CIDADE IX – LAS VEGAS 

​”WHAT HAPPENS IN VEGAS STAYS IN VEGAS.” – O que acontece em Las Vegas, fica em Las Vegas. Esta icônica frase descreve bem o espírito de Las Vegas, a “cidade do pecado”. Tema de músicas, filmes e sonho de visita de muitos. Aqui você pode comer, dançar, beber e farrear a vontade. Aqui você pode agir e ser aquele que você não pode ser em casa!
​Primeiramente, só um panorama: tudo em Vegas acontece na Strip, ou Las Vegas Boulevard, que é a rua onde os grandes hotéis e as principais atrações da cidade estão situados. #eduardo

Nosso Personal Concierge nos fez reserva em um famoso hotel da cidade, o Stratosfere Hotel, um hotel-cassino com a maior torre de observação dos EUA e cheia de atrações radicais para os turistas e está situado na movimentada Las Vegas Boulevard que destaquei.

Chegamos na segunda feira a noite, demos uma caminhada pelo início da avenida, compramos algumas lembranças e voltamos para o hotel, demos uma olhada no cassino, fizemos um lanche rápido e fomos para o quarto descansar, afinal foram mais de cinco horas de viagem.

Na terça-feira, acordamos e fomos direto para a Las Vegas Strip, estacionamos no parking do Caesars. Primeiro, entramos no Forum Shops, que é um shopping enorme com toda a decoração inspirada em Roma, assim como o próprio Ceasars Palace. Lá tem bastante coisa boa para ver, comprar e, obviamente, comer. Almoçamos em um restaurante italiano que tem porções gigantescas por um preço bem acessível, os pratos estavam ótimos mas o melhor era sem dúvidas o ambiente, meio penumbra, simulando o entardecer em Roma.

O Eduardo que já esteve lá disse que é exatamente daquele jeito. Há ainda um show com as estátuas que se movem, inspirado na história da cidade submersa de Atlantis – nessa área, tem também um aquário e lojas com obras de arte incríveis.  Dali, fomos conhecer o Ceasars em si, que é um hotel também enorme e que fica empatado com o Bellagio no posto de mais imponente da cidade.

Saímos de lá e fomos para o Venetian, inspirado, como diz o nome na cidade de Veneza. O hotel é gigantesco, tem uma réplica do Grand Canal da cidade italiana em que você pode andar de gôndola, a Torre do Campanário e a Praça San Marco onde assistimos uma apresentação músico teatral muito legal – encanta especialmente quem deseja visitar a cidade de Veneza, como a gente.

No caminho, há hotéis como o Treasure Island, que tem uma decoração bem legal na porta com navios piratas e uma lojinha cheia de caveiras lindas – compramos várias pra nossa coleção, o Mirage que fica ao lado e o Casino Royale, que é mais old school.

Voltamos para o nosso hotel e fomos explorá-lo, demos uma volta por suas lojas, subimos na torre para ver a cidade – uma vista deslumbrante – e compramos o passaporte para os brinquedos da torre que incluem um carrinho que desce até a ponta de uma rampa tendo apenas  o ponto mais alto de vegas como precipício a sua frente, um elevador que sobe em alta velocidade até a ponta da torre e desce também muito rápido e um brinquedo de rodar pendurado na torre.

Após as diversões super radicais da maior torre de observação dos Estados Unidos, descemos para o cassino e meu esposo foi se aventurar no jogo, apostou 5 dólares e ganhou 38 cents, não quis mais brincar 🤣🤣🤣.

Na quarta feira, estacionamos em frente ao hotel Luxor e fomos almoçar no Buffet do hotel, que remete ao Egito e tem formato de pirâmide. Também é muito bonito e gostamos muito do almoço. Fomos caminhando até a área do Bellagio, onde ficam o Harrah’s, o Flamingo e o Bailly’s, que não são nada demais, e o Paris, que representa muito bem a cidade de Paris, com direito a Torre Eiffel – na qual você pode jantar, no restaurante, ou subir para ver a cidade, é só pagar – e Arco do Triunfo. #rhainna

No caminho encontramos uma loja do Avengers com várias coisas legais dos super heróis do grupo. Roupas, souvenires e até bonecos realistas, inclusive no tamanho, a venda. Quem gosta de Avengers e for em Las Vegas, não pode deixar de ir ao lugar.

Uma exposição interativa também está disponível para os fãs e só pagar e curtir. Mas há também uma que é de graça que é super legal – eu fui na de graça! Nela você participa de um treinamento com a roupa robótica do homem de ferro. Muito legal o vídeo game!

Fomos enfim conhecer o famoso Hotel-cassino Bellagio. Acredito que ele seja o hotel mais famoso de Las Vegas, afinal foi palco do filme Onze homens e um segredo. O local é incrível, é o cassino mais chique de todos que visitamos.

Em frente ao Belagio há um lago muito bonito, onde acontece de hora em hora o famoso Ballet das Águas. É um espectáculo magnifico, que durante a noite é ainda mais belo, graças as mais de quatro mil luzes que iluminam os esguichos d’agua que dançam ao som de diversas músicas, inclusive Frank Sinatra, que é ídolo muito celebrado aqui em Vegas.

Depois destes dois dias de pernada em Vegas – a caminhada entre os hotéis, cassinos, shoppings e ruas é imensa, as pernas já estavam gastas e meu marido disse que nós estávamos “andando igual a dois camelos!” kkk. Acho que ele se inspirou no calor desértico de Vegas, para criar esta frase, afinal é verão e a impressão é que cidade estava em chamas.

Voltamos para o hotel e fomos jantar no restaurante da torre, onde é preciso fazer reservas prévias. Este restaurante já foi eleito “the best of the world” – o melhor do mundo – por uma comissão gastronômica dos EUA.

A vista das mesas mostra a cidade, que está a mais de 350 metros abaixo. Com certeza a vista é linda e assim como a Torre de San Antonio, as mesas ficam girando, o que proporciona aos clientes uma vista completa da cidade, sem precisar sair do local. A vista inspira contemplações, pois é linda, mas eu não diria que a comida é a melhor do mundo! rsrs… A comida é boa, cara, mas nada de especial.

Saímos de lá e fomos para nosso tão esperado vôo de helicóptero pela cidade. Eu nunca tinha voado e amei, achei uma pena não ser mais longo. A vista é incrível e por ser noite acho que foi ainda melhor pelo efeito das luzes dos cassinos e prédios, que possuem uma iluminação que proporciona um show Inesquecivel!

As atrações e diversões de Las Vegas são muitíssimas e também muito variadas. Como amamos armas de fogo, na quinta feira, fomos ao Battlefield, um stand indoor que disponibiliza várias armas que são difíceis de se encontrar para atirar até mesmo nos EUA.

Pegamos um pacote muito bom, foi caro mas compensou. Compramos bastante coisas na lojinha, a gente não resiste🙈, tudo muito a nossa cara…

Eles ainda tem um acervo de carros, helicópteros e armas da segunda guerra em exposição que valem varios cliques.

Saímos de lá já bem tarde, não havíamos tomado café da manhã nem almoçado. Fomos ao Bellagio fazer nossas reservas para o espetáculo do Cirque du Soleil e aproveitamos para jantar no Buffet e dar uma passadinha pelo jardim do Hotel, aqui também tivemos nossas expectativas frustradas em relação a comida, que é muito bonita visualmente, mas não agradou muito o nosso paladar.

Fomos para o hotel nos arrumar e retornamos para o espetáculo “O”, que é um show indescritível!!! Existem vários shows do Cirque du Soleil na cidade, mas este espetáculo “O”, é considerado o melhor de todos.

Não é permitido filmar ou fotografar o espetáculo – só o encerramento que pode filmar. o que na verdade é bom para não perder nada da apresentação. O palco é incrível, as acrobacias são feitas, em grande parte na água, e a visão é ótima de onde nós ficamos. É preciso escolher o local onde vai se sentar na compra dos ingressos, pagamos um pouco mais caro mas valeu muito a pena. Saímos de lá extasiados 😍.

Aproveitamos que estávamos no Belagio e fomos assistir novamente ao Balé das Águas, desta vez a noite, e foi ainda mais bonito, gracas as luzes que falamos anteriormente.

Como o Eduardo bem pontuou, foram muitas coisas surpreendentes em um único dia. Voltamos para o hotel com a missão Las Vegas cumprida, cansados mas super satisfeitos. Ainda tivemos pique pra tomar uma cervejinha no cassino do hotel pra fechar a noite. #rhainna

Pois é amigos, andamos como camelos em Las Vegas. Só andei desse tanto trabalhando na PM! Terminei o primeiro dia de andanças com as pernas anestesistas, mas conseguimos entrar e passear pelos principais cassinos e shoppings temáticos da cidade.

Las Vegas é uma cidade de diversão e festa e é muito mais bela durante a noite, que esconde suas ruas sujas e seu exército de moradores de rua. Com certeza é um lugar onde se pode fazer coisas malucas, como se casar bêbado em uma das várias salas de cerimônia que vimos pela cidade. Ou se esbaldar nas festas e cassinos, mas pessoalmente acho que para morar, Las Vegas não é tão acolhedora.

Deixamos a cidade dos prazeres, onde tudo que acontece lá, fica lá e voltamos para a calorosa cidade de Phoenix, no Arizona, literalmente calorosa! #eduardo

É UMA FARMÁCIA OU UM PARQUE DE DIVERSÃO?!

Algumas pessoas nos indicaram ir ao Walmart e também a farmácia, dizendo que seria novidade na certa. Não entendemos na época, mas depois que conhecemos, ficamos surpresos com a quantidade de coisas e com diversidade de produtos, que na maioria não se encontra em uma farmácia no Brasil.

Este vídeo foi feito em uma loja da rede Wallgreens, que encontramos em quase todas as cidades que fomos, todas no mesmo padrão, grandes e com uma grande variedade de produtos, que para nós brasileiros não deveriam estar lá. Mas existe outra rede chamada CVS que também é do mesmo estilo do Wallgress, ou talvez bem mais diversificado. Para vocês terem uma ideia, nos compramos um pacote de um estande de tiro em Las Vegas nesta rede de farmácias, com direito a tiro de metralhadora, lançamento de granadas e tudo mais!

CIDADE VIII – PHOENIX

Deixamos o Texas para trás e rumamos para o Arizona, que é o Estado do Gran Canyon, mas como a distância era muito grande, cerca de 1.600 quilômetros, fizemos uma parada em New Mexico para dormir e seguimos para Phoenix. Pernoitamos na histórica Rota 66, onde até fizemos algumas fotos e compramos alguns souvenires, mas não nos estivemos muito nisso, pois iremos fazer uma parada específica para conhecer o Gran Canyon e também faremos um road trip de moto pela Rota 66.

Viemos para Phoenix para entrevistar um CEO da uma renomada fábrica de armas dos EUA, a ArmaLite e para isso fizemos uma mudança no trajeto original de nossa viagem.

No caminha para Phoenix encontramos na estrada um local chamado Knife City – Cidade das facas, e eu amante de facas que sou, fui obrigado a para e conhecer essa cidade maravilhosa!

Infelizmente não permitiram fotos ou vídeos dentro da loja, mas eu comprei um canivete super clássico e do lado de fora ninguém pode me impedir de registrar o momento. 

A viagem até Phoenix é longa, mas as paisagens são lindas e compensadoras. Tivemos a oportunidade de ver a mudança da vegetação enquanto atravessámos os estados, que era pantanosa na Flórida, passando para a desértica no Texas e no começo do Arizona. Neste mesmo Estado a vegetação passou a ser muito densa, com imensos eucaliptos e depois voltou a ser desértica, quando nos aproximamos de nosso destino.

Phoenix é a capital do estado americano do Arizona e é a capital mais populosa dos Estados Unidos. Nossa pesquisa não encontrou muitas atrações turísticas na cidade, assim, fomos cuidar de afazeres diários. A Rhainna foi para a Laundry lavar roupa e eu para o Car Wash, pois o carro estava imundo. Depois a esposa foi fazer as unhas e eu procurei um Barber shop para dar uma desbastada na barba – que não é lá grande coisa – mas não encontrei. Fomos descansar e dormir até quando o corpo aguentasse, pois estávamos muito cansados.

No domingo fomos conhecer o centro da cidade, que é longe de onde estávamos e é pequeno, se compararmos com os Down Town de outras cidades. Fomos à farmácia que mais parece um parque de diversão, encontrei um Barber Shop e depois fomos malhar os corpitchos na LA Fitness – mais pra frente a Rhainna vai falar sobre academias de musculação aqui nos EUA – jantamos e fomos nos preparar para a entrevista do outro dia.

Na manhã seguinte fomos a fábrica de rifles ArmaLite, que é mundialmente renomada, onde fomos muito bem recebidos pelo presidente da hollding e pelo proprietário, que é brasileiro. Eles nos mostraram a fábrica de fuzis e de outros materiais bélicos, fizemos as filmagens e uma entrevista, que foi ótima!

Inclusive fomos convidados a participar de um curso de tiro oferecido por eles, que iria acontecer no próximo fim de semana e claro que nós aceitamos! Assim, vamos para Las Vegas e retornaremos para Phoenix. Vamos rodar!!

Você se lembram que eu falei em uma publicação bem no começo do Blog que haviam duas formas de viajar? Uma mais travada, com reservas de hotel feitas com antecedência e tudo já bem delimitado e outra mais flexível, que iria se construindo de acordo com o aparecimento das contingências? Eu falei lá que numa viagem dessa envergadura, como é a nossa, que muito bem planejada e antecipada não dava certo, baseando em experiências pessoais anteriores. E assim está sendo. Muita coisa imprevista aparece e muita coisa que esperávamos não acontece. Aí meu amigo, tem que se adaptar!

Quem sofre nesse samba de datas e cidades e nosso Personal Concierge – Douglas Ribeiro, que tem que encontrar hotel, marcar e remarcar reservas e tudo mais. Ainda bem que o cara é fera e resolve tudo a tempo.

Tudo resolvido momentaneamente em Phoenix, partimos para o parque de diversão dos Estados Unidos, Las Vegas! Lá já está agendado muita diversão para nós. Agendado, desagendado e agendado de novo – Douglas tá tendo muito trabalho conosco. 

Partiu Vegas! #eduardo 

A PARTIDA E A CHEGADA 

Saímos de casa com as três imensas horas de antecedência que a empresa pede e fomos para o super moderno e imenso – SQN – Aeroporto Internacional de Goiânia, que de Internacional só tem o nome, já que de lá não sai nenhum vôo para fora do país. Fizemos o check in normalmente, para isso basta levar seu passaporte com visto e obedecer as instruções sobre bagagem despachada – aquela que não vai conosco – e principalmente as bagagens de mão. As regras são as mesmas para todas as empresas aéreas, visto que são regulamentadas e fiscalizadas pela ANAC.

Infelizmente os atrasos começaram logo no primeiro vôo para São Paulo, que mesmo sendo um vôo doméstico, teve problemas. Depois que todos já estavam à bordo, com a aeronave já taxiando, o avião teve que voltar por causa de problemas técnicos. Quando o comandante anunciou que por medidas de segurança teríamos que voltar, teve muita gente arregalando os olhos. Após um atraso de mais de uma hora o avião alçou vôo, junto com as orações silenciosas e sorrateiras dos mais aterrorizados por medo de avião. #eduardo 

Chegamos ao Aeroporto de Guarulhos, onde fizemos conexão para Houston, e só não perdemos o vôo, em virtude do atraso do primeiro, porque este também estava com uma hora de atraso. De qualquer forma nossa chegada foi uma correria, quem conhece o Aeroporto de Guarulhos sabe como é grande. Qualquer deslocamento leva bastante tempo, tivemos que correr boa parte do trajeto acompanhando o funcionário da empresa, pra nós não houve problemas quanto a isso, porque temos preparo físico, mas uma pessoa sem preparo ou idosa teria tido muita dificuldade. Ter pouca bagagem de mão facilita bastante nessas horas, pois além de ser menos peso para carregar, evita a perda durante a correria toda.

Depois de todos os atrasos possíveis, embarcamos para a terra do Tio Sam. Como já eram mais de 22 horas e só chegaríamos em Houston pela manhã, foram servidos jantar (que eu não gostei), sobremesa e café da manhã à bordo.  A empresa ainda forneceu uma manta e um travesseiro para passar a noite. O único inconveniente é a falta de espaço na classe econômica, o que nos fez querer a primeira classe na viagem de volta – quem não quer, né? 😁. O espaço para dormir confortavelmente faz toda diferença. A temperatura fica por volta dos 16°C, então se você acha frio é bom levar algo para se agasalhar. #rhainna 

Durante o vôo, os comissários de bordo entregam aos estrangeiros que irão entrar nos Estados Unidos uma ficha onde você deverá declarar algumas informações – leve uma caneta na bolsa. Dentre outras coisas que eles perguntam, o Tio Sam quer saber quanto dinheiro em espécie você está levando, seja em moeda do seu país ou em dólar.

O assunto envolvendo valores a serem levados para dentro do país, possui alguns detalhes menores que devem ser obedecidos, para saber mais sobre ele clique aqui. #eduardo 

Como já era de se esperar, ao chegar em Houston perdemos a conexão para Miami. Fora o atraso dos voos anteriores, tínhamos que pegar a bagagem despachada, passar pela alfândega, despachar novamente e ainda fazer mais um longo trajeto até o local de embarque. Por este motivo, nossa chegada à Miami que estava prevista para o final da manhã, só aconteceu no início da noite, o que nos chateou um pouco, porque estávamos planejando participar das comemorações de 4th de Julho – Independence Day. 

Como Houston foi a primeira cidade americana a desembarcarmos, passamos pela temida imigração e depois pela alfândega neste aeroporto. Na imigração solicitaram e verificaram nossos passaporte e nos questionaram se viemos a trabalho ou a passeio, onde iríamos ficar e qual a data de retorno para o Brasil. Essa entrevista é um pouco tensa, já que o visto de turismo não é garantia de entrada no país. Mesmo com o visto em mãos, se eles não gostarem da sua cara, não autorizam sua entrada.

Na alfândega entramos em uma fila bem demorada, onde os guardas checaram nossas bagagens, abriram as malas de mão onde colocamos apenas remédios e não pediram para ver as receitas médicas, mesmo havendo remédios injetáveis entre os itens. É prudente sempre trazer as receitas médicas referentes aos remédios trazidos nas bagagens. 

Determinam retirar os sapatos, esvaziar os bolsos, retirar cintos, objetos metálicos e eletrônicos e passamos por um scanner e sustenta aciona o detector e que evitem também acessórios que também tenha que ser retirado. São momentos críticos em que muitos pertences podem ser esquecidos ou perdidos. Vimos alguns americanos viajando com roupas que pareciam pijamas, durante a passagem pela alfândega percebemos o quanto isso facilitou a vida deles. #rhainna

Pequenos detalhes do dia a dia: os banheiros aqui são como na Europa, não possuem cestos de lixo, o papel higiênico e lançado direto no vaso sanitário, o que no Brasil é diferente. As tomadas aqui também são de um padrão diferente do usado na terra Brasilis, mas no próprio aeroporto você consegue comprar um kit de adaptação ou mesmo um carregador de celular com o padrão daqui, mas já alerto que no aeroporto é mais caro, se você puder comprar em outro lugar é melhor. #eduardo 

Chegamos ao Aeroporto de Miami e ao contrário do Aeroporto de Houston, não havia Wi-Fi liberado. Precisávamos de internet para contactar nosso personal concierge. Após várias tentativas, fomos informados que ao chegar de um vôo naquele aeroporto, teríamos direito a 30 minutos de acesso gratuito, porém, ninguém soube nos informar como fazer. Também não havia estabelecimento onde poderíamos utilizar a rede, nem mesmo pagando. Partimos para o uso dos telefones públicos, lemos as informações e utilizei minhas moedas para pagar, porém, apesar de colocar as moedas, o telefone continuava acusando a necessidade do pagamento e eu muito impaciente que sou, coloquei todas as moedas que tinha. Resultado: Não consegui fazer a ligação e o telefone não devolveu minhas moedas. Só depois soube que deve-se colocar uma única moeda do valor da ligação, não várias até completar o valor 😬. Fomos mais uma vez em busca de informações para tentar fazer uma ligação ou mesmo outro lugar que poderíamos usar a internet, nesta hora uma funcionária latina, muito gentilnente e de forma voluntária  nos fez o favor de emprestarnos o celular, só assim pudemos encontramos nosso concierge, que já estava no aeroporto nos procurando e fomos para o hotel.

Welcome to Miami Beach.

Como já havia contado em um post anterior, fechei a hospedagem da primeira semana em Miami pela companhia de viagens CVC, junto com a compra das passagens aéreas e o seguro. Como ainda não havia contratado os serviços de consultoria para a viagem, tinha apenas a intenção de ter um lugar definido inicialmente, para ficar ao chegarmos e só então decidirnos com tempo para onde iríamos depois. 

Fomos para o Lexington Hotel, em Miami Beach. Quando chegamos lá o hotel estava as escuras, sem energia elétrica, sem sistema para fazermos nosso check in e sem elevador para subir para o quarto, imagina carregar um monte de malas quatro andares acima!

Como queríamos no mínimo ver a queima dos fogos de artifício, estávamos com pressa e deixamos as malas na recepção. Precisava também trocar de roupa, pois o calor de Miami já estava mostrando sua cara, para isso tive que usar um sanitário do saguão do hotel para trocar de roupa e rapidamente saímos para a praia a tempo de ver as comemorações ao Independence Day.

Nosso personal concierge,  levantou informações sobre o hotel e disse que haviam recorrentes reclamações de falta de energia e ainda relatos de um inseto conhecido popularmente por aqui como bedbugs, que além de picar as pessoas, causando fortes reações alérgicas, ainda se escondem nas roupas e viram um tipo de praga difícil de eliminar. Isso foi o suficiente para não querermos mais voltar para o lugar e como já haviamos fechado com o concierge o apartamento onde ficaríamos depois da estada neste hotel, ele adiantou a data e fomos direto pra lá. Quando voltamos para buscar nossas malas, cerca de cinco horas depois, o hotel ainda estava sem elevadores e sem sistema de funcionamento, ou seja, a melhor decisão foi sair de lá. Não sabemos se vamos ou não receber o dinheiro de volta. Vamos informar o fato a empresa e ver no que dá.

Vista do Condomínio Maison Grande em Miami Beach.

Eu sou extremamente detalhista para escolher hospedagem, desta vez confiei na CVC e me decepcionei muito. Não recomendo este hotel e nem esta empresa, já que é obrigação dela saber que tipo de hospedagem ela está oferecendo para seus clientes. Mais uma vez, se você pretende vir aos EUA, indico o Douglas Ribeiro – personal concierge da Royal Premier – clique aqui para acessar o Instagram. Ele sim tem compromisso com as indicações que faz, além de dar assistência para todos assuntos relacionados a viagem e sempre com preços justos. #rhainna