Que foi o primeiro Estado que dirigimos e lá permanecemos por um mês 
E falamos também sobre como abastecer um carro nos Estados Unidos – ABASTECENDO O CARRO – que terror! Que não é algo fácil, pois cada Estado tem pequenas particulariades e piora muito se a pessoa não dominar a língua inglesa.

Neste vídeo vamos mostrar uma particularidade que nos foi informada pelo nosso amigo e Personal Consierge, Douglas Ribeiro, a fim de que não fossemos penalizados em San Francisco, pois segundo ele tem uma polícia de trânsito muito rigorosa. 

Dada a dica, vamos rodar rumo a Chicago, muito chão pela frente. #eduardo

CIDADE XIII – SANTA BARBARA – Pós tempestade!

Partimos de Los Angeles com destino a San Francisco, mas no caminho paramos em Santa Bárbara, tudo ainda dentro da Califórnia, que é uma cidade litorânea muito famosa por lá e nela peregriamos por uma noite.

Infelizmente pegamos um engarrafamento monstruoso na estrada e uma viagem que deveria ser de duas horas se estendeu por mais duas, mas quando chegamos a cidade vimos o motivo do engarrafamento.

Fomos direto para o hotel e pelo caminho encontramos várias árvores no chão, arrancadas pelas raízes, ruas inundadas e telhados arrancados. No hotel soubemos que havia passado uma tempestade pela cidade, fato único naquele local, já que nunca havia passado uma tempestade com tais proporções em Santa Barbara.

Fomos para o pier da cidade, que é onde se concentram as pessoas e encontramos tudo de pernas para o ar, com pessoas assustadas, correndo para abraçar familiares que trabalham no mar, achando que a tempestade havia pego eles.

O cenário não era bom, mesmo assim pudemos ver que era uma cidade bonita e bem cuidada. Infelizmente nossos planos de passar um dia no litoral da California foi frustrando, pois a praia estava tomada por algas e águas vivas, a solução foi procurar outra coisa pra fazer.

Andamos pelo local e vimos várias pessoas tentando consertar o que a tempestade havia destruído. Telhados despedaçados, árvores sobre carros, ruas alagadas e turistas com olhos esbugalhados foi o que encontramos em nossa caminhada pelo litoral.

Ainda perto da praia descobrimos uma empresa que loca triciclos elétricos por hora, eles os chamam de scooter por aqui. Locamos um e fomos passear um pouco mais longe.

Encontramos manga de vez para comer, pronto, estava feito o passeio. Paisagem bonita – meio bagunçada por causa da tempestade, comida boa – adoro manga de vez com sal e limão e uma motoquinha para passearmos. Perfeito!


Ficamos por ali até o sol nos proporcionar luz, voltamos para o hotel para descansarmos e pela manhã seguimos viagem para a terra da famosa ponte Golden Gate.

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CIDADE XI – LOS ANGELES 

Deixamos as maravilhas do Gran Canyon ainda extasiados com tantas belezas e com aquela imensidão que nenhuma câmera no mundo ou nenhum filme conseguem reproduzir e fomos para a California.

Depois de sete horas de viagem por uma estrada movimentada, entramos em Los Angeles, que é a segunda maior população dos EUA – perdendo apenas para New York – e já sentimos o trânsito pesado da cidade, onde as pessoas businam muito e te empurram se você tentar andar dentro do limite de velocidade.

Como haviamos mudado as datas por causa do curso de tiro que fizemos em Phoenix, perdemos a reserva que tínhamos e nosso Personal Concierge só conseguiu hospedagem em um hotel “meia boca”, que descobrimos depois que fica ao lado de um karaoke, que é na verdade uma fachada para um prostíbulo. Pensa numa vizinhança de altíssima procedência! Mesmo sendo um hotel mais modesto, ele ainda ficou muito bem posicionado no quesito cama e conseguiu ficar no Top Three no quesito chuveiro. Aliás, os hotéis do Brasil tem muito a aprender sobre camas macias e chuveiros quentes com os do EUA!

Devidamente instalados, a Rhainna já havia feito as pesquisas sobre a cidade e o primeiro lugar a ser visitado em Los Angeles foram os estúdios da Warner Bros, que é o local onde várias séries e filmes de sucesso mundial são filmadas. Para nós amantes da sétima (cinema) e da nona arte (história em quadrinhos), esse passeio prometia muito, já que foi a Warner Bros que produziu clássicos filmes vomo Super Homem, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde, séries como Dexter, Gothan, filmes como 300 de Sparta e vários outros.

No centro de atendimento ao visitante você compra um ingresso que te leva em pequenos carros, através dos vários prédios dos Studios Warner Bros, onde você consegue ver onde foram filmados vários sucessos do cinema, mas algumas atrações, caso você queira participar, devem ser pagas á parte.

Como de costume nessa região dos Estados Unidos, o sol estava de lascar e o passeio seguia, conduzido por um guia que mal conseguia respirar, de tanto que falava prápido. O inglês dele era terrível!

Não é permitido fazer vídeos, apenas fotos e se você quiser, pode fazer uma foto com uma estatueta verdadeira do Oscar.

Ou ainda pilotar a super moto do Batman pelas ruas de Gothan City. É só pagar um pouco a mais que a experiência é entregue a você num pendrive em vídeo e foto. É muito engraçado o vídeo.

O vídeo é muito legal!

Confesso que esperava mais do passeio, mas creio que não foi uma falha deles e sim excesso de expectativa da minha parte. #eduardo 

Chegou então o momento de irmos conhecer o que imagino ser a parte mais famosa de Los Angeles, Hollywood!

Fomos para um shopping chamado Hollywood & Highlands. É um complexo de lojas e restaurantes que fica ali mesmo na Hollywood Boulevard, do ladinho do Teatro Chinês, aproveitamos para almoçarmos no Hard Rock. Gostamos muito de lá e sempre procuramos por ele nos outros estados. É neste complexo que acontece o “Red Carpet” do Oscar e lá também tem um lugarzinho no final do shopping onde dá pra ver o letreiro “HOLLYWOOD”. Até tentamos tirar uma foto, mas estava muito distante.

Bem lá no fundo está escrito HOLLYWOOD. Você viu?

O Eduardo estava ansioso pra ver o famoso letreiro, parecia criança perguntando toda hora onde a gente ia pra ver rsrs. Acho que ficou decepcionado pois, como fica longe, dá pra ver, mas não é uma vista tão maravilhosa rsrsrs… nas fotos mal aparece kkk… também aproveitamos o clima quente da Califórnia pra tomar um sorvete recomendado por amigos do Brasil, o Cold Stone, não deixou a desejar, uma delícia e bem diferente.

Saímos de lá já na CALÇADA DA FAMA, onde ficam as estrelas dos artistas moldadas no passeio. Percorremos apenas duas das várias quadras, é legal conhecer mas nada que nos fizesse ficar muito empolgados, assim como o CHINESE THEATRE, ali mesmo em Hollywood  Boulevard, onde ficam as mãos e sapatos de atrizes. 

O interessante é que essa tradição começou com uma atriz que pisou acidentalmente no cimento fresco. Além de mãos e sapatos tem sempre uma frase de efeito ou coisas curiosas pelo local e só. #rhainna

Partirmos para o Museu de Hollywood, que também é visita imperdível para os cinéfilos, ele fica bem perto de onde estávamos, dá pra ir á pé. 

Muitos objetos, carros, roupas originais de artistas e filmes estão no acervo do museu, além de muita história e curiosidades sobre artistas do passado, como Marilyn Monroe.

No museu, que tem quatro andares, existe um porão dedicado aos filmes de terror com alguns ambientes surpreendentes, como os do filme Silêncio dos Inocentes – que é um nossos preferidos.

Se você não viu esse filme, não perca tempo e confira esse clássico do cinema. O que poucas pessoas sabem é que existem três filmes sobre essa história e todos são ótimos! #eduardo

Como a vista do letreiro do shopping não agradou, saímos de lá para ir ver de perto o tão falado letreiro de Hollywood, imagino que como nós, muitas das pessoas que viajam a Los Angeles desejam tirar fotos do famoso letreiro.

Esta foto foi feita junto com a capa, só que sem corte.

Em nosso imaginário, achávamos que encontrar o tal letreiro seria fácil. Bem, na verdade não é tão simples, depois de muita pesquisa achei um endereço e jogamos no GPS, não dá pra chegar tão próximo quanto gostaríamos, mas é o máximo possível. O letreiro fica num terreno particular, onde é proibida a entrada. Assim como nós, haviam vários outros turistas se movimentando pelo local em busca de um bom ângulo para a foto. Nós não fomos muito bem sucedidos, nossa foto ficou muito aquém das nossas expectativas. 😓

De lá fomos para o OBSERVATÓRIO GRIFFITH, local onde estivemos no dia anterior quando chegamos à Los Angeles em nossa primeira busca ao letreiro, porém, já estava fechado e não dava pra ver nada já que não há iluminação no letreiro.

Pois bem, desta vez fomos para ver o pôr do sol lá de cima. Ao nos aproximarmos, surpreendemo-nos com a grande movimentação no local, foi muito difícil conseguir estacionar o carro e quando conseguimos o sol já estava dando seus últimos suspiros no horizinte, antes de desaparecer totalmente, mas conseguimos salvar alguns cliques😎.

Pôr-do-sol no Observatório.

Aproveitamos que já estávamos por lá e com vaga no estacionamento garantida e fomos conhecer o observatório propriamente, que é um dos melhores dos EUA.

Valeu muito a pena o passeio pelo local, tanto que desistimos de ir assistir ao apresentação da sinfônica de Los Angeles para explorar melhor o prédio, que é muito bonito e cheio de coisas interessantes. Fomos também ao planetário para ver uma apresentação muito legal sobre o Big Bang, uma experiência que vale a pena fazer, adoramos o local. Na minha opinião, apesar de meio desconhecida é a melhor atração de Los Angeles. Ficamos lá até fechar e saímos a contra gosto. Um destalhe: a entrada para o observatório é gratuita, mas a apresentação e o estacionamento é pago. #rhainna

A cidade tem muita coisa para se conhecer, assim é preciso eleger algumas que são de interesse e correr atrás delas. Por exemplo, gostamos muito dos filmes da franquia Veloses e Furiosos, nada mais justo que visitar a casa de Dominic Toretto, o “Bad Ass” do filme. Nós gostamos muito, mas se você não for muito fã dos filmes, não vá! É bem longe e não há nada preparado para turistas lá, apenas a casa que foi usada nas gravações.

De lá fomos para outro local famoso da cidade que, ao chegarmos lá, descobrimos que não tem nada demais, Beverly Hills.

Na verdade, apenas uma avenida, a Rodeo Drive, que é o Grand Point e já foi palco para as gravações de muitos filmes, como Uma Bela Mulher. Você pode encontra lá várias lojas de super grifes mundiais e ótimos restaurantes. Aproveitamos para almoçar num ótimo restaurante italiano, aliás é a culinária ibérica que está nos salvando, pois já enjoamos da comida típica daqui, que várias vezes é apenas fast food.

No final, ou no cameço da avenida, há uma praça com uma fonte e sobre ela o nome Bervely Hills, onde vários turistas vão para fazer fotos, nada extraordinário. Como bons turistas que somos, fizemos a nossa também. 

Los Angeles é uma megalópole cosmopolita, de trânsito terrível, pessoas amistosas e ruas mal cuidadas. Como local para conhecer nos EUA, se houverem outras possibilidades além desta cidade, como por exemplo New York, San Francisco, New Orleans e Até San Antonio, no Texas eu escolheria as segundas opções, questão de gosto.

Outra atração turística que fica próximo de Los Angeles e que nos interessa muito é um parque de diversões chamado Six Flag, que é um parque só de montanhas russas. Claro que fomos nele, mas essa é outra aventura!

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CIDADE XII – SANTA MONICA 

Santa Monica é uma cidade litorânea que fica há uma hora de viagem de Los Angeles, fomos para lá no segundo dia que ficamos em L.A.

O primeiro lugar a ser visitado foi o famoso píer de Santa Monica, que é também o ponto final da histórica Rota 66, a mesma que iremos fazer dentro de alguns dias. O pier é muito movimentado, cheio de turistas e artistas de rua, parecia até um circo! Homens gritando, dançando, cantando, desenhando, saltado… tinha de tudo.

Neste pier fica também o marco final da famosa e histórica Rota 66, a qual fizemos um passeio de moto alguns dias após essa foto.

Demos uma volta no pier, tomamos alguma coisa, assistimos a show de acrobacias de alguns artistas de rua, descansamos um pouco, pois o corpo já estava cansado das inúmeras tarefas obrigatórias que um turista tem que realizar e voltamos para L.A.

A praia é limpa e muito bonita e por ser uma sexta feira, ela estava lotada. #eduardo

CIDADE X – TUSAYAN – A cidade do Grand Cannyon

Na verdade pouco temos a falar do Gran Canyon, pois não há foto, vídeo ou texto que consiga expressar o que é o Gran Canyon!

A viagem para Tusyan é tranquila e com belas paisagens. A cidade é pequena e vive exclusivamente em função dos turistas que chegam lá a procura das belezas naturais do Gran Canyon.

Chegamos no parque ecológico por volta das 13 horas e ficamos até as 21 horas mais ou menos, o preço por carro é $ 30,00 e dá direito a sete dias de entrada no local. Você pode também optar por um pacote de 30 dias de entrada, que é vendido também na entrada do parque.

Altitude em metros, marcado no precipício do Gran Canyon.

Existem três grandes estacionamentos e vários prédios e o que mais importa para os turistas é o Centro de Turistas – óbvio! Lá recebemos informações sobre o que visitar no parque e por onde começar.

Como tínhamos a tarde toda, a atendente nos indicou uma caminhada de pouco mais de duas milhas, margeando o abismo formado pelas paredes do Gran Canyon e lá fomos nós!

O parque tem uma estrutura totalmente voltada para os turistas, inclusive com um hotel muito bonito, onde almoçamos as quatro da tarde! – vida de turista é difícil.
Uma das atrações do parque, que é aguardada pela maioria dos visitantes é o por do sol e como os outros, nós também estávamos lá. Se você quiser uma mesa no restaurante do hotel, com vista para o espetáculo, você tem que reservar antes, do contrário não consegue.

Esperando o pôr-do-sol.

O parque se encontra em plena reserva florestal e é habitado por várias espécies animais, inclusive os castores, ficam correndo tranquilamente entre os turistas, que começam a fotografar como malucos quando eles dão o ar de sua graça.

Presenciamos o milagre diário que o sol, em contraste com o Gran Canyon, oferece todos os dias aos visitantes do parque e rumamos para o estacionamento onde estava nosso carro, no caminho cruzamos com um grupo de pessoas, conduzidas por um guia do parque, que estavam iniciando um passeio noturno pelas trilhas. Não acompanhamos eles, mas achamos muito legal.

O parque já estava escuro e ele não é muito bem iluminado, acho que fazer um pouco o clima selvagem do local. Quando fomos para estacionamento não encontramos o carro, pois a paisagem do momento que chegamos – com luz solar e pátio lotado, mudou muito. Agora estávamos apenas com a luz de uma lua no quarto minguante e do flash do celular. O resultado foi que andamos pelos três estacionamentos e depois de uns quarenta minutos encontramos o carro.

O que me consola um pouco é que haviam várias outras pessoas, que como nós, não sabiam onde haviam estacionando seu carro. Faz parte da viagem perder o carro no meio da floresta. SQN!

Encontrado o carro, o outro problema foi sair do parque, que é enorme. Sinal de internet não chega lá, já não haviam tantas pessoas nas ruas e as que nós perguntamos, também não sabiam a direção da saída. Lá se foram mais uns trinta minutos andando de carro na floresta!

Então lá vão duas dicas, caso você queira ficar no parque para ver o pôr-do-sol: a) leve um mapa, pois não há sinal de internet, ou já deixe o caminho de volta para o hotel baixado no aplicativo do celular  (Google Maps ou Wase); b) coloque seu carro em um lugar de fácil acesso e memorize o local, isso pode de poupar muito tempo e pernada.

Mas como sempre costumamos dizer: Viajar é ir de encontro ao inesperado! Valeu a pena cada segundo gasto no Gran Canyon, se você tiver a oportunidade de conferir pessoalmente esse espetáculo da natureza, não perca a chance, vá!

Partiu Los Angeles!

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DE VOLTA À PHOENIX

Deixamos as luzes de Las Vegas e voltamos para  a capital do estado do Arizona, Phoenix, que uma cidade muito limpa, de trânsito tranquilo, com pessoas acolhedoras. Mas Phoenix nos trouxe uma nova compreensão do que é o calor!

Voltamos para Phoenix para fazer um curso de tiro com fuzil e a pista de treinamento fica em pleno deserto. A cidade por si só já é bem quente, mas o deserto e mais ainda, um novo paradigma do poder destrutivo do sol nos foi apresentado.

Acordamos cedo e fomos para o estande de tiro, onde nos esperava o professor e seu staff. Já as oito da manhã o sol já estava muito quente, as 14 horas o próprio professor decidiu finalizar a aula, pois a temperatura estava 48,3° C. Detalhe, nós estávamos equipados com roupas pesadas, joelheira, cotoveleira, colete, abafador de ruídos e com um fuzil em bandoleira e não estávamos estáticos, mas sim em movimento, sob o sol mais avassalador que já sentimos.

Ao centro nosso amigo Gabriel, presidente da SAC.

Felizmente as armas eram de ótima qualidade – carabinas da ArmaLite – e o professor era de altíssimo gabarito, esses pontos mantiveram nossa moral alta durante o curso, pois o corpo já não sustentava mais. 

O resultado do primeiro dia de curso foi um início de insolação pra mim e os dois destruídos. Fisicamente exaustos, mas muito satisfeitos com o curso.

Para o segundo dia fomos mais preparados, com roupas com proteção UV e começamos o curso as seis horas da manhã, assim conseguimos evitar seus raios por grande parte da manhã, mas por volta das doze horas novamente a temperatura estava acima dos 48° C. Por volta das 15 horas terminamos os treinamento e o professor encerrou o curso, entregando os certificados e fazendo os agradecimentos.

Desta vez, mais bem preparados para o sol do deserto, terminamos o dia mais inteiros do que o anterior, mas a satisfação e o sentimento de realização era maior que do outro dia, pois valeu a pena cada segundo debaixo do sol do deserto do Arizona, a qualidade dos ensinamentos foi altíssima, algo que infelizmente não se encontra nas terras tupiniquins.

Na segunda feira fomos convidados pelo nosso amigo Gabriel Araújo, presidente da SAC – Strategic Armory Corps, para testar as armas que eles fabricam. É a mesma coisa de jogar o sapo na lagoa, adoramos o convite e aceitamos imediatamente!

Novamente voltamos para o mesmo estande de tiro no deserto para testar as armas da SAC, só que dessa vez, como não estávamos fazendo nenhum treinamento tático, pudemos ficar debaixo de uma cobertura, que nos protegeu do sol – que é algo muito bom, mas não do calor, que estava naqueles 48° C, padrão do deserto do Arizona.

No outro dia cedo fomos para as paisagens paradisíacas do Gran Canyon, que fica também no Arizona. Mas essa é outra história!

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CIDADE IX – LAS VEGAS 

​”WHAT HAPPENS IN VEGAS STAYS IN VEGAS.” – O que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas. Esta icônica frase descreve bem o espírito de Las Vegas, a “cidade do pecado”. Tema de músicas, filmes e sonho de visita de muitos. Aqui você pode comer, dançar, beber e farrear a vontade. Aqui você pode agir e ser aquele que você não pode ser em casa!
​Primeiramente, só um panorama: tudo em Vegas acontece na Strip, ou Las Vegas Boulevard, que é a rua onde os grandes hotéis e as principais atrações da cidade estão situados. #eduardo

Nosso Personal Concierge nos fez reserva em um famoso hotel da cidade, o Stratosfere Hotel, um hotel-cassino com a maior torre de observação dos EUA e cheia de atrações radicais para os turistas e está situado na movimentada Las Vegas Boulevard que destaquei.

Chegamos na segunda feira a noite, demos uma caminhada pelo início da avenida, compramos algumas lembranças e voltamos para o hotel, demos uma olhada no cassino, fizemos um lanche rápido e fomos para o quarto descansar, afinal foram mais de cinco horas de viagem.

Na terça-feira, acordamos e fomos direto para a Las Vegas Strip, estacionamos no parking do Caesars. Primeiro, entramos no Forum Shops, que é um shopping enorme com toda a decoração inspirada em Roma, assim como o próprio Ceasars Palace. Lá tem bastante coisa boa para ver, comprar e, obviamente, comer. Almoçamos em um restaurante italiano que tem porções gigantescas por um preço bem acessível, os pratos estavam ótimos mas o melhor era sem dúvidas o ambiente, meio penumbra, simulando o entardecer em Roma.

O Eduardo que já esteve lá disse que é exatamente daquele jeito. Há ainda um show com as estátuas que se movem, inspirado na história da cidade submersa de Atlantis – nessa área, tem também um aquário e lojas com obras de arte incríveis.  Dali, fomos conhecer o Ceasars em si, que é um hotel também enorme e que fica empatado com o Bellagio no posto de mais imponente da cidade.

Saímos de lá e fomos para o Venetian, inspirado, como diz o nome na cidade de Veneza. O hotel é gigantesco, tem uma réplica do Grand Canal da cidade italiana em que você pode andar de gôndola, a Torre do Campanário e a Praça San Marco onde assistimos uma apresentação músico teatral muito legal – encanta especialmente quem deseja visitar a cidade de Veneza, como a gente.

No caminho, há hotéis como o Treasure Island, que tem uma decoração bem legal na porta com navios piratas e uma lojinha cheia de caveiras lindas – compramos várias pra nossa coleção, o Mirage que fica ao lado e o Casino Royale, que é mais old school.

Voltamos para o nosso hotel e fomos explorá-lo, demos uma volta por suas lojas, subimos na torre para ver a cidade – uma vista deslumbrante – e compramos o passaporte para os brinquedos da torre que incluem um carrinho que desce até a ponta de uma rampa tendo apenas  o ponto mais alto de vegas como precipício a sua frente, um elevador que sobe em alta velocidade até a ponta da torre e desce também muito rápido e um brinquedo de rodar pendurado na torre.

Após as diversões super radicais da maior torre de observação dos Estados Unidos, descemos para o cassino e meu esposo foi se aventurar no jogo, apostou 5 dólares e ganhou 38 cents, não quis mais brincar 🤣🤣🤣.

Na quarta feira, estacionamos em frente ao hotel Luxor e fomos almoçar no Buffet do hotel, que remete ao Egito e tem formato de pirâmide. Também é muito bonito e gostamos muito do almoço. Fomos caminhando até a área do Bellagio, onde ficam o Harrah’s, o Flamingo e o Bailly’s, que não são nada demais, e o Paris, que representa muito bem a cidade de Paris, com direito a Torre Eiffel – na qual você pode jantar, no restaurante, ou subir para ver a cidade, é só pagar – e Arco do Triunfo. #rhainna

No caminho encontramos uma loja do Avengers com várias coisas legais dos super heróis do grupo. Roupas, souvenires e até bonecos realistas, inclusive no tamanho, a venda. Quem gosta de Avengers e for em Las Vegas, não pode deixar de ir ao lugar.

Uma exposição interativa também está disponível para os fãs e só pagar e curtir. Mas há também uma que é de graça que é super legal – eu fui na de graça! Nela você participa de um treinamento com a roupa robótica do homem de ferro. Muito legal o vídeo game!

Fomos enfim conhecer o famoso Hotel-cassino Bellagio. Acredito que ele seja o hotel mais famoso de Las Vegas, afinal foi palco do filme Onze homens e um segredo. O local é incrível, é o cassino mais chique de todos que visitamos.

Em frente ao Belagio há um lago muito bonito, onde acontece de hora em hora o famoso Ballet das Águas. É um espectáculo magnifico, que durante a noite é ainda mais belo, graças as mais de quatro mil luzes que iluminam os esguichos d’agua que dançam ao som de diversas músicas, inclusive Frank Sinatra, que é ídolo muito celebrado aqui em Vegas.

Depois destes dois dias de pernada em Vegas – a caminhada entre os hotéis, cassinos, shoppings e ruas é imensa, as pernas já estavam gastas e meu marido disse que nós estávamos “andando igual a dois camelos!” kkk. Acho que ele se inspirou no calor desértico de Vegas, para criar esta frase, afinal é verão e a impressão é que cidade estava em chamas.

Voltamos para o hotel e fomos jantar no restaurante da torre, onde é preciso fazer reservas prévias. Este restaurante já foi eleito “the best of the world” – o melhor do mundo – por uma comissão gastronômica dos EUA.

A vista das mesas mostra a cidade, que está a mais de 350 metros abaixo. Com certeza a vista é linda e assim como a Torre de San Antonio, as mesas ficam girando, o que proporciona aos clientes uma vista completa da cidade, sem precisar sair do local. A vista inspira contemplações, pois é linda, mas eu não diria que a comida é a melhor do mundo! rsrs… A comida é boa, cara, mas nada de especial.

Saímos de lá e fomos para nosso tão esperado vôo de helicóptero pela cidade. Eu nunca tinha voado e amei, achei uma pena não ser mais longo. A vista é incrível e por ser noite acho que foi ainda melhor pelo efeito das luzes dos cassinos e prédios, que possuem uma iluminação que proporciona um show Inesquecivel!

As atrações e diversões de Las Vegas são muitíssimas e também muito variadas. Como amamos armas de fogo, na quinta feira, fomos ao Battlefield, um stand indoor que disponibiliza várias armas que são difíceis de se encontrar para atirar até mesmo nos EUA.

Pegamos um pacote muito bom, foi caro mas compensou. Compramos bastante coisas na lojinha, a gente não resiste🙈, tudo muito a nossa cara…

Eles ainda tem um acervo de carros, helicópteros e armas da segunda guerra em exposição que valem varios cliques.

Saímos de lá já bem tarde, não havíamos tomado café da manhã nem almoçado. Fomos ao Bellagio fazer nossas reservas para o espetáculo do Cirque du Soleil e aproveitamos para jantar no Buffet e dar uma passadinha pelo jardim do Hotel, aqui também tivemos nossas expectativas frustradas em relação a comida, que é muito bonita visualmente, mas não agradou muito o nosso paladar.

Fomos para o hotel nos arrumar e retornamos para o espetáculo “O”, que é um show indescritível!!! Existem vários shows do Cirque du Soleil na cidade, mas este espetáculo “O”, é considerado o melhor de todos.

Não é permitido filmar ou fotografar o espetáculo – só o encerramento que pode filmar. o que na verdade é bom para não perder nada da apresentação. O palco é incrível, as acrobacias são feitas, em grande parte na água, e a visão é ótima de onde nós ficamos. É preciso escolher o local onde vai se sentar na compra dos ingressos, pagamos um pouco mais caro mas valeu muito a pena. Saímos de lá extasiados 😍.

Aproveitamos que estávamos no Belagio e fomos assistir novamente ao Balé das Águas, desta vez a noite, e foi ainda mais bonito, gracas as luzes que falamos anteriormente.

Como o Eduardo bem pontuou, foram muitas coisas surpreendentes em um único dia. Voltamos para o hotel com a missão Las Vegas cumprida, cansados mas super satisfeitos. Ainda tivemos pique pra tomar uma cervejinha no cassino do hotel pra fechar a noite. #rhainna

Pois é amigos, andamos como camelos em Las Vegas. Só andei desse tanto trabalhando na PM! Terminei o primeiro dia de andanças com as pernas anestesistas, mas conseguimos entrar e passear pelos principais cassinos e shoppings temáticos da cidade.

Las Vegas é uma cidade de diversão e festa e é muito mais bela durante a noite, que esconde suas ruas sujas e seu exército de moradores de rua. Com certeza é um lugar onde se pode fazer coisas malucas, como se casar bêbado em uma das várias salas de cerimônia que vimos pela cidade. Ou se esbaldar nas festas e cassinos, mas pessoalmente acho que para morar, Las Vegas não é tão acolhedora.

Deixamos a cidade dos prazeres, onde tudo que acontece lá, fica lá e voltamos para a calorosa cidade de Phoenix, no Arizona, literalmente calorosa! #eduardo